Ateusbr
AteusBr é um tributo aos visionários que tentaram libertar a humanidade da escravidão religiosa. E o "Livro mestre" dos ateístas.
Indice:
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►
2006
(36)
-
►
Dezembro
(10)
- Provas de que Jesus não seria um descendente de Da...
- Jesus foi um bastardo ou o prometido messias ?
- O irmão uterino que sempre detestou Jesus
- Jesus não foi um filho carnal de José.
- Provas de que Jesus teve irmãos uterinos
- Uma farsa que foi incorporada ao cristianismo
- Quebrando o relógio de PALEY
- O fim da proibição de não se poder retratar deus
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Dezembro
(10)
Quarta-feira, Janeiro 20, 2010
Como escolher o sexo dos filhos
E por volta de 1980, descobriu-se no braço curto do cromossomo Y, onde se encontra o gene SRY, existe um TDF, (um fator determinante de testículo). Pois é o SRY quem ativa a diferenciação das gônadas pré-formadas e indiferenciadas, fazendo com que elas se transformem em testículo. E é através da produção de testosterona que tanto a mente como o corpo do embrião feminino passa para masculino. Já que as gônadas são as glândulas sexuais que produzem os gametas e segregam hormônios. Podemos dizer que os testículos são as gônadas masculinas e os ovários são as gônadas femininas.
A fim de que seja possível escolher o sexo do bebê em casa, e sem precisar da autorização de algum suposto “Poder supremo”, que se acha no direito de legislar sobre a biologia dos outros. Estamos fornecendo algumas dicas de como escolher o sexo do seu desejado bebê.
FAVORECENDO O NASCIMENTO DE MENINOS
Além de se dar pouca atenção ao fato de que, quando o pai do feto é bem mais alto do que a gestante, a gravidez pode terminar se tornando uma “Gravidez de auto-risco”, pois é comum que no final da gestação, os fetos enormes, coloquem em xeque, a saúde ou mesmo o corpo da gestante. O desejo de ter filhos homens é uma ilusão típica dos machistas que ainda não entenderam que os filhos do sexo masculino costumam “se dar melhor” com a mãe e usariam o pai... Da mesma forma que as meninas se dariam melhor com o pai e competiriam com a mãe. Embora os filhos meninos sejam um “presente” da Natureza para os homens mais bem dotados. E não se possa mudar o sexo do embrião depois que o mesmo já foi determinado, (assim como, não adianta colocar fermento depois que o bolo já ficou pronto). Caso você não tenha nascido com as características ideais para ter os filhos que deseja. Não se desespere, pois no “Admirável mundo novo” de hoje, é possível favorecer o nascimento de filhos do sexo que se admira. E tudo de forma simples, natural e accessível a qualquer casal, que siga a risca, o que será explicado.
Para favorecer o nascimento de algum filho do sexo masculino, basta que:
1-O reprodutor tenha um pênis longo.
2-Copule com alguma mulher bem menor.
3-Penetre bastante a parceira, para encurtar a distância que o rápido espermatozóide Y (menino), terá que percorrer.
4-Só transe depois que a parceira já óvulo.
5- E o casal se prive de ter orgasmos, pois os espasmos de ambos ajudariam tanto os espermatozóides X como os Y, se deslocarem na direção do óvulo.
Já que o cromossomo masculino é mais veloz do que o cromossomo feminino, porem menos resistente ao meio vaginal ácido.
6-É recomendável realizar uma ducha vaginal antes das relações sexuais, com 2 colheres de bicarbonato de sódio dissolvido num 1 litro de água esterilizada.
Se antes da copula o macho ficar alguns dias em abstinência sexual, a fim de aumentar o número de espermatozóides ou a mulher neutralizar a acidez da sua vagina, tomando uma ducha vaginal, com algum produto básico (tipo Bicarbonato de Sódio), ela estaria favorecendo ainda mais, que nasça um menino e não alguma menina.
7-O coito deve ser realizado só após a ovulação, pois é absolutamente necessário evitar as relações antes da ovulação.
8-E no momento da ejaculação a penetração deve ser profunda. A posição sexual melhor é a do homem sobre a mulher.
FAVORECENDO O NASCIMENTO DE MENINAS
Apesar dos espermatozóides XX (meninas), serem menores, mais vagarosos e existirem em menos quantidade, como eles conseguem se deslocar por cerca de até 72 horas. Tem um ótimo faro. Toleram melhor a acidez vaginal. E são pouco afetados pelas temperaturas mais altas. Para favorecer o nascimento de meninas (espermatozóide XX), bastaria que se obrigue os espermatozóides demorarem a chegar ao óvulo, já que após 24 horas, os meninos perdem sua velocidade e começam a ficar pelo caminho.Como o pH do sêmen humano costuma ser básico (em torno de 7,4), caso se deseje favorecer o nascimento de meninas e dificultar o nascimento de meninos.
1-A mulher poderia tomar uma ducha vaginal, com algum produto que aumente a acidez da sua vaginal, tipo o Ácido acético, (o nosso conhecido Vinagre).
2-Só transar antes da ovulação (pelo menos 24 horas, antes).
3-Copular com algum homem de pênis curto ou não permitir que o parceiro a penetre muito.
4-E só se deixar penetrar, depois que o parceiro já esguichou o esperma inicial. Pois como os espermatozóides que são esguichados no inicio do orgasmo masculino, por sair com mais pressão, são lançados a uma distancia maior, eles poderiam sabotar a tentativa de se escolher o sexo do bebe.
5-Já o homem deverá evitar ficar muitos dias em abstinência sexual, para que o excesso de espermatozóides não venha a desfavorecer o nascimento de meninas.
6-E o casal deverá evitar ter orgasmos. Pois os espasmos do casal interferem no processo da escolha do sexo do bebe. Altera a distancia que os espermatozóides têm que percorrer. Modifica o tempo que seria necessário para o espermatozóide chegar ao óvulo. Interfere na acidez da vagina. E alterar a velocidade dos espermatozóides.
Para convencê-los de que o método em tela funciona, lembramos que embora exista cerca de 49% de possibilidade natural dos casais “compatíveis” gerarem alguma menina. E 51% de gerarem algum menino. Com o auxilio do método em questão, a possibilidade dos casais escolherem um filho do sexo feminino, pula para mais de 90%, ainda que se trate de um casal incompatível. Pois quando a escolha de ter uma menina é realizada da maneira certa, e quase impossível nascer um menino. Além disso, terminou o problema dos casais “desequilibrados” ou que não contavam com a ajuda do método que foi explicado, tinha pouca possibilidade de ter algum filho do sexo que desejavam.
Como o espermatozóide feminino se move lentamente, mas vive bem mais. A relação deve ocorrer 2 dias antes da ovulação, pois esse artifício elimina a possibilidade dos espermatozóides XX conseguirem atingir o óvulo. Antes das relações seria aconselhável que fosse realizado uma ducha vaginal com 2 colheres (de sopa), de vinagre, diluídas num 1 litro de água pura e sem minerais.• Já que os orgasmos aumentam a secreção vaginal e aumenta à velocidade dos espermatozóides, o casal deverá evitar ter orgasmos.• Para não sabotar a escolha do sexo dos filhos. No momento da ejaculação, a penetração não pode ser profunda. E o macho deverá descartado o esperma proveniente do esguicho inicial. Pois o esguicho inicial sendo bem mais forte, poderá sabotar a escolha do sexo dos filhos.
Sábado, Abril 18, 2009
ANUNCIAÇÃO, CONCEPÇÃO, NASCIMENTO e ADORAÇÃO ao DEUS HÓRUS.
Na primeira cena ou “ANUNCIAÇÃO”, Nef, o Mercúrio lunar, (ou Anjo da Anunciação), que no cristianismo seria o “Anjo Gabriel”, saúda a Isis Meri e anuncia que, Ela conceberá e breve dará a luz a um filho Deus, que deverá se chamar Hórus e será o intermediário entre Deus é os humanos...
Nas cenas seguintes, “CONCEPÇÃO” e “NASCIMENTO”; por intermédio de um raio de luz, o Espírito Nef engravida a Deusa Isis; e dessa “união” imaculada e celestial, nasce o bebê Deus Hórus... Que seria filho de Isis com o Deus Osíris, apesar de Osíris já ter morrido...



E na cena da “ADORAÇÃO”, o bebê Deus Hórus, recebe as homenagens e as oferendas que foram trazidas por três reis... Que no cristianismo seriam os “03 Reis Magos”.
Os relevos em questão foram reproduzidos por G. Massey, no seu livro Natural Genesis.
Segunda-feira, Janeiro 12, 2009
Ebook do Lisandro Hubris em PDF na Internet
Até porque, hoje em dia, com o simples esforço de ser o e-book do Lisandro Hubris, em minutos é possível reformulará dezenas de mentiras que há milhares de anos vem parasitando a mente dos místicos.
Veja no e-book LRM porque é mentira que:
A Torah foi traduzido em 72 dias, por 72 sábios.
O ufanista Josué teria detido o Sol.
A “Trindade cristã” é uma crendice.
Nero não responsabilizou os cristãos
Jesus é um “Frankenstein” religioso.
No Inicio os vegetais não produziam frutas!
A expulsão dos hiksos virou o Êxodo bíblico.
A “Virgem Maria” é só uma aculturação de SEMÍRAMIS.
O “Sinal da Cruz” teve origem na Babilônia
Jesus foi um bastardo e não o prometido Messias.
O “recenseamento cristão” é um engodo
A Páscoa cristã plagiou a lenda da Deusa Ostera
As muralhas de Jericó foram construídas e derrubadas milhares de anos depois...
http://www.4shared.com/file/79827483/933a5465/Lampejos_de_Reflexes_Mitolgicas__Livro_Atesta_de_Lisandro_Hubris_.html
Abraços
Segunda-feira, Janeiro 05, 2009
Josué não parou o Sol, foi só o Solstício de Verão

Provas de que Josué não deteve o Sol e a lua.
A lenda existente no “Livro do Reto” ou “LIVRO de JASHER”, onde em 10:13, o Josué (aliás, Yehoshua e em latim “Jesus”), que foi filho de Num, da Tribo de Efraim, narra que, Para ajudar os hebreus derrotar os amorreus, ele parou o Sol com apenas um aceno de mão... Todavia o exagero de que o Josué deteve o Sol para que o seu exército tivesse tempo de derrotar os amorreus... Não passa de um delírio sem pé, sem cabeça e sem qualquer fundamento cientifico ou cosmológico. Que foi orquestrado pelos que dominaram, aterrorizaram e trataram o crente como um pateta ignorante.
A Bíblia afirma que, para prolongar a matança que Israel executava nas forças sitiadas... Durante uma batalha especialmente dura contra os amorreus; e que não chegaria ao fim antes do anoitecer. Josué, que liderava os hebreus na conquista de terras palestinences, teria ordenado ao Sol que se detivesse em Gideon e que a Lua se detivesse no vale de Aijalon... E que os dois astros celestes se mantivessem imóveis por várias horas, prolongado o Dia, e dando tempo para que as tropas de Israel derrotassem os amorreus...
Todavia jamais aconteceu à inverossímil e absurda versão de que, “O Sol e a Lua teriam se mantidos imóveis por várias horas”.
Até porque, quem redigiu a bravata do Josué ter parado o Sol, não sabia que o Sol não gira em torno da Terra. Que é a Terra que gira ao redor do sol. E que a duração do Dia terrestre depende dos Movimentos de Rotação e de Translação do próprio planeta Terra.
Para sepultar a mitologia existente no livro de Jasher, e que seria típica de uma época atrasada e supersticiosa; onde se inventava absurdos, com a finalidade de engrandecer os supostos poderes do Deus Jeová, lembramos que:
As descobertas da arqueologia e da astronomia desmentem essa risível versão religio$a.
O Dia terrestre tem a duração de 23 horas, 56 minutos e 04 segundos; pois esse e o tempo que atualmente o planeta Terra gasta para girar de Oeste para Leste, em torno do seu próprio eixo de rotação. Não é o Sol que se move em torno da Terra... Mas sim, o planeta Terra que gira em torno do Sol... A voz humana não se propagar no vácuo do espaço. Seriam precisos mais de 2.000 anos, só para que algo com a velocidade da voz humana percorressem os cerca de 149 milhões de quilômetros que separam a Terra do Sol.
Após a “Grande Sinagoga” de 410 a.C. organizada por Neemias, por ter erros de Geografia, erro de Estatística e erros de Historicidade. Esdras retirou do Tanak o “Livro de Josué”. Que mesmo assim, veio a fazer parte do Neviim ou “Livro dos Profetas.
No Concílio de Nicéia o “Livro do Reto” foi desentranhado da Bíblia.
E no século XVI, tanto a ''Reforma Protestante'' como a "Contra-Reforma" da Igreja Católica, deixaram de usar o “Livro do Reto” como referência.

Josué parou o Sol ou foi só um Solstício de Verão?
È evidente que Josué não parou o Sol. E basta ter bom censo ou de algum conhecimento astronômico, para entender que a ficção onde o próprio Josué afirmou ter parado tanto o Sol como a Lua... Não tem nenhum fundamento factual.
Até porque, a duração do Dia terrestre não depende de algum fantasioso giro do Sol em volta do planeta Terra. Ou dos brados proferidos por algum velhaco...
Como ao serem expulsos do Egito os hiksos precisaram de algo grandioso, que pudesse engrandecer os “poderes” do Deus Jeová. E na antiguidade os acontecimentos incomuns eram repassados ao povo em forma de mitos ou de milagres divinos...

E na “Batalha de Kadesh” (1285 a.C.), para escapar dos hititas, o faraó Ramses II, pediu a ajuda do Deus Sol Amón, que ao prolongar o Dia por várias horas, teria dado mais tempo para que Ramsés conseguisse escapar dos hititas...
Em torno de 458 a.C, (quando a Bíblia foi remodelada), mesmo os escribas sabendo que na Cidade de Kadesh (atual Síria), que fazia parte do Império Hitita e ficava nas margens do rio Orontes, não houve um milagre. E apenas foi o Dia mais longo do ano, ou seja, um “Solstício de Verão”. A “Batalha de Kadesh” foi transformada na lendária “Batalha contra os amorreus”. E se falsificou que o Josué parou o Sol e a Lua...
A título de curiosidade lembramos que, os hebreus se identificavam com o Calendário lunar babilônico e não com o Calendário solar dos egípcios.
Sendo que o Calendário babilônico era relativamente preciso, tinha 12 meses lunares, de 29 ou 30 dias cada um, o dia tinha 12 horas diurnas. E se acreditava que para ajustar no crescimento dos vegetais, a Deusa lunar fazia com que todo ano, no Solstício de Verão, a noite ficasse bem mais curta do que o dia.
Sábado, Outubro 11, 2008
Quebrando o relógio de Paley

Paley argumentou que, caso ele batesse com o pé numa pedra e alguém lhe perguntasse, como a pedra chegou a este local? Ele bem poderia responder que, a pedra esteve ali desde sempre, sem entender que sua resposta era absurda e irracional.
Mas se em vez de bater com o pé numa pedra, ele encontrasse um relógio e alguém lhe perguntasse como o mesmo havia chegado ali? Ele dificilmente responderia que o relógio sempre esteve no local onde o encontrou, até porque, pelo o que se saiba, o relógio não poderia ter estado ali desde sempre.
Embora no começo Paley, tenha concluído acertadamente que, se a explicação não serviu para o relógio, também não serviria para a pedra ou qualquer outra coisa(...) ao ser questionado sobre o surgimento de Deus e a sua natureza intrigante, PALEY em vez de afirmar que a resposta para esta questões seria um mistério tão grande, que somente um enviado do além poderia explicar.
Ou argumentar como Kalam que, Como algo infinito não poderia ser parte da realidade, a lenda de um ser infinito ou sem início, não passaria de uma fantasia.
Tendo chegado a um beco sem saída, PALEY simplesmente abandonou a razão e invocou a “fé”, o “mistério” e as palavras mágicas, que lhe seriam de grande utilidade, tipo, Deus é um ser tão especial, tão fantástico, tão poderoso e tão diferente de tudo que existe, que não poderia ter tido um criador.
Embora no começo Paley, tenha usado a razão e a lógica para defender que “não haveria uma criação sem um criador”.
Que tudo que existe teria um começo.
Que não poderia ter havido um começo sem uma causa.
E que algo deveria ter começado tudo.
Quando sua premissa de que “tudo teve uma causa”, colidiu com a versão de que “Deus não teve uma causa”; tendo ficado num “beco sem saída”, e se defrontado com um problema acima da sua capacidade, o teólogo inglês, em vez de fornecer uma resposta lógica, científica e real; preferiu se contradizer, recuar para o caminho fácil e mágico da fé e dos milagres, se agarrar na fantasia de que o seu Deus virtual, não precisou ter sido criado, e acreditar que seu Deus sempre teria existido.
Apesar da simplificação de Paley ser um “raciocínio circular”, conter um erro de origem e deixar de fora a verdade.
No que poderíamos chamar de “Desistência da apelação”, Paley trocou o raciocínio lógico, pela saída mágica e fácil de um suposto milagre; já que é comum que os místicos, preencham as lacunas do seu saber com dogmas ou fantasias.
Pois os ingênuos, emocionais ou supersticiosos que se agarram ao irracional, ao impossível e mesmo ao absurdo, terminariam trocando a ciência pela crença em fantasias que mesmo sendo ultrapassadas e ilógicas, ainda seriam apresentadas como sendo a última palavra do conhecimento humano.
Além de Darwin provar que não foi necessário um Deus para fabricar um relojoeiro, se aceitamos um Deus sem causa, por que o universo e a própria vida, também não poderiam ter surgido sem um criador?
E evidente que graças a evolução e a seleção natural, alguma célula primordial teria conseguiu vir a se tornar um ser humano, sem ter sido criada ou projetado na forma atual, por algum suposto Deus, pois não seria verdade que do nada não poderia ser criado nada. E a ciência já teria descoberto que do “Nada” foi criado “Tudo”, (inclusive a matéria, a energia, o espaço e até a ordem).
Para confirmar que o “Tudo” poderia virar o “Nada”, e que do “Nada” poderia emergir o “Tudo”, experimente somar a Matéria (+1), com a Antimatéria (-1), (ou seja, -1 com +1), pois o resultado zero, provaria que o nada total poderia se transformar em 02 elementos; sendo um de Matéria e o outro, um equivalente de Antimatéria.
Além da Matéria e da Antimatéria, não poderem coexistir no mesmo tempo/espaço, quando ambas se encontram, elas se aniquilariam mutuamente, virando pura “Energia desestruturada” e distribuída por igual, pois a soma da Matéria com a Antimatéria resultaria no Nada, já que a matéria sofreria uma morte térmica.
Quinta-feira, Outubro 02, 2008
Sociedade Anti-Religi�o: Uma boa defini�o de religi�o
FRASES MARCANTES sobre o ateísmo
A religião é o abismo que separa a realidade da razão, mas a ciência construirá uma ponte entre ambos.
As religiões são as “muletas” dos místicos.
A fé remove neurônios
"A maior inimiga da verdade não é a mentira, pois esta se dilui com o tempo. A maior inimiga da verdade é a convicção, pois esta é a mãe da alienação" Nietzsche.
A ciência é a “vela” que ilumina a escuridão da ignorância. Carl Sagan
A existência de Deus implica necessariamente na escravidão de tudo abaixo dele.
Assim, se Deus existisse... O único meio de ele ser útil a humanidade seria deixando de existir.
As superstições que ainda nos parasitam, são preparações para o surgimento de um homem ainda mais sábio. LH
A chave para a liberdade é pensar, pois ainda que o conhecimento crie problemas, não é através da ignorância que iremos solucioná-los.
A religião é a mais séria doença social do "Homo sapiens". Mario Giudicelli
A religião cristã começa com um sonho e termina com um assassinato.Thomas Paine
Além das versões religio$as serem um punhado de fábulas e de tradições... Ou seja, meras mitologias, para acreditar o crente precisaria ser enganado.LH.
Ainda que bilhões de pessoas acreditam em alguma coisa estúpida, essa coisa continuará sendo uma asneira. Anatole France.
A Arca de Noé, Moisés e a “Virgem Maria”, seriam bobeiras, equivalente às afirmações de que, “O Sol gira em torno da Terra”. E a de que, o mundo foi criado em 06 dias. LH
A religião é vista pelas pessoas comuns como verdadeira, pelos inteligentes como falsa, e pelos governantes como útil. Sêneca, o mais Jovem (04 a.C. a 65 d.C.).
A inspiração da Bíblia depende da ignorância da pessoa que a lê.
Através dos anos percebi que o Deus pra quem eu rezava era o Deus que eu sonhei, pois quando eu falava com ele, falava comigo mesmo; e ele não tinha conhecimento ou qualidades que eu não tenho. Quando percebi que Deus era uma extensão da minha imaginação, parei de rezar pra ele. Howard Kreisner
Acreditar é bem mais fácil do que filosofar... Por isso existem mais crentes do que pensadores. Bruce Calvert
Além de ser lamentável que as religiões se preocupem mais com os mortos do que com os vivos; achem que “só Deus sabe”! Que “Deus resolve”! Ou que “seja como Deus quiser”! As crenças em divindades são um atestado de ignorância, uma falta de maturidade, ou crendices onde os mistérios da vida são trocados por versões que nos impingem respostas absurdas.
Além de Deus jamais ter tido a capacidade de usar os recursos que estão fora da sua época. E ser só uma hipótese, que depende de provas, o ônus da prova cabe aos teístas. Percy Bysshe
Aos políticos as decisões e as maças as conseqüências do Tudo ao povo, mas sem o povo!
Ao defender suas hipóteses absurdas e falsas, com versões e argumentos falaciosos, as religiões fazem nascer uma falsa esperança.
Ao entender e explicar cada vez mais, o que acontece e porque acontece, a ciência estaria tornando Deus cada dia, MENOR.
“A pretensão messiânica de salvar a humanidade é apenas um disfarce para a intenção de subjugá-la” HENRY LOUIS MENCKEN
A Crença é o Fanatismo, são alguns dos filhos que a Ignorância gerou com o Medo. LH.
As civilizações só progridem, se alguma fronteira for transposta.
As religiões terminarão, assim que todos se recusarem “dar dízimos”. LH.
A megalomania de Jesus se mede pela amplitude das suas promessas. LH.
Acreditem em Jesus... E sejam escravos do senhor. LH.
A verdade nasce como heresia, mas vira uma superstição. Henry Huxley
Além do místico não desejar alcançar uma compreensão mais profunda daquilo que ele ouviu, leu, viu ou achou... O místico se dar por satisfeito com o que “aprendeu”. E com base no que entendeu, faz o seu julgamento definitivo.
As religiões seriam algum transtorno obsessivo e compulsivo, onde o cotidiano e o rotineiro e explicado de maneira mágica, simbólica ou mitológica. LH
A felicidade é o resultado de atitudes que podemos controlar. Upanishads 800 a. C.
A história é o registro das loucuras e desgraças humanas. Edwad Gibbon
A mente dos místicos evoluiu para Deus e não para a biologia. Edward Wilson
A existência de Jesus é só uma fábula, pois do mesmo modo que os judeus idealizaram as profecias, eles inventaram alguém para cumprir as suas fantasiosas “Escrituras Sagradas”.
A cura das moléstias que afligem a humanidade não virá das orações, mas sim, de tratamentos, onde as doenças são vistas como algum fenômeno bioquímico.
A seleção natural seria um relojoeiro cego e inconsciente. Que não enxerga lá na frente, não planeja as conseqüências e não tem nenhum propósito à vista. Dawkins
A religião é um insulto à inteligência humana. Steven Weunberg
A repetição não transforma uma mentira numa verdade, pois ainda que dita por milhões de bocas, a mentira, não deixa de ser uma mentira. Roosevelt
Argumentar com quem renunciou a lógica, é como medicar um homem morto. Falar com um ANIMAL IRRACIONAL! Ou colocar fermento depois que o bolo já está pronto.
A dúvida é a certeza de quem não quer se afastar da verdade.
A fé é um sentimento primitivo ou sem controle, onde a razão escorrega, a lógica desmorona e o absurdo toma conta do crente.
Cada povo tem o governo que merece e adora o Deus que a sua inteligência comporta.
Carregar crenças que lhe serviram no passado... É como após já ter cruzado o rio, ainda carregar o barco. Siddartha Gautama (mas conhecido como Buda)
Mitologia, que palavra estranha... Se acreditamos em Jesus ou na Virgem Maria, isto seria “ter Fé”; mas se acreditamos em astrologia, receamos coisas fantásticas ou confiamos em coisas ineficazes; o nome muda para superstição!
Como a Religião é uma escravidão, ela não pode consertar os humanos. Robert G. Ingersoll.
Como é possível que algo seja alguma criação divina... Se o homem pode: mudar, matar ou copiar o que Deus teria criado? LH
Crença é quando aceitamos que alguém pense por nós.
Como a Bíblia pode ter valor ou ser um “livro sagrado”, se ela tem centenas de erros, está abarrotada de fantasias e faz afirmações que ficaram ultrapassadas?
Conforme ficam mais inteligentes, os humanos vão se importando menos com os pastores e mais com os professores. Robert Green Ingersoll
Com a força das idéias é possível vencer a força das armas.
De todas as idéias tolas ou simples dos humanos, Deus é a que mais desperta a nossa simpatia. LH
Dizer que um crente é mais feliz do que um cético é como dizer que um bêbado é mais feliz que um sóbrio. George Bernard Shaw.
Deus jamais teria alcançado o grande público sem a ajuda do Diabo. Jean Cocteau
Diante da necessidade, não devemos esperar que a solução venha de cima. É preciso pôr a mão na massa e agir em favor do certo.
Deus é um ser mágico que veio do nada, criou o universo e tortura eternamente aqueles que não acreditam nele, porque os ama. Steve Knight
Deus é um “PLACEBO”... E o Diabo seria o efeito colateral desse fármaco psicológico.
Eles vieram com sua Bíblia... Mataram nossa gente. Roubaram nossa terra. Esmagaram nosso espírito.
E agora nos dizem que devemos ser agradecidos pela chance de poder ser salvo. CHEFE PONTIAC, líder indígena Americano.
Eu rezei por vinte anos, mas não recebi nenhuma resposta, então rezei com as minhas pernas. Frederick Douglass, escravo fugitivo.
É mais fácil encontra um idiota que seja crente, do que um ateu que seja idiota. LH.
Eu consigo viver se Jesus! E você, consegue viver sem a ciência?
Enquanto alguns fabricam Estações Espaciais, outros ainda glorificam imagens de gesso.L.H.
Do mesmo jeito que pode haver mais coisas entre o Céu e a terra do que sugere nossa vã filosofia, pode haver muito menos do que a gente imagina ou cria com a nossa vã imaginação.
É impossível unir a fé com a razão, pois para ter fé, é necessário suprir o saber.
Enquanto os místicos preferem as versões mágicas, os sofisticados buscam as explicações verdadeiras.
Enquanto o tolo tem certeza... O sábio tem dúvidas.
É costume dos tolos queixarem-se dos outros. Já o sábio queixa-se de si mesmo. Sócrates 470- 399 a.C.
E se a verdade for tão terrível, a ponto de acabar com as suas esperanças? HG
Estamos numa época onde a todo o momento, Deus é levado à barra do Tribunal. C.S.Lewis
É um beco sem saída, invocar o que não conhecemos para explicar o desconhecido. Neal M. Stevens
Em vez de revelações divinas, de planos mirabolantes e de populismos, precisamos, sim, é de muitos estudos, muitos trabalhos, muita coerência e, especialmente de muita verdade.
Fale sempre a verdade... Assim você não precisará lembrar do que afirmou ontem.
Haveria algo mais estúpido do que morrer por um pano pintado, alguma causa ou algum Deus virtual? LH.
Jesus, Pátria e Família são adversários a serem vencidos.
Há verdades que são misteriosas para os místicos e os tolos. Mas estas verdades podem ser-lhes ditas sem temor. Pois certamente eles jamais as compreenderão. Eliphas Levi
Já que os que não conhecem Deus não serão castigados... Seria preferível não transmitir os desígnios bíblicos aos que estimamos. Ainda mais, arriscando que eles percam a sua salvação, apenas por não aceitar Jesus.
Já que a natureza não mente... Quando a realidade contradiz a Bíblia, devemos acreditar na ciência e não em meias verdades ou imensas baboseiras.
Jesus seria um “Frankenstein” que foi construído com os despojos de diversos personagens mitológicos.
Quando Deus nos salva de alguma doença, desgraça ou acidente... Ele não faz mais do que a sua obrigação, pois, foi ele quem criou as tragédias, as doenças e as desgraças. Perrone.
Qual o propósito de um castigo depois do fim do mundo, se o mesmo não serve como advertência para os demais, e se trata de simples vingança. O que é moralmente incorreto.
"Que lucro não nos trouxe esta fábula de Jesus!" Papa LEÃO X.
Qualquer cultura que proíbe ou não se interessa por perguntas, seria uma cultura doente ou fanática.
Quando a ciência derrotar o atraso e o fanatismo, a verdade se imporá sobre a fé e as crendices, pois as interpretações fantasiosas, não prevalecerão sobre a racionalidade.
Quanto mais aprendemos, de menos deuses precisamos.
Quando algum tirano morre, seu reinado termina. Quando um mártir morre, seu reinado começa.
Quanto mais antiga for a religião, mais absurdas seriam suas revelações. Robert G. Ingersoll
Que Deus proteja os que trocam a verdade por dogmas.
Quando alguém padece de algum delírio se chama loucura. Quando muitos padecem se chama superstição.
Quanto mais me elevo, menor eu pareço aos olhos de quem não sabe voar.
Mesmo os místicos têm direitos inalienáveis, inclusive o direito de defender as suas mitologias...
Desde que eles não exijam que tratemos as suas imbecilidades, como algo sagrado.
Nada é mais maléfico do que escravizar a mente humana por meio de crenças, lavagens cerebrais e das ameaças sobrenaturais, que nos são imposta pelos que detêm o privilegio de ser o representante de alguma alegada divindade.
Nada muda tanto a história como o Historiador cristão.
Nascemos pagãos e somos convertidos... Mas alguns retornam ao seu estado de origem.
Não posso acreditar em um Deus que o tempo todo quer ser louvado. Nietzsche
Não creria nos Evangelhos, se a isso não me visse obrigado pela autoridade da Igreja. Sto. Agostinho.
No mundo existem criaturas tão terríveis e horripilantes... Que por não suportar a realidade, alguns chegariam a enlouquecer.
Nem Deus consegue transformar um idiota em gênio.
Não podemos convencer o crente porque as crenças do místico não são baseadas em evidencia, mas sim, numa necessidade. Carl Sagan
Nunca discuta com um idiota, pois você fica no mesmo nível dele, e aí ele ganha pela experiência.
O Capitalismo distribui injustamente a riqueza. E o socialismo ativamente a pobreza.
O “castigo” dos muito inteligente seria a solidão ou a incompreensão.
Os deuses não existem! E caso existissem, não estariam nem ai para os ridículos, insignificantes e mortais humanos.
O progresso é o resultado dá luta que a ciência trava contra as superstições, na esperança de encontrar respostas melhores.
O fato dos crentes não serem os mais lúcidos, mais sim, os mais místicos, prova que Jesus não passa de um “Conto de fada”. LH.
O homem deve criar as oportunidades e não somente encontrá-las. Francês Bacon
O homem emergiu de um mar de sal... E se dirigirá para um mar de astros
Os que nos falam em religião, querem o nosso dinheiro ou a nossa Liberdade. Proudhon
O tempo destrói os mitos. E a história ás vezes os salva.
Onde as leis físicas não funcionam, tudo é tão irreal e ilusório que deve ser ignorado. Spock, na serie “Jornada nas estrelas”.
O cientista altera a sua percepção conforme os fatos, já os místicos mudar os fatos conforme suas crenças.
O pastor sempre tenta persuadir a ovelha de que os interesses dela e os dele são os mesmos. Stendhal (Marie-Henri Beyle)
O homem está sempre disposto a negar aquilo que não compreende. Luigi Pirandello.
Os místicos são dependentes psicológicos e não “escravos mentais” pois os escravos pensam em fugir, não amam o seu “Senhor” e não acham que a "senzala" seja o melhor lugar do mundo!
Os resultados da seleção natural impressionam tanto, que a maioria acredita num “design planejado” por algum suposto relojoeiro. Dawkins
O único “pecado” que não tem perdão é a heresia, pois ela incomoda, desafia e desmente as versões divinas.
O martírio é a única forma de alguém sem habilidade se converter num ser grandioso. Bernard Shaw.
Os dois maiores equívocos do místico seriam o de agir movido por forças inconscientes e o de julgar a partir da jurisprudência religio$a. Até porque, a versão do místico só tem sentido em alguma cultura primitiva, milagrosa, mágica ou mitológica...
Os que não sabe mandar sempre encontram alguém a quem deva obedecer.
O avanço da civilização depende do declínio da sagrado.
"Para as pessoas de pouco entendimento, Deus está no Céu, para as de médio entendimento, ele está por toda à parte, e para os verdadeiramente sábios, ele não está em lugar nenhum". Rushd Averroes.
Para se feliz não se deixe levar por pensamentos destrutivos e tenha autocontrole.
Por que não nos caberia compreender as versões religio$as, mas apenas aceitá-las?
"Prosseguir sem dificuldade, é triunfar sem glória".
Por que levar a sério textos que afirmam que, devo aceitar como Verdade uma explicação, que diz que a Verdade não pode ser explicada?
Por que as Igrejas colocam PÁRA-RAIOS no telhado, seria por falta de confiança em Jesus?
Saia da estrada da salvação e venha para o atalho da perdição.
Se as versões do místico fosse uma verdade universal, e não apenas mitologia regional, é claro que os outros também estariam convencidos.
Se o lúcido não está convencido ou tem alguma dúvida... Talvez o ateu tenha alguma razão.
Se Deus nasce da dúvida, ele não pode ser uma certeza!
Sem Deus... Sem preocupações... Sem medo... E sem escravidão.
Se prefere ser um cordeiro... Que seja feita a tua vontade; todavia não reclames quando fores degustado em algum banquete!
Somente os que enfrentam desafios hostis e estranhos, se desenvolvem.
Só conhecemos os outros na proporção em que conhecemos a nós mesmos. Queres conhecer a ti mesmo... Conheça aos outros. Queres conhecer os outros, conheça a ti mesmo.
Se as pessoas são boas por temerem os castigos ou almejarem alguma recompensa, então somos um grupo muito desprezível. Albert Einstein.
Se Jesus é uma doença... Eu gostaria de ser a cura. LH.
Se Deus é nosso Pai... Então Satã é nosso Primo... Tool
Deveria-se dar credito a cópia da cópia de um livro, onde não existe o original? Eu estou falando da Bíblia, um livro criado há milhares de anos, cheio de mitologias, folclore e lendas. Que tenta se passar pela verdade absoluta...
Somos prisioneiros de nossas próprias crenças. Douglass North.
Se a vida tivesse surgido por alguma intervenção divina e não pela evolução, ela seria um acontecimento exclusivo da Terra.
Toda religião é uma fraude, uma mistificação ou uma ilusão. Thomas A. Edson
Triste do país que necessita de heróis. Bertold Brecht, dramaturgo.
Um Deus capaz de por um câncer numa criança, certamente não se comoverá com orações. Bret Harte
Um ser tão evoluído quanto Deus, só poderia aparecer depois do homem, e não antes, porque é assim que a Evolução determina as coisas.
Quarta-feira, Outubro 01, 2008
Nero teria responsabilizado os cristãos?

Aproveitando que Roma era a cidade das 07 colinas.
Que a Profecia do Apocalipse de São João predizia que, o fogo derrotará a fera de 07 cabeças..
E para fingir que Jesus Cristo existiu.
A Igreja usou o artifício de afirmar que, o Nero Cláudio César Augusto Germânico, que foi o quinto Imperador Romano, e que governou de 54 a 68, teria incendiado Roma.
Seria a encarnação do Anticristo.
E teria responsabilizado os cristãos pelo incêndio de Roma...
Mas o relato deixado por Suetônio no livro, “A vida dos doze Césares”, afirmando que, o Nero responsabilizou os cristãos e os martirizou no Coliseu de Roma...
Não passa de uma farsa, com o objetivo específico de justificar a existencia do personagem Jesus Cristo.
E embora o Caio Suetónio Tranqüilo tenha sido um grande escritor, ele não chegou a conheceu Nero, já que Nero se suicidou em 68, e Suetónio só nasceu em 69 da era cristã.
Os culpados pelo incêndio de Roma foram os os zilotas, os essênios, os terapeutas e os judeus que estavam sendo instigados por Crestus a se subverterem.
Mas nunca os cristãos, que na época não se diferenciavam do judeu comum.
E a maioria vivia em outras cidades.
Para confirmar que Nero é usado pela Igreja para provar a existência de Jesus, basta observar que até o tempo de Nero ninguém havia sido martirizado no Coliseu, pois a construção do Coliseu foi iniciada no ano 70 por Vespasiano e só foi inaugurado em 80 da época atual, por Tito.
Além disso, no momento do incêndio o Nero estava em outra cidade.
E o Nero não incentivava as chacinas, mas sim, artes como os musicais e as peças de Teatro.
Também vale lembrar que, em 64 os Evangelhos ainda não havia sido inventados.
Que o Novo Testamento foi fabricado por ordem de Constantino.
Que em 64 os cristãos residentes em Roma eram pouquíssimos, se é que na época de Nero existia algum cristão residindo em Roma.
Os cristãos insistem que, acreditemos nos Evangelhos canônicos, isto é, os reconhecidos pela Igreja e que supostamente teriam sido escritos por inspiração divina; mas negam os Evangelhos apócrifos escritos por pessoas que garimparam os fatos ou conviveram com algum contemporâneo de Jesus.
Pois para os crentes, os Evangelhos apócrifos seriam os proscritos da Bíblia e uma ameaça ao cristianismo.
Já que é impossível descobrir os incontáveis escribas que teriam escrito ou retocado os Evangelhos canônicos. Adotou-se o costume de se começar as narrativas bíblicas com o argumento de que, “Segundo fulano”...
Mas embora Irineu e Eusébio tenham sido os primeiros a atribuírem a Marcos a autoria dos Evangelhos, como os primeiros Evangelhos só teriam sido compostos depois que todos os contemporâneos de Jesus morreram...
Seria impossível garantir que os originais teriam realmente existido.
Até por que, os Evangelhos canônicos estariam cheios de marketing político, econômico ou religioso.
E seriam montagens ou compilações, recheadas com mitologias, mensagens orais e as lendas existentes na época em que a Bíblia foi inventada.
Quarta-feira, Julho 23, 2008
Como surgiu o nome “Israel”?

A luta de Jacó e o Anjo. Obra do francês Alexander Louis Leloir, 1865.
È evidente que, tanto o Tora como a Bíblia apenas reciclaram as antigas lendas politeístas de religiões como o Rama, que foi transmitida há cerca de 8.6000 anos, por Melquisedeque.
Pois além do Tora Hebraico e a Bíblia cristã, estarem infestados de absurdos, eles estariam mais preocupados em doutrinar os místicos, do que propiciar que se possa enxergar a verdade.
Por exemplo.
Embora o nome “Israel” tenha origem em línguas extintas, como o ugarítico e o hebraico antigo.
O primeiro registro histórico da palavra "Israel" seja datado de aproximadamente 1211 a.C. e se refira a uma estrela egípcia... E não a um povo ou mesmo a um país.
Antigamente Israel se chamasse Eretz Israel, Sião ou Judéia...
E só se tenha começado usar a palavra “Israel” (sem adjetivos), após a fundação do Estado de Israel.
Na estratégia de dar sentido e engrandecer à transmigração dos hebreus, que ao serem expulsos do Egito se instalaram na Palestina.
Em seu tratado astro-teológico, e para fazer parecer que patriarcas como Jacó interagiam com Deus...
A mitologia judaico/cristã, relata que, o nome “Israel” significa “Aquele que luta com Deus”.
Pois segundo o Gênesis 32.28, “Israel” seria o nome que Deus deu a Jacó, quando Jacó com 97 anos, lutou a noite inteira contra um anjo...
"E então disse Deus, Não te chamarás mais Jacó, mas sim, Yis-ra'el".
A mitológica lenda em tela, teria ocorrido na noite em que Jacó cruzou o “Vale da torrente do Jaboque”, indo ao encontro de seu irmão Esaú, e lutou com o que se revelou ser um anjo de Deus...
Sendo que devido à persistência de Jacó durante a luta, Deus mudou o nome de Jacó para “Yis-ra'eI”.
E Jacó passou a chamar de “Peniel”o lugar onde a luta teria ocorrido.
Pois através da Sêfer Torat Cohanim (livro dos sacerdotes), assim como, do livro de Vaicrá (Ele Clama), que na Bíblia cristã equivale ao Levítico, os judeus alegam que, o nome “Israel” seria formado pelas iniciais dos principais patriarcas hebreus.
I = ISAAC
S= SARA
R= RAQUEL
A= Abrão
L= LEIA
Como durante o cativeiro Babilônico os judeus assimilaram diversas crenças religiosas dos que viviam na Babilônia.
Se temia que a Tora Oral fosse esquecida.
O povo de Israel estava se espalhando pelo mundo.
E a maior parte do que se estudava em cada Beit Midrash estaria sendo perdido.
Para criar um sentimento de unidade, os Sábios judeus decidiram escrever o que era estudado e as diferentes opiniões de cada Beit Midrash.
Pois foi dessa forma fraudulenta que, cerca de Mil e quinhentos anos após ter “ganho” a Tora no Monte Sinai, a Mishná foi escrita na forma de epopéia.
E se fantasiou que, os judeus seriam o Povo escolhido de Deus.
Todavia, mesmo a etimologia da palavra Israel tendo sido soterrada pelas versões milagrosas que, tentam engrandecer alguma mitologia.
No hebraico antigo não existindo vogais.
E na composição da Bíblia tendo sido usados alguns textos javistas e eloístas.
Em seu livro "The Christ Conspiracy, The greatest story ever sold", Uma crítica histórica às origens do cristianismo, o escritor Acharya S, (que é o pseudônimo de D.M.Murdoch), alegou que, o nome ISRAEL seria um acróstico onde se juntou o nome das divindades solares, Isis, a Mãe-Deusa da Terra; Ra, o Sol Deus egípcio; e EL, o Deus semítico Saturno.
I- Isis, seria a Deusa mãe suprema
S- Saturno, seria o Deus da agricultura, e que no hebraico era chamado de Shabbathai
Ra- seria o Deus Sol
El- o nome El que quer dizer “Deus” e se referiria ao patriarca ou chefe dos deuses, seria um Deus sábio, idoso e guerreiro.
Durante muito tempo o Deus "El" foi cultuado na parte Norte da Palestina, enquanto o Deus yhvh (Jeová) era cultuado mais no Sul.
Durante a transcrição dos textos judaicos para o latim, o nome “El” foi traduzido como “Deus”, e o Nome “Jeová” como “Senhor” ou “O Poderoso de Jacob”.
Mais com o tempo, e a medida que o Deus yhvh foi se transformando no Deus Jeová.
O Deus “El”, também chamado pelo epíteto poético de "Touro de Jacó" ou "Poderoso de Jacó", foi sendo esquecido.
Sexta-feira, Julho 11, 2008
O macabro genocídio dos Guanches

Para mostra a que ponto alguns cristãos chegaram em defesa da Bíblia.
Lembramos que, no Século XV, tendo os navegantes espanhóis se incomodado profundamente com o fato das “Ilhas Canárias” com suas montanhas de aspecto lunar, serem habitadas por primitivos e corpulentos homens brancos, morfologicamente idênticos aos habitantes da Europa ocidental da era neolítica.
Para impedir que a simples visão dos homens a quem deram o nome de “Guanches”.
Rotularam de “Fósseis Humanos”.
Classificaram de “Idiotas Patológicos”.
E que consideraram como “gado humano”, implodisse a presunção de que fomos feitos a imagem e a semelhança do Deus cristão.
Numa cruel, fanática e macabra obscuridade de consciência (típica dos que podam a verdade para que a mesma caiba dentro da Bíblia), os navegantes espanhóis se apressaram em exterminar os Guanches.
Assim como, providenciaram para que os cadáveres das crianças, adultos e velhos dizimados fossem queimados e as cinzas dos mesmos, fosse jogado no mar.
Embora os piratas, os fenícios, os cartagineses, os romanos e vários outros povos antigos, que estiveram nas “Ilhas Canárias”, centenas de anos antes dos espanhóis, já soubessem da existência dos Guanches e convivessem de forma pacífica com os mesmos.
Ainda que os tratassem com desprezo e superioridade, pois a repulsa que os “civilizados” sentiam pelas mulheres Guanches foi tão forte que, impediu a realização de trocas fenótipicas entre ambos.
A partir do século XIII, e depois de um período de isolamento, decorrente da queda do Império Romano, as ilhas Canárias foram novamente visitadas com regularidade por embarcações européias.
Sendo que só o cruel e intolerante representante da Igreja espanhol que comandou a sinistra “expedição do terror”, tentou exterminar toda uma raça humana, apenas para esconder a bravata Bíblia, referente à lenda do Deus Jeová ter criado o homem a sua imagem e semelhança...
Mais graças aos esforços, a resistência e o heroísmo de diversos guerreiros guanches como o lendário Doramas, que morreu tentando deter à invasão castelhana...
Sobraram alguns Guanches ou Guancho, que são homens brancos, fortes, baixos de ossos pesados, com cerca de 1,50 M. de altura, com um cérebro pouco desenvolvido, (cerca de 600 gramas), um declive, na caixa craniana, uma testa curta e uma mandíbula incrivelmente forte.
O nome “Canárias”, não provem dos canários que lá existem em abundância, mas sim, do latim “canes”, pois os primeiros exploradores romanos surpresos com a quantidade de cães selvagens que encontraram na ilha, chamaram o Arquipélago de “Insula canária” ou seja, Ilha dos cães.
Sábado, Julho 05, 2008
Abel X Caim é uma reciclagem do assassinato de Emesh por Enten

Além de ser esquisito que o suposto Deus dos hebreus goste mais das ofertas onde animais são mortos, do que de frutas e vegetais.
Já que a mitologia é a mãe das religiões.
E as narrativas religiosas se caracterizam por plagiar, exagerar, modificar ou mesmo inventar acontecimentos absurdos ou sem qualquer fundo de verdade.
Pois os relatos religiosos são versões onde a realidade é transformada em mitos, símbolos ou falsas explicações.
E é comum que as versões religiosas misturem as lendas com os dados históricos.
Não sigam a cronologia.
Só obedeçam às regras do raciocínio mítico.
E não se preocupe com os fatos e os acontecimentos, mas sim, com os relatos supersticiosos do passado.
Pois quando os místicos passam por alguma crise, se chocam com alguma dificuldade ou perdem algo que lhes é precioso...
É comum que os mais emocionais reajam culpando alguém diferente.
Se voltem para o mundo da magia.
Mintam. Digam meias-verdades.
Superestimem a própria capacidade.
Ou tentem negar o problema que lhes aflige.
Até porque, além do místico se cegar, se intoxicar com a sua crença e lutar com o que poderia abrir os seus olhos.
A “BONDADE” do místico seria mas um ato mentiroso, subalterno e sem nenhum valor moral, e não algo tão valioso quanto a bondade verdadeira do ateus e a do lúcido.
Fica evidente que a lenda bíblica onde o lavrador Caim regou seus campos com o sangue do pastor Abel, pelo fato do Pai ter rejeitado a sua oferenda, mas aceito a do irmão...
Seria apenas mais uma das remodelagens feitas pelas primeiras tribos que viveram na Mesopotâmia, dominou a agricultura, domesticou animais e registrou a lenda onde os semitas se vangloriaram de que, Jeová estaria do lado deles.
De que Jeová os amaria.
De que Jeová amaria o jeito que eles vivem, mas odiaria o jeito dos comedores de carne, o jeito com que os comedores de carne viviam e odiaria o Deus dos comedores de carne.
Pois a versão onde Caim se lançou sobre seu irmão Abel e o matou...
Não passa de uma cópia da lenda de Enten e Emesh, que foi plagiada da antiqüíssima lenda babilônica onde os filhos Emesh (o verão) e Enten (o inverno), teriam presenteado com frutas e carne o Deus Enlil...
Mas Emesh (por ciúmes e por ter ficado despeitado com o fato do pai preferir a oferta do irmão), teria assassinado Enten...
A própria lenda de Emesh e Enten, já seria um Totem, onde a numerosa e unida tribo dos antigos agricultores tentou se livrar do remoço de ter matado os caçadores.
Já que a mente coletiva dos antigos agricultores não suportou conviver com o remoço de ter matado os caçadores...
A solução foi criar uma “explicação mágica”, onde é feito de conta que quem matou os caçadores (simbolizado por Emesh), foi Enten.
O verdadeiro motivo do conflito, entre os lavradores e os pastores, seria o de que, no antigo “Crescente Fértil”, eles ocupavam regiões adjacentes e competiam pelos recursos existentes.
Sendo que a Lavoura era a ocupação principal dos habitantes Caucasianos e o Pastoreio era a ocupação mais freqüente dos habitantes Semitas da península Arábica do sul.
Além de terem modos de vida diferentes e competirem pelos recursos disponíveis.
Os Lavradores, representados pelos que comiam e lidavam com plantas (um processo que começa no dia em que algo é plantado e só termina quando é colido).
Seriam aldeões unidos e estabelecidos, que cultuavam a deusa da colheita, a deusa dos cereais e a deusa da fertilidade.
Já os Pastores, representados pelos que matavam ou domesticação animais.
Eram meio nômades.
Tinham uma maneira de viver próxima a dos caçadores.
E na época renderiam cultos aos deuses: da caça, da floresta e a deusa das águas.
Quanto os agricultores precisaram expandir suas plantações, foi inevitável entrado em guerra com os pastores.
Todavia, como os que cultivavam a terra eram mais unido, mais organizados e tinham o beneficio da vantagem numérica.
Terça-feira, Julho 01, 2008
Fatos que ajudaram compreender a Evolução.
Em 1620, o filósofo inglês Francis Bacon, abre as portas do mundo racional com sua célebre “Dá-me provas” e o seu inesquecível “Demonstra-me”, permitindo a entrada do conhecimento; já que essa sua “Nova organização”, constrói uma perspectiva neutra e separa o observador do objeto observado.
Em 1720 o naturalista inglês Gilbert White, 1720- 1793, observando que inúmeras aves nascem com um “cérebro musical”, entendeu que o canto serviria para isolar as espécies similares, confirmar se estaria sendo selecionado um parceiro compatível, e seduzir os que estariam na época de acasalar.
Em 1780, aproveitando que o botânico sueco Carlos Lineu, 1704- 1778, começara a classificar as formas, os animais e os vegetais, o naturalista francês Conde de Buffon, tornou-se o primeiro a definir uma espécie como sendo, um grupo de seres vivos, que podem potencialmente cruzar uns com os outros tendo filhos fecundos.
Buffon afirmou que, as características das espécies não seriam imutáveis, e que através do tempo, elas teriam sofrido profundas transformações, pois a fauna atual teria se originado de alguma outra já extinta.
Em 1786, o alemão Johann Wolfgang Goethe, 1749-1832, estando no Jardim Botânico de Pádua, em meio a uma vegetação exuberante; teve consciência de que, os vegetais atuais, poderiam ter-se desenvolvido a partir de uma planta primordial.
Em 1794, Goethe inverteu as regras da época, pois em vez de perguntar Para que os chifres serviriam? ele indagou, “Como os bovinos teriam adquirido seus chifres?” Se os seres vivos, teriam sido criados com as características que apresentam? E se alguma característica dos seres vivos, teria sido adquirida ao longo do tempo?
Em 1795, o zoólogo francês Geoffroy Saint Hilaire, dá um passo à frente de Goethe, ao questionar se as espécies seriam variações em torno de um mesmo ancestral?
E por que as formas originais não teriam se mantido?
É bom deixar claro que Saint Hilaire, mesmo questionando como tudo aconteceu? O que teria causado as modificações? E tendo chocado o mundo com a polemica “Tese do parentesco humano”, ou seja, de que o homem teria semelhanças com alguns animais, ele não acreditava que as espécies existentes ainda pudessem sofrer modificações.
Em 1798, Thomas Bobert Malthus, 1766-1834, publicou um “Ensaio sobre o princípio das populações”, onde afirma que, Como os seres vivos tendem a aumentar mais rápido do que os seus suprimentos, as guerras, a fome, as doenças, os predadores e a sorte, serviriam para controlar as populações.
Em 1799, o filósofo alemão Immanuel Kant, 1724-1804, fundador da filosofia crítica, a “Intuição”, ensinou que, Quanto mais refletimos sobre as paixões, menos nos deixamos conduzir por elas. E teorizou que, Podemos assegurar à razão as pretensões a que teria direito, bem como, afastar qualquer pretensão sem fundamento ou feita através de decretos despóticos, que não estariam de acordo com as Leis eternas e inalteráveis, pois a consciência além de pressupor uma organização segundo Leis universais e necessárias, se contrapõem a causalidade, inspira à admiração e nos libertaria dos temores.
Em 1802, o naturalista Jean Baptiste de Monet, 1749-1829, (que ficou mundialmente conhecido como Lamarck), choca o mundo ao afirmar que, As espécies atuais descenderiam de outras menos evoluídas.
Que as espécies não seriam imutáveis, mas evoluiriam por ação do meio ambiente.
E que a evolução, seria o resultado de Leis naturais e não de intervenções miraculosas.
Como Lamarck tinha certeza que haveria uma modificação progressiva, e acreditava que a natureza antes de fazer o mais eficiente procuraria fazer o mais fácil, na sua “Teoria do hábito”, Lamarck propôs que, várias modificações adquiridas pelos seres vivos, seriam passadas para as gerações seguintes.
Lamarck equivocou-se, ao achar que a evolução seria a ação do hábito, pois como se desconhecia que, a evolução só acontece quando o genoma de um zigoto sofre alguma alteração, Lamarck achou que o hábito seria a causa das adaptações criadas pela natureza.
Para Lamarck o hábito influenciava a natureza fazendo com que os organismos envolvidos, fossem se adaptando.
O exemplo preferido de Lamarck, seria o pescoço comprido da girafa, que alcançaria as folhas mais tenras, nos altos galhos das árvores, de tanto o animal esticar o pescoço. Em contrapartida, se um órgão não fosse usado, ele aos poucos, regrediria até desaparecer.
Para a época, a idéia de Lamarck foi tão convincente, que apesar da “Lei do uso e desuso”, só influenciar os que praticariam algum hábito, ainda existiria quem fantasie que o habito atuaria sobre os nossos descendentes.
Em 1818, após constatar que, é possível ficar imune a determinadas doenças.
Wells publicou o primeiro trabalho onde foi proposto o “Princípio da Seleção Natural”, e afirmou-se que muito do o homem vem realizando através da ciência, também poderia ser feito pela natureza, com igual eficiência.
Wells, concluiu que, os seres vivos, tendo surgido de maneira acidental e dispersa, os mais bem adaptados, teriam conseguido se multiplicar em maior número, em razão da sua capacidade de resistir aos inimigos e as dificuldades, enquanto os que não se adaptaram teriam se extinguido, em decorrência das desvantagens existentes nos confrontos com os competidores mais vigorosos.
Em 1822, alem de fazer a ciência dá um passo à frente, ao estender o conceito de seleção natural aos animais e as plantas, Herbert afirmou que, De cada gênero, teria sido criado uma espécie dotada originalmente de grande maleabilidade quanto às adaptações, e que as adaptações teriam sido produzidas em decorrência tanto de cruzamentos como de variações, incluindo-se neste processo, todas as espécies existentes.
Em 1826, Grant, afirmou que, As espécies atuais descenderiam de outras; e que elas teriam se aperfeiçoado à medida que foram sofrendo modificações.
Em 1833, o poeta Afred Lord Tennyson, afirmou que, “A natureza é vermelha nos dentes e nas garras”.
Em 1835, Nicholas Lawson, governador de Galápagos, (que em espanhol arcaico, significa tartaruga), aguça a insaciável curiosidade de Darwin, ao lhe relatar que, Através das diferenças existentes entre as diversas Tartarugas ou Tentilhões, que costumavam visita-lo, seria possível descobrir de qual das lhas o animal teria vindo.
Em 1836, VON BUCH, reforça os conceitos da evolução, ao expressar sua crença de que, Através de cruzamentos, as variedades antigas, foram pouco a pouco se transformando nas espécies existentes.
Mas se equivoca ao acreditar que as espécies atuais, teriam perdido a capacidade de se entrecruzar.
Em 1837, Darwin (que já se convencera de que a evolução ocorria, porém não descobrira como o processo evolutivo agia), chegou a acreditar nas explicações de Lamarck, mas logo percebeu que a “Teoria do Hábito” estaria errada.
Como na época se desconhecia as mutações, foi impossível entender que os indivíduos de uma espécie podem formar outras diferentes ou mais adequadas ao meio ambiente onde vivem; até porque, embora Darwin tenha valorizado as batalhas que cada indivíduo travaria com seus concorrentes e o meio ambiente em que vive, ele não menciona que, a longo prazo, o mais importante seriam as lutas travadas por cada espécie.
Em 1838, observando que nascem mais seres do que os que sobrevivem. Vendo que as plantas e os animais morriam aos montes. Lendo os ensaios de Malthus. E tendo entendido que, ocorre uma “Luta pela vida” entre os indivíduos, já que só os mais aptos, conseguiriam se multiplicar. Darwin começou a formar sua Teoria da evolução; e questionar se a morte dos inaptos, seria parte do mecanismo que sustentaria a vida?
Em 1848, é achado numa gruta de Gibraltar, um antiquíssimo crânio do “Homem de Neandertal”.
Em 1849, o anatomista Richard Owen- 1804-1892, que criou o termo Dinossauro, (lagarto em grego, para designar os primeiros fósseis desses gigantes pré históricos, encontrado nas Ilhas britânicas), mesmo não conhecendo as causas, defende a mutação e propõem a evolução das espécies, pois Owen entendeu que o arquétipo dos seres atuais, teria se diluído através da enorme diversidade de modificações, iniciadas nos tempos anteriores a existência das espécies atuais. Para Owen todas as Leis naturais e causas secundárias estariam submetidas a tal fenômeno.
Em 1852, Naudin, que já acreditava na “seleção natural”, mas não tinha noção de como a mesma acontece, defende que, as espécies antigas eram mais suscetíveis de modificações do que as atuais.
A argumentação de Naudin, se baseava no que ele chamava de “Princípio de finalidade”, definindo-o, como sendo um poder indeterminado, misterioso para uns e fatalidade para outros, e que este super poder, entrosaria cada um dos seres ao meio ambiente, adaptando-o à função que deveria desempenhar na organização geral da natureza.
Em 1858, o naturalista britânico Alfred Rusiel Wallace, 1823- 1913, (desconhecendo que Darwin trabalhava na Teoria da evolução a cerca de 20 anos), ao lhe pedir conselhos sobre a seleção natural, incentiva Darwin publicar um trabalho conjunto com o mesmo.
Em 1859, Karternst Von Baer, 1792-1876, que já acreditava, nas “Leis da distribuição geográficas”, prega que as várias formas de vida existentes teriam se originado de um único ancestral comum.
Em 1859, o geólogo inglês Sir Charles Lyell, 1797-1875, um amigo de infância de Darwin, que fora o primeiro a fazer afirmações sobre a idade das pedras metamórficas, e que em 1837, já publicara o folheto “Elementos de geologia”, atacou e liquidou a Teoria Catastrofista.
Lyell ao declarar que, as mudanças geológicas seriam lentas, graduais, gastavam milhões de anos para acontecer e que não aconteceriam catástrofe inexplicáveis como as do “Dilúvio cristão”, teria incentivado Darwin publicar o seu bombástico livro, “A origem das espécies através da seleção natural”, onde é levantado a hipótese de que a seleção natural, seria o principal fator que determinaria a adaptação e a evolução das espécies.
Como a função da Arqueologia seria documentar e dar uma visão do antigo, em 1905, John Strut, desenterrando o passado, descobre rochas que têm bilhões de anos, e acha vestígios das antigas atividades humanas.
Fatos estes, que comprovam a tese levantada por Leonardo da Vinci, de que, “Os fôsseis seriam vestígios de seres que viviam quando as rochas onde eles são encontrados, eram apenas sedimentos”.
Domingo, Junho 29, 2008
Cronograma das doutrinas anexadas ao cristianismo

Já que a Bíblia atual foi escrita por inúmeros autores.
E é o resumo de uma embromação que levou milhares de anos para ser engendrado.
Pois os seus cerca de 03 milhões de letras, são versões fantasiosas onde se contam histórias de si mesmo para si próprio.
E para provar que os raciocínios bíblicos omitem a verdade.
Mascaram suas deficiências com explicações repetitivas e fantasiosas que não se sustentam.
Que foram divididas em 1.189 capítulos.
Que por sua vez, foi subdividido em 31,278 versículos.
Apresentamos em anexo as datas de algumas doutrinas que influenciaram os crentes:
Entre 2000 a.C. e 1200 a.C. o Deus da vida “El” foi transformado em Javé o Deus libertador
Por volta de 1800 a.C. Abraão teria recebido um sinal de Deus para abandonar o politeísmo e viver em Canaã (atual Palestina).
Por volta de 1250 a.C., Moisés teria recebido os supostos “Dez Mandamentos”.
Em 598 a.C., Nabucodonosor II, transformou os judeus em escravos da Babilônia.
Entre 600 e 400 a.C.foi composto o “Livro de Jô”. E o hebraico deixou de ser falado.
Entre 587 e 538 a.C. houve a transposição da Versão Jeovística da Bíblia para a versão Sacerdotal, e a lenda de Lilith passou a se vista como uma supertição.
Em 590 a.C. Isaías teria previsto o nascimento do “Messias” filho de Javé.
Em 400 a.C. ficou “pronta” a primeira versão do Gênesis.
Em 332 a.C. Alexandre o Grande, conquista a Palestina e impõem a cultura grega aos judeus.
Em 277 a.C. o Rei Ptolomeu II, patrocinou a tradução da Tora para o grego, que passou a se chamar Septuaginta. E foi excluído vários textos bíblicos. Inclusive o que relatava a lenda de Lilith.
Em torno de 200 a.C. os hebreus criaram uma poderosa força maligna oposta ao Deus Bom.
Em 197 a.C. tendo a Judéia se tornado uma província do Império Selêucida. E para que os judeus se tornassem numerosos; foi fabricada a lenda do "Crescei e multiplicai-vos”.
Em 167 a.C., a religião judaica é oficialmente proibida pelo Império Selêucida.
Em 63 a.C., Jerusalém é conquistado. E a Judéia torna-se uma província romana.
Em 06 a.C. Quirino teria realizado o Censo mencionado por Mateus.
Em 04 a.C. morreu Herodes, antes da data atribuída ao nascimento de Jesus.
Em 02 a.C. a crença na “Ressurreição dos mortos” firmou-se entre os orientais.
No Século 02 a.C. os Sacerdotes judaicos, adotaram a versão de que a Terra seria o centro do Universo.
No ano 01, segundo o cristianismo, Jesus teria nascido.
Entre o ano 01 e 02 d.C., segundo a Bíblia cristã, teria acontecido a surrealista “Matança dos inocentes”.
Em 30 d.C., o “Espírito Santo” teria descido sobre os apóstolos, que reagem falando línguas.
E em vez de Jesus batizar o mortal João... É o humano João quem teria batizado o suposto homem sem pecado.
Em 33 d.C. o “Sinal da Cruz” feito no ar, teria sido inventado. E Jesus teria morrido crucificado.
Em 50, terminou a obrigação dos convertidos precisarem ser circuncidados.
Em 70, mais uma vez o Templo de Jeová é profanado, saqueado e arrasado.
Em torno de 80, alguém escreveu o que passou a ser o Evangelho de Mateus.
Em 136, a bucólica cidade de Nazaré teve que ser inventada, para justificar a lenda de Jesus.
Em 188, a Tora oral virou a Tora escrita.
Em 310, foi instituída a "Reza pêlos mortos”.
Em 311, o Imperador Constantino fingiu se converter ao cristianismo.
Em 312, depois de uma guerra civil, Constantino toma o poder. E através do "ÉDITO DE MILÃO", terminou com as perseguições aos cristãos.
Em 313, o cristianismo foi transformado na religião oficial do Império romano.
E os cristãos passaram a celebrar seus cultos abertamente.
Em 313, Constantino disse ter visto a Cruz no Céu e utilizou a Cruz como lábaro militar...
Em 319, o cristianismo incorporou vários ritos e costumes pagãos.
E virou moda persegui os hereges.
Em 320, as Velas de cera começaram a ser usada na liturgia da missa.
Em 325, o nome "Jesus Cristo" passou a ser adotado na sua forma atual. Foram destruídos cerca de 350 Evangelhos antigos. E foram compostos os 04 Evangelhos atuais.
No Século IV, São Jerônimo excluiu os textos apócrifos. E redigiu a primeira Bíblia em Latim.
Em 326, a “Fuga do Egito” deixou de ser comemorada, no lugar da “fuga” passou-se a festejar a Última ceia... E a festa passou a ser chamada de Páscoa.
Em 335, Constantino determinou que a “Igreja do Santo Sepulcro” é o local onde o corpo de Jesus teria sido sepultado.
Em 321, Constantino ordenou que, “O dia do repouso” passe de Sabado para Domingo.
Em 346, o Concílio de Laodicéia adotou o Domingo como sendo o “Dia do Senhor”.
Em 370, O Altar passa a fazer parte da Missa.
Os 03 Réis Árabes ganharam nomes e foram rotulados de “Réis magos”.
Em 380, o cristianismo se tornou à religião oficial do império romano.
Em 381, o Papa São Damaso decretou o dogma da “Santíssima trindade”.
Em 382 d.C. por ordem do Papa São Jerônimo, foi produzido a “Vulgata”.
Em 383, o cristianismo tornou-se uma religião obrigatória, onde o martírio era prova de conversão.
Em 385, O Talmud Yrushalim começou se escrito por Rabí Ashí
Em 386, João Crisóstomo instituíu o Natal.
Em 389, Teófilo, hoje Santo Teófilo, que tinha o apoio do Imperador Teodósio, é nomeado “Patriarca de Alexandria” e inicia uma violenta campanha de destruição de todos os Templos e Santuários não-cristãos.
Deve-se a Teófilo a destruição, em Alexandria, dos “Templos de Mitríade” e de Dionísio.
Em 391, a loucura destrutiva de Teófilo culmina com a destruição do Templo e da Biblioteca de Serapis.
Sendo que as pedras e os ardonos dos Santuários destruídos foram usados para edificar Igrejas para a nova e única religião permitida, no caso em tela, a religião cristã.
E ficou proibido a existencia de Templos pagães, em toda a bacia do Mediterrâneo.
Em 394, o culto a Jesus foi substituído pela Missa.
No Século IV, os cristãos tiveram de inventar a cidade de Nazaré, nos mapas da Palestina.
Em 400, a “Virgem Maria” foi proclamada a “Mãe Imaculada de Deus”. O Paulino de Nola ordenou que se reze pelos defuntos. E Paulino de Nola ensinou o “Sinal da Cruz” feito no ar.
Em 415, tendo se tornada maioria, os cristãos passaram de perseguidos a perseguidores.
E uma multidão de cristãos, incitados pelos monges, assasinaram Hepatia, a belíssima, brilhante e carismática professora de matemática, filha de Theon de Alexandria.
O assasinato de Hepatia fez o Ocidente mergulhar no obscurantismo, do qual só saiu mais de um milênio depois, já que numerosos pesquisadores e filósofos trocaram Alexandria pela Índia ou pela Pérsia, e Alexandria deixou de ser o grande centro de ensino das ciências do Mundo Antigo.
Em 416, o Batismo infantil tornou-se obrigatório.
Em 431, durante o Concílio de Éfeso, foi decretada a maternidade divina de Maria.
E a “Cruz de Copta” virou a “Cruz de Tropos”.
Em 431, o monofisismo afirmou que a natureza humana de Jesus foi absolvida pela divina.
No século IV a “Quarta feira de Cinza” tornou-se “O dia penitencial”, em que manifestamos nosso desejo pessoal de CONVERSÃO a Deus.
Em 440, foi sugerido que o Natal fosse comemorado em dezembro.
Em 480, o Talmud babilônico foi criado, ao se juntar o Guemará com a Tora escrita.
Em 500, já que o povo era iletrado... A Arte passou a funcionar como narrativa bíblica.
E os Sacerdotes começam a se vestir de forma distinta da dos leigos.
Em 503, foi inventado o “Purgatório”.
Entre os Séculos IV e VI, os padres bizantinos escolheram o local onde seria o Monte Sinai.
A Igreja aproveitou o desaparecimento das grandes bibliotecas e a ausência da atividade editorial, para monopólisar a escrita e a informação.
O povo é propositadamente deixado na ignorância.
A leitura da Bíblia é desencorajada.
E pouco a pouco, a Igreja impõe o seu domínio sobre a sociedade.
Em 525, a data do nascimento de Jesus foi transformada no marco do calendário atual.
E aderiu-se à orientação de se comemorar o Natal em 25 de dezembro.
Em 527, o imperador Justiniano mudou a sede do império para Roma.
Em 533, foi proposto “A virgindade perpetua de Maria”.
Em 590, o Purgatório foi inventado. E Gregório, “O Grande”, torna-se o primeiro monge a virar Papa.
No século 06 d.C. foi fabricado o Cristo pantocrator do Sinai, (no Egito e no Mosteiro de Santa Catarina), um ícone, onde Jesus é representado como sendo: alto, com olhos azuis, de cabelos longos, lisos e castanho e da raça branca...
Em 601, os “Sete pecados capitais” são enumerados e agrupados pelo Papa Gregório.
Em 607, depois do 2º Concílio de Constantinopla, o imperador Phocas dá ao Bispo de Roma o direito de primazia universal sobre a cristandade.
Em 609, Bonifácio IV, determinou o culto à “Virgem Maria” e a invocação dos Anjos e dos Santos.
Entre 640, o Concílio regional do Latrão propôs que, a “Virgem Maria” concebeu Jesus sem sêmen, por intermédio do “Espírito Santo”. Que a “Virgem Maria” deu à luz sem corrupção. E que a “Virgem Maria” permaneceu virgem até a sua assução...
Em 649, o Concílio Lateranense proclamou a “Virgindade Perpetua” da Maria mãe de Jesus.
Em 670, por ordem do Papa Vitélio, a Missa passou a ser celebrada em latim.
Em 680, a Cruz deixou de ser o símbolo da morte para virar a logomarca do cristianismo.
Em 723, o califa Jesid proibiu a representação plástica da imagem de Deus e a dos Santos.
Em 731, o “Anno Domini” virou a expressão a.C. “Antes de Cristo”.
Em 758, as ordens religiosas do Oriente criaram a confissão auricular.
Foi oficializado o culto a Cruz, às Imagens e as Relíquias de Santos.
E Adriano I decretou que, sejam condenados os que combatem o culto às Imagens.
Em 795, o papa Leão III decretou que, o incenso faz parte do cerimonial da Igreja.
Em 800, o papa Bonifácio IV, transformou o Halloween no dia de todos os Santos.
E proibiu que as figuras humanas fossem representadas.
Em 803, o Concílio de Mogúncia inventou a festa da Assunção da Virgem Maria.
Em 818, Pascácio Radberto, inventou a doutrina da Transubstanciação.
Em 830, teve inicio o costume de se usar "Água benta” e “Ramos bentos”.
Em 856, o papa João VIII, instituiu a Quaresma. O papa João VIII foi uma papisa, que em 858 deu a luz durante a “Procissão das Súplicas”, destinada a fazer chover.
Em 884, o Papa Adriano III aconselhou a canonização dos Santos.
Em 933, foi instituída a "canonização dos Santos”.
Em 998, foi criado o “Dia de Finados” e o Jejum durante a Quaresma
Em 1000, foi inventada a Peregrinação. A Confissão auricular torna-se uma prática confessional.
A Missa passou a designar-se o Sacrifício. Os ministros da Igreja inventaram o "Eu te absolvo".
E foi estabelecido que, o fim do mundo aconteceria no ano de 1033.
Em 1003, o Papa João XIV inventou, “O dia em que se reza pelas Almas dos fiéis defuntos”·
Em 1033, não aconteceu o fim do mundo. E à profecia de São João não se confirmou.
Em 1054, a Igreja Ortodoxa de Constantinopla se separou da Igreja de Roma.
Em 1059, por Nicolau I criou o Conclave, “Colégio de cardeais”, .
Em 1074, o Papa Gregório VII decretou a obrigatoriedade do celibato sacerdotal.
Em 1076, a infalibilidade do Papa foi declarada.
Em 1088, foi criada a Bíblia Hebraica Padrão, baseada em alguns textos massoréticos.
Em 1090, o Pedro, o Ermitão, inventou o “Rosário”.
Em 1095, Urbano II criou as Indulgências. E começou os apelo para realizar as Cruzadas.
Em 1125, surgiu a idéia da “Imaculada concepção da Maria”.
Em 1164, foram enumerados “Os sete sacramentos” da Santa Madre Igreja, por Pedro Lombardo.
Em 1184, foi criada a Inquisição.
Em 1190, teve inicio a venda do “Perdão”, das “Indulgências” e a remissão dos Pecados.
Em 1200, a Hóstia passou a substituir a “Ceia do Senhor” nas cerimônias religio$a. E foi proclamado que o Papa é o representante daquele a quem pertence à Terra e os que nela habitam.
Em 1215, o Papa Inocêncio III, instituiu a Missa e a Transubstanciação.
Em 1216, teve inicio a "Confissão auricular" (confissão de pecados aos padres). E durante o Concílio de Latrão, a abstinência sexual dos padres tornou-se obrigatória.
Em 1223, São Francisco de Assis montou o primeiro “Presépio”.
Em 1227, por ordem de Gregório IX, a campainha passou a fazer parte da Missa.
Em 1229, ficou proibido a leitura da Bíblia e de vários livros, pelos não autorizados. E o Concílio de Toulouse estabeleceu a Inquisição. Que foi confirmada por Gregório IX, em 1232.
Em 1264, o Papa Urbano IV, instituiu a “Festa de Corpus Christi”.
Em 1300, foi decretado que, para a “salvação” é necessário a submissão ao Pontífice romano.
Em 1304, o afresco “Estrela de Belém” foi criado pelo pintor florentino, Giotto di Bondone.
Em 1306, a proibição de só se poder retratar os Santos e os Anjos,desabou.
Em 1311, teve inicio a primeira Procissão do Santíssimo Sacramento.
Em 1317, João XXII, a oração da “Ave-Maria” começou ser ensinada aos fieis do cristianismo.
Em 1360, a “Hóstia sagrada” começou a ser levada durante as Procissões.
Em 1414, o Concílio de Constança determinou que o Vinho seria retirado do cerimonial da Missa.
E que somente a Hóstia passaria a ser servida aos fiéis.
Em 1440, o Concílio de Florença decidiu que o matrimônio cristão é indissolúvel e o sétimo Sacramento.
Em 1452, foi publicada a primeira Bíblia impressa, pelo alemão Johann Gutenberg.
Em 1484, foram autorizados os Processos contra bruxas.
No século XIV, os Cruzados inventaram a “Via-Sacra”, que até hoje é visitada pelos turistas.
Em 1517, Lutero rebelou-se contra a venda de Indulgências e a remissão dos pecados.
Em 1522, Lutero traduziu o “Novo Testamento” e publicou a primeira Bíblia em alemão.
Em 1540, o saber tornou-se uma propriedade esclusiva de Deus. E que só Deus poderia divulgar
Em 1543, Copérnico contestou a versão de que, “O Sol gira em torno da Terra”.
Em 1545, diversos “livros apócrifos” foram anexados as “Sagradas Escrituras”.
Em 1546, foi decretado “Que sejam considerados condenados os que não crêem na Bíblia”.
Em 1551, o trigo e o vinho da Hóstia, foram rotulados como sendo o Sangue e a Carne de Jesus.
Em 1560, foram listadas “As 07 Virtudes Capitais”, para se opor aos “07 Pecados Capitais”.
Em 1563, o Concílio de Trento definiu que, a tradição é tão valiosa como a própria Palavra de Deus.
E alguns livros apócrifos foram aceitos como canônicos.
Em 1572, na NOITE DE S.BARTOLOMEU, setenta mil protestantes foram mortos ou martirizados.
Em 17 de fevereiro de 1600, o Padre Giordano Bruno foi queimado vivo na fogueira, por continuar afirmando que haveria vida em outros planetas.
Em 1609, Galileu é preso e ameaçado, por afirmar que a Terra gira ao redor do Sol.
Em 1611, foi publicado a Bíblia do Rei Jaime.
Em 1633, são Roberto Belarmino adaptou o Catecismo aos costumes da época.
Em 1654, o Bispo Anglicano James Usher, estudando as cronologias bíblicas, concluiu que “Deus criou o mundo em outubro de 4004 a.C”. E que o Apocalipse aconteceria em 1996 no mesmo Dia e Horário. Usher errou feio, mas foi ele quem alastrou a expressão a.C. "Antes de Cristo", que usamos.
Em 1784, o Racionalismo ajudou demolir as Legislações contra as bruxas.
Só no Século XVIII, a Bíblia portuguesa ficou pronta.
No Século 18, inicio-se o culto a Nossa Senhora da Aparecida.
Em 1826, o Papa Leão 12 decretou que, São Pedro é o Padroeiro do Brasil.
Em 1854, foi inventado o dogma da “Imaculada Concepção”.
Em 1855, as velas de ceras começaram a ser substituídas por velas de parafinas.
Em 1870, foi inventada a infalibilidade do Papa, em questões de fé e moral.
Em 1881, foi publicado a Bíblia da Igreja Anglicana.
Em 1888, graças a “Lei Áurea”, os pretos passaram a poder entrar nas Igrejas dos brancos.
Após o Século 19, apesar do conhecimento histórico e arqueológico sobre Jesus ser falso e nulo, o marianismo se intensificou.
Em 1901, foi publicada a versão Padrão Americana da Bíblia.
Em 1908, o “Tribunal da Santa Inquisição” passou a ser chamado de “Congregação para a Doutrina da Fé”.
Em 1931, foi decretado que a “Nossa Senhora Aparecida” é a padroeira do Brasil.
Em 1945, São Carlos aboliu o Jejum eucarístico.
Em 1950, Pio XII, proclamou que a “Virgem Maria” subiu ao Céu em corpo e Alma.
Em 1952, a versão padrão americana da Bíblia, foi revisada e atualizada.
Em 1960, foi extinta a discriminação de orar pelos “pérfidos judeus”, nas “Sextas-feiras Santas”.
Em 1961, os “Manuscritos do Mar morto”, provaram que Jesus não foi alguém importante.
Entre 1962-1965, durante o Concílio Vaticano II, o Papa Paulo VI, determinou que a Missa "oficial" Passasse a ser celebrada no idioma de cada comunidade, e não mais em latim. E determinou que, ao celebrar a Missa, o sacerdote evitasse ficar de costas para os fiéis...
Em 1963, a Igreja católica deixou de cultuar São Jorge.
Em 1965, a Missa deixou de ser celebrada em latim. E o Concílio Vaticano II, publicou um documento onde os acontecimentos da Paixão não poderiam, mas ser imputado a todos os judeus e nem aos judeus de hoje.
Em 1983, a Igreja reconheceu que “a Terra gira ao redor do Sol”.
Em 1989 foi abolida a necessidade de se Comungar em jejum.
Em 1992, João Paulo II reabilitou Galileu e afirmou que a teoria de galileu era justa.
Em 1993, saiu uma versão nova da Bíblia, que já não têm diversos absurdos.
Em 1995, o Papa voltou a condenar o uso de preservativos, apesar das DST.
Em 1999, os católicos e os luteranos tentaram se reconciliar. E Mark Miravalles pediu que o Papa proclamasse a “Virgem Maria” a quarta pessoa da trindade cristã e a declarasse co-redentora.
Em 2000, Jesus não retornou. O mundo não acabou. E o Demônio não foi solto.
Em 2002, foi concluída a tradução dos 813 “manuscritos do Mar Morto”. Sem que se tenha achado alguma prova ou mesmo algum relato referente à lenda de Moisés; a suposta existência de Jesus ou a lendária Ressurreição de Jesus.
Domingo, Junho 08, 2008
GALILEU questionou a Eucaristia?


Galileu simboliza a sabedoria cientifica, perseguida pelo fanatismo, o obscurantismo e a intolerância para com os cientistas.
Pois Galileu é o exemplo clássico do mártir que por ameaçar os interesses da Igreja, foi impedido de divulgar seus conhecimentos.
Mas que mesmo assim, teve coragem de se opor à fantasiosa infalibilidade dos dogmas.
Embora Galileu tenha descoberto que, Júpiter tem satélites que giram ao seu redor.
Tenha contestado que, a Terra é imóvel.
Tenha provado que, a Terra não é o centro do Universo.
Tenha mostrado que, os astros não estão confinados dentro de alguma esfera de cristal, que se encontraria a uma distancia fixa da Terra... Mas sim, povoam toda a vastidão do espaço.
Tenha ridicularizado a versão de que, os corpos celestes foram criados para o deleite dos humanos.
Tenha mostrado que, a Lua não é lisa e não tem luz própria.
E em 1628, com a ajuda dos eclipses, através do livro “Diálogo”, tenha defendido a teoria do polonês Nicolau Copérnico, que em 1543, após vários cálculos e observações, publicara o polemico livro “A Evolução das Esferas Celestes”, propondo que, o Sol é que é imóvel e não a Terra...
E alegado que, o Sol é que é o centro do nosso Sistema Solar...
O historiador italiano Pietro Redonti, com base em um documento existente no “Santo Ofício de Roma, remontou a história do julgamento de Galileu, ocorrido no século XVII, e provou que, o Galileu não foi condenado pelo atrevimento de defender abertamente a teoria onde o Nicolau Copérnico afirma que, é a Terra que gira em torno do Sol...
Um fato que na época era difícil de ser provado.
E que estava fora do alcance das massas.
Mas sim, por ter publicado diversos textos em italiano, a língua do povo, e não em latim, a língua destinada aos sábios.
O que tornou seus ensinamentos acessíveis a todos e uma ameaça à autoridade de Roma.
E principalmente por Galileu defender a idéia de John Wiclef (1324-1384), que negava a alquimia da Transubstanciação.
Apesar de João Huss já ter sido assassinado na fogueira, (em nome de Jesus), por defender que a Hóstia não substitui a Ceia do Senhor...
Galileu tendo compreendido que os átomos são imutáveis.
Negou o dogma da Eucaristia, onde o Pão e o Vinho, supostamente se transformariam no Corpo e no Sangue de Jesus.
E teve a coragem e a ousadia de contestar a versão de que, a Eucaristia (inventada em 831 e tornada dogma em 1215), possa transformar a Hóstia (um simples pão sem fermento), na carne e no sangue de Jesus.
Para provar que a Igreja Católica foi covarde, intolerante, fanática, não respeitou as opiniões contrarias.
E forçou Galileu negar suas convicções, apresentamos em anexo um trecho da “Confissão” que Galileu em 1633, foi coagido escrever, (sob ameaças de terríveis castigos), por ter tido a coragem e o atrevimento de revelar suas descobertas, assim como, ter tido a convicção de que a Terra gira em torno do Sol.
Eu, Galileu Galilei, tendo sido trazido pessoalmente ao julgamento e ajoelhando-me diante de vós, eminentíssimo e reverendíssimo Cardeais, inquisidores gerais da comunidade cristã universal contra a depravação herética; juro que sempre acreditei em cada artigo que a sagrada Igreja Católica, Apostólica de Roma, sustenta, ensina e prega.
E porque esse Sagrado Ofício ordenou-me que abandonasse completamente a falsa opinião, a qual sustenta que o Sol é o centro do mundo e imóvel, e proíbe abraçar, defender ou ensinar de qualquer modo a dita falsa doutrina. Com sinceridade abjuro, maldigo e detesto os ditos erros de heresia.
A fantasiosa transubstanciação

A palavra "Eucaristia" que significa “Ação de graças”, e que geralmente se associa com a “Transubstanciação”, é um dos sete sacramentos da Igreja católica, no qual, segundo a crença cristã, Jesus se acharia presente, com seu corpo, sangue, Alma e divindade, sob a aparência do pão e do vinho.
Pela teologia católica, a transubstanciação seria a alteração de substâncias, durante a Eucaristia e após a consagração dos elementos pão e vinho; onde o padre recita as palavras ditas por Jesus, “Isto é o meu corpo” e “isto é o meu sangue”; pois “inexplicável” e milagrosamente, o pão se transformaria na Carne de Jesus e o vinho no seu sangue...
Mas embora a “Ceia do Senhor” tenha sido celebrada na sua forma original por mais de 1000 anos.
Em 1200, a Igreja católica (por conta própria e sem qualquer justificativa), substituiu a cerimônia do pão e a do vinho, pela da suposta “Hóstia sagrada”.
A deturpação em questão foi oficializada em 1215, durante o Concílio de Latrão em Roma, quando o Papa Inocêncio III, interpretando (como lhe seria mais agradável), as palavras figuradas de Jesus "Isto é meu corpo e isto é meu sangue”! Criou o dogma da transubstanciação.
Em 1415, no Concílio de Constança, o Papa João XXIII retirou o vinho das celebrações da Eucaristia, onde se fazia à cerimônia do sacrifício do corpo e do sangue de Jesus e as Igrejas passaram a servir aos fiéis somente as Hóstias.
Em 1551, apesar de ter sido preciso florear as explicações para explicar o por que do sacerdote dar apenas o pão ao fiel, o que é uma clara desobediência ao mandamento do mestre, pois Jesus foi taxativo ao dizer “BEBEI DELE TODOS “.
A ordem em questão não pode, mas ser cumprida pelos católicos.
O Concílio de Trento tendo aprovado o dogma da transubstanciação, tornou a Ceia do Senhor um ato obsoleto e quase esquecido.
Pois a partir desse Concílio, qualquer sacerdote católico, através da Eucaristia e num passe de mágica, passou a transformar o trigo e a água existente na Hóstia: na carne, no sangue, na Alma e na suposta divindade de Jesus; com a imensa vantagem de tudo caber dentro de um minúsculo recipiente.
Já que Jesus foi explícito ao dizer que: quem não bebe o seu sangue não tem parte com ele e não terá a vida eterna...
Explique por que os católicos desprezam essa grande advertência?
E correm o risco de não conseguir a “Vida eterna”.
A “Hóstia consagrada” seria a carne de Jesus?

Para embromar que a Hóstia consagrada seria o “corpo de Jesus”, a Igreja católica inventou a lenda de que. Por volta dos anos 700, na cidade italiana de Lanciano, viveram no Mosteiro de são Legoziano os monges de São Basílio.
E entre eles, um cuja fé parecia vacilante.
E que era perseguido pela dúvida de que a Hóstia consagrada fosse o corpo de Jesus e o vinho, o seu sangue...
Certa manhã, no que passou a ser conhecido como o “Milagre de Lanciano”.
O monge que celebrava a Santa Missa em rito Latino, (mesmo estando atormentado pela dúvida), após proferir as palavras da consagração, viu incrédulo, a Hóstia converter-se em carne e o vinho em sangue...
Para dar crédito à farsa do “Milagre de Lanciano”.
Primeiro a Igreja tentou criar uma confusão, alegando que o “milagre da Hóstia consagrada” não realizou-se cidade italiana de Lanciano, mas sim, num lugarejo chamado Cebreiro, que fica no “caminho de Santiago”.
Depois afirmou que a “relíquia” do milagre ainda estaria guardada na pequena capela lá existente, pois a relíquia seria um tesouro maior do que toda a riqueza do Vaticano.
E no dia 4 de março de 1971, a Igreja insistiu na versão de que, em novembro de 1970, a pedido dos frades menores conventuais, teria sido mandado fazer uma análise científica na Hóstia consagrada.
E que após meses de trabalhos, as análises da Hóstia consagrada, teriam revelado ao mundo os seguintes e “impressionantes resultados sobre a presença de Jesus na Eucaristia”.
Para espanto geral, e para o benefício de toda a humanidade, a Hóstia consagrada teria se transformado na carne. E o vinho consagrado se transformado no sangue de Jesus.
Todas as células e glóbulos do “sangue de Jesus” existente na Hóstia estavam vivos.
Além disso, tanto a carne como o sangue de Jesus, continuam frescos e incorruptos, como se eles tivessem sido recolhidos no presente momento, apesar de todos os séculos já transcorridos.
O sangue de Jesus existente na Hóstia consagrada encontra-se coagulado externamente em cinco partes; mas internamente o sangue continua líquido.
As porções coaguladas de sangue existente na Hóstia consagrada; têm tamanhos diferentes, mas todas possuem exatamente o mesmo peso, não importando se pesadas juntas, combinadas ou separadas.
O sangue existente na Hóstia consagrada é do grupo sanguíneo AB, raro na população do mundo, mas característico de 95% dos judeus.
A carne existente na Hóstia consagrada, onde foram feitos as pesquisas, pertence ao miocárdio, que se encontra no coração, e o coração é o símbolo do amor!
Além da carne e o sangue da Hóstia consagrada, serem do mesmo tipo sangüíneo (AB) e pertencem à espécie humana. Por coincidência, ambos são do mesmo tipo de sangue que foi encontrado no suposto Santo Sudário de Turim.
Se os átomos são imutáveis, como a Hóstia se transubstanciaria?
Além de ser um absurdo e uma heresia, que um simples Padre católico possa perdoar os “Pecados” dos que comungam. E permita que a Hóstia seja adorada.
O absurdo em questão não tem nenhum fundamento cientifico ou mesmo bíblico.
Pois o fato de Galileu ter esclarecido que os átomos são imutáveis.
Prova que a Eucaristia com Hóstia, (adotada pela Igreja católica), seria uma aberração, onde se ministra ao crente, apenas o pão.
Mas embora a "Eucaristia" seja aceita por bilhões de pessoas.
É seja de vital importância para a dogmática do catolicismo.
A “Hóstia sagrada”, que teve origem no paganismo, foi plagiada pela Igreja romana e entrou para a doutrina da Igreja brasileira. Não passaria de uma cópia da antiga festa pagã, onde a deusa Ceres era adorada como sendo a “descobridora do trigo”.
Se não bastasse que a Hóstia atual seja redonda e fabricada com trigo, na festa de Corpus Christi ainda é costume que o “Santíssimo Sacramento” seja levado às ruas em procissão, dentro de uma Patena de ouro, onde se representa o Sol.
Além de ser impossível conciliar a crença religiosa com a verdade e o saber cientifico.
Pois as religiões não acompanham o que vem ocorrendo no mundo e permanecem afastadas do progresso.
Para mostrar que a doutrina da Eucaristia transformou Jesus num simples biscoito feito de trigo, lembramos que a HÓSTIA tem o formato arredondado do Sol.
Que o Ostensório tem um desenho com raios solares.
E que a deusa Ceres era apresentada com uma espiga de trigo nas mãos.
Tendo o seu filho, o Deus Sol, se encarnado no trigo.
Segunda-feira, Junho 02, 2008
Provas de que, foi à mulher que nasceu primeiro!

A lengalenga onde o Deus dos hebreus dos hebreus teria retirado uma costela do Adão, e com a mesma produziu Eva, a primeira mulher.
A única mulher sem umbigo e a única mulher que já teria nascido adulto...
Não passa de uma tolice e uma inversão do ato de dar a vida.
Pois além de já ter existido vários outros hominídeos...
E o homem atual já ter tido inúmeros antepassados quaternários.
Através do estudo do Cromossomo X, ficou provado que não foi à mulher que emergiu do homem...
Mas sim, o homem que nasceu cerca de 140 mil anos depois da primeira Eva mitocôndrial.

Que no exemplo em tela era um hermafrodita.
Pois no principio não havia diferenças entre o feminino e o masculino...
E ao receber os genes alheios, a Célula fazia o papel de fêmea e ao penetrar em outra para injetar o seu material genético, ela fazia o papel de macho.
O homem atual só surgiu bem depois que a fêmea passou a guardar os ovos dentro do próprio corpo, para que eles não ficassem a mercê dos predadores e das alterações ambientes.
O fato dos homens ainda possuírem 02 mamilos que não têm utilidade.
É mais uma prova de que o homem começa como feminino.
Pois os genes do sexo só se especializaram com o tempo e as Evoluções por que passaram.
Até hoje, (quando blastócito ou embrião), o homem começa como feminino, passar para masculino e sair de dentro da mulher. Pois quem tem a função de disparar o mecanismo de ativação da diferenciação masculina do embriaão é o gene SRY, que é um pedaço do cromossomo Y.
Estima-se que no período em que houve a diferenciação do sexo, o gene Y tinha cerca de 1000 genes, e hoje são somente 80.
Eu lembro que até a sétima semana de após a fertilização, o embrião humano não tem definição de sexo, uma vez que, só após há serima semana, é que o gene SRY começa a se e´pressar, produzindo uma proteina que entra em funcionamento e começa a criar as características do fenótipo masculino.
Pelo fato dos Cromossomos dos machos serem apenas 01 de cada tipo (as fêmeas tem 02 X), o Cromossomo Y não podendo consertar as informações perdidas ao longo da Evolução ou no intercâmbio direto de genes.
Usa o truque das informações Y se repetirem como num palíndromo.
Palíndromos são letras, palavras, números, expressões ou informações que se repetem de maneira espelhada ou que pode ser escritas ou lidas tanto da direita para a esquerda, com da esquerda para a direita, como por exemplo a palavra “Roma me tem amor”.
Em circunstâncias normais, o antígeno HY contido nos cromossomos masculinos provoca o aparecimento dos testículos.
E os testículos uma vez operacional, produze o hormônio testosterona, que vai maquinando a masculinizarão do embrião.
Assim como, determina muito dos comportamentos característicos do sexo masculino.
Todavia a testosterona produzida pelos testículos só consegue masculinizar o cérebro do embrião, se houver no mesmo algum “receptor” para o hormônio masculino.
E caso isso não aconteça ou aconteça de forma incompleta, o individuo até poderá ter uma
constituição física de homem, mas sempre se sentirá atraído por machos.
Segunda-feira, Maio 19, 2008
A farsa da “Estrela de Belém”

Podemos descartada a alegoria de que, os 03 magos que chegaram vindo do Oriente fossem Réis e tenham confundido Vênus com algum suposto sinal divino.
Pois embora Vênus seja um dos corpos celeste mais brilhante do Céu, os 03 magos que chegaram do Oriente, sendo competentes e experientes astrônomos, eles não iriam confundir Vênus com algum suposto sinal divino.
Também podemos excluir que a “Estrela de Belém” tenha sido uma conjunção do tipo Júpiter e Saturno, pelo fato de que a aproximação máxima entre os planetas sendo cerca de um grau (ou seja, o dobro do diâmetro aparente da Lua cheia), seria impossível que os reis magos tenham confundido uma simples conjunção astrológica, com uma “Estrela Cadente”.
Além disso, as conjunções duram poucas horas e não os dias e dias que a Bíblia descreve para a fantasiosa “Estrela de Belém”.
Embora na época de Jesus tenha sido comum chamar de “estrela cadente” os meteoritos, os cometas e os asteróides que incandescem ao atritarem-se com a atmosfera terrestre.
Como as rochas vindas do espaço sideral (que atritam com a atmosfera terrestre), gastam menos de 15 segundos para despencar, desaparece ou virar resíduo, é evidente que a famosa “Estrela de Belém” não poderia ter sido um Meteorito.
A “Estrela de Belém” também não poderia ter sido o Cometa Halley, pois além da passagem do Halley mais próxima do nascimento de Jesus ter ocorrido em 25 de agosto do ano 12 d.C., na constelação de Gêmeos, e exigir um erro enorme na data atribuída ao nascimento de Jesus.
Os Cometas não ficam dias e dias parados, apontando para alguma determinada cidade.
Além disso, o Cometa Halley jamais se voltaria para Belém, onde supostamente teria nascido o menino Jesus.
Como jamais ouve alguma “estrela cadente” que ficasse dias e dias apontando para Jerusalém.
Que seria a capital do antigo reino de Israel (convertido em província romana
sob o nome de Judéia), onde reinava Herodes o grande.
O relato sobre uma estrela que nasceu no Leste apareceu sobre Jerusalém e se virou para o Sul, na direção de Belém...
Fazendo com que o Rei Herodes ficasse tão alucinado, que teria decretado, que fossem mortos todos os primogênitos do sexo masculinos, com menos de 02 anos...
Não passa de mais uma lenda absurda.
Se traçarmos uma linha imaginária ligando as brilhantes estrelas dos TRÊS REIS com a super luminosa estrela SÍRIUS, da constelação do Cão Maior, a flecha em questão apontará para o Leste e para o local do nascimento do....... SOL!
Foi essa característica cosmologica que fez surgir a lenda onde se afirma que, Os três REIS MAGOS teriam seguido uma Estrela que indicou o local onde nasceu o Messias...
Sendo que, a Igreja mudou o nome das estrelas Os TRÊS REIS para "As Três Marias".
O fim da proibição de não se poder retratar Deus
Para provar que a “Estrela de Belém” não passa de uma farsa criada pela
imaginação de um artista místico, mentiroso, fanático e vaidoso.
Que tentou a todo custo simbolizar a suposta chegada de um mitológico Messias cristão.
Lembramos que até 1304, era um sacrilégio e uma idolatria, fazer imagens ou
esculturas que retratassem o que há em cima nos céus, o que há nas águas ou o
que há abaixo da terra...
Que o castigo para os rebeldes era muito severo.
Pois havia o pacto de não se adorar Ídolos.
E que os antigos acreditavam que as imagens roubavam a Alma dos retratados ou permitia que os retratados fossem vítimas de feitiços...
Todavia, através da pintura “Adoração dos magos”, o pintor florentino Giotto di
Bondone 1266- 1337, que foi o introdutor da Perspectiva na pintura, e cuja
característica principal do seu trabalho é a identificação da figura dos Santos com seres humanos de aparência comum...
Rompeu com o milenar tabu de só se poder representar os Santos e Anjos.
Pois foi o seu “sacrilégio” que fazendo história, sepultou para sempre a proibição medieval e o monopólio de não se poder retratar inúmeras coisas.
Inaugurou o Renascimento italiano.
E permitiu que outros artistas, como Leonardo da Vinci e Michelangelo, introduzissem o homem comum nos seus trabalhos.
O místico Giotto di Bondone
Para desmistificar a farsa da “Estrela de Belém”, lembramos que em 1304, o pintor Giotto di Bondone (1266-1337), após ver o cometa Halley.
Tendo ficado deslumbrado. Sendo místico.
Não sabendo que se tratava de um acontecimento cíclico (que se repete a cada 75 anos).
Achando que se tratava de alguma mensagem divina que deveria ser divulgada.
Estando obcecado pelo desejo de espalhar o cristianismo.
E por ter acreditado em Mateus.
Teria criado a bela e fantasiosa “Estrela Cadente” em seu afresco “Adoração dos Magos”, a fim de fazer parecer que o nascimento da criança retratada seria um esperado acontecimento divino.
Mas mesmo o florentino Giotto tendo pintado dezenas de quadros religiosos e aberto o caminho para que se fabricassem “santinhos”, medalhas, crucifixos e as
inúmeras imagens que até hoje são usadas pelos que acreditam em ídolos feitos pelo próprio homem.
Todos os relatos bíblicos sobre a suposta Estrela de Belém são absurdos, inverídicos ou fantasiosos.
Não existe uma única prova arqueológica da suposta existência de Jesus.
E a Bíblia é apenas uma seleção canônica, que sob o pretexto de estar agindo pela
inspiração divina, teria fabricado e modificado vários fatos da história humana.
Assim como, deixados de fora muitos relatos que comprometem a crença nesse fantasioso Deus humano.
Se a Estrela de Belém não é uma farsa, plagiada de outras religiões, por que os Evangelhos apócrifos, o Evangelho de Marcos, o Evangelho de João e o Evangelho de Lucas, quando descreveram minuciosamente o suposto nascimento de Jesus, jamais mencionaram à fantasiosa “Estrela de Belém”?
E por que todos os outros povos e escritores antigos, jamais reportaram a suposta estrela
cristã?
Além da versão inventada por Mateus não se encaixar na Cometologia, lembrarmos que os meteoros (ou “estrelas cadentes”), que podemos ver riscando o Céu, são fragmento de matéria vinda do espaço interplanetário, que já tendo penetrado nas camadas mais densas da atmosfera terrestre, antes de se desintegrar, escapar ou chegar ao chão, se aquece, pega fogo e se torna luminoso por apenas alguns segundos.
Já os cometas ou asteróides, embora também sejam fragmentos de matéria vinda do espaço,
eles ainda se encontram longe da atmosfera terrestre. E são astros de luminosidade fraca, com
envoltórios gasosos, que giram em torno do Sol em órbitas alongadas.
Como os Cometas (que são corpos celestes formado por uma cabeça arredondada e uma cauda, cujo brilho é o reflexo da luz do Sol), costumam ter uma cauda tão
comprida que pode chegar milhões de km.
Caso a cauda ou o núcleo de algum cometa se dilui no espaço ou se desintegre...
E as partículas que resultam dessa desintegração entre na atmosfera da Terra, elas puderam ser vistas como uma “chuva de estrelas cadentes”.
Os "Réis Magos" são um imbróglio!
Além da Bíblia não explicar de que cidade os “magos guiados por uma estrela” teriam vindo.
Não afirme que os “magos” eram reis.
Não relate que seriam 03 os que teriam vindo do oriente à procura de um suposto Deus humano recém-nascido.
E não seja verdade que os 03 Reis Magos tenham existido.
A partir de 370 d.C., adotou-se que, o dia 06 de janeiro seria o “Dia de Réis”.
E aproveitando a lenda de que Jesus teria ganhado 03 presentes (ouro, incenso e mirra), cerca de 300 anos depois que os Evangelhos foram escritos, os 03 nômades “Réis Árabes”, foram rotulados de “Réis Magos”, e lhes foi dado os fantasiosos nomes de: “Belchior”, que em hebraico quer dizer Rei da Luz. “Baltazar”, que em aramaico quer dizer, Deus proteja a vida do Rei. E
Gaspar que é apresentado como sendo negro, pois Gaspar (que significa o vencedor de tudo), representa a África e a Índia.
Todavia a lenda dos mitológicos 03 “Reis Magos” é um plagio de uma antiga lenda indiana, onde foram 12 e não 03, os magos que teriam visitado Mitra...
A versão cristã teria se embelezado e ganhado destaque, quando a Igreja reciclou uma antiga
lenda indiana, colocou a lenda na Bíblia. E deu nomes auto afirmativos aos “Reis Magos”.
Pois mesmo não existindo testemunhas ou algum documento irrefutável, referente à existência dos supostos “Réis Magos”.
O cristianismo (indo de encontro a tudo que a ciência ensina), continua afirmando que a “Estrela de Belém” teria existido.
E permite que os comerciantes da fé continuem com a farsa dos caixões revestidos de ouro, que
se encontram no Altar mor da Catedral de Colônia, na Alemanha, onde segundo os velhacos que montaram essa fraude, estariam os restos mortais dos 03 “Réis Magos”.
A Catedral de Colônia é o prédio sacro mais famoso da Alemanha.
Sua história se inicia em 1164, quando o imperador alemão Frederico Barba Roxa saqueou Milão, transferindo os supostos restos mortais dos Três Magos para a cidade de Colônia.
Que logo se transformou em um local de peregrinação, pois a afluência de fiéis para venerar os mitológicos “Réis Magos” era tão grande que a catedral da época não a comportava.
Sábado, Maio 17, 2008
Morreu e fedeu... Acabou!

Além da morte ser um artifício que a natureza criou para renovar a vida.
Todos os organismos trazem em si o cronograma do seu fim.
Pois existem genes que coordenam o desaparecimento do individuo.
E a morte é uma certeza, um destino biológico, um evento justo, natural, esperado e não uma fatalidade.
Bem como, uma etapa inevitável da existência.
Pois enquanto a CIÊNCIA não for capaz de ampliar os nossos limites biológicos, e, sobretudo assegurar nossa saúde...
Tudo o que NASCER também envelhecerá e morrerá, já que a velhice é um processo natural e inevitável, onde as células vão deixando de cumprir a sua função.
Para fugir de uma realidade incomoda.
Superar o trituramento de que não existe cura para a morte, e que a longo prazo todos estaremos mortos...
As religiões fabricam lendas e estórias eivadas de revelações, sofismas ou fantasias, que transformam suas fábulas em intocáveis dogmas.
Até porque, as religiões são o “casulo” onde se escondem os que têm dificuldade de viver num lugar cruel, desigual, competitivo ou cheio de armadilhas.
A alegação de que a vida seria sem sentido porque sempre termina em morte... Seria uma afirmação falsa, simplista e mística; relacionada com o desejo de que nossa vida e a dos que amamos, deveria durar para sempre.
Todavia, não existe “Vida pós a morte”, o que existe são recordações que poderão nos fazer eternos.
O fato da morte ser um acontecimento inevitável, não significaria que a vida é uma porcaria. Pois se nossa existência, conforto, saúde, prazer e a posse temporária do que amamos, não fosse importante para nós, não ficaríamos frustrados com a certeza da nossa morte.
E não faria diferença se um dia, nossa vida terá de findar.
Embora seja difícil até para os racionais aceitarem que nossa existência não passa de um minúsculo tempo entre dois nada, os pessimistas em questão desprezam que para as coisas serem magníficas elas não precisariam durar para sempre.
E a maneira mais eficiente de destruir o valor de alguma “obra prima”, seja justamente reproduzindo a mesma ao infinito.
A vida não é um acontecimento inútil, mas sim, a base de tudo o que temos.
Pois o simples fato de darmos valor a inúmeras coisas que não duram para sempre provaria que a vida não precisaria ser eterna para ter algum sentido, mas sim, ser relevante.
Se não existíamos antes, como poderíamos existir depois?
Por que a morte do que não seremos, seria mais importante do que a morte de tudo o que não fomos?
Já que a morte consista em não ser nada e não estar em parte alguma...
Então todos já teríamos derrotado a morte uma vez, quando nascemos.
Além disso, a vida sendo uma “corrente” formada por infinitos laços que une todos, (para que outros possam viver), inclusive une os que ainda vão nascer, os que já morreram e os que ainda vão morrer...
Para nós e para os que amamos, não haveria a morte eterna.
Visto que a passagem gloriosa da nossa vida, assim como, o que fizemos, não poderá ser apagado nem turvado pela certeza da morte.
Apesar da morte ser a negação da vida; a morte é uma derrota insignificante, porque o indivíduo morre, mas o trabalho do mesmo, os seus descendentes e o sentido que ele deu à sua vida não morre.
E além disso, também ficam os frutos e as conseqüências dos acontecimentos que foram criadas pela existência do individuo.
A morte pode transformar em cinza o nosso corpo, os nossos amores e as nossas obras, assim como, impedir que continuemos a viver...
Mas a morte não consegue apagar a nossa passagem pelo mundo.
Não consegue impedir que estejamos vivos agora, e nem que já tenhamos vivido.
Pois ela não tira a importância da nossa vida e de tudo em que interferimos.
Se a morte é esquecimento...
A sociedade será comemoração.
Se a morte é silêncio e ausência de significado...
A vida biológica será o que dá significado há si mesmo e ao mundo em que vivemos.
Como o valor da vida é algo que nós humanos damos à nossa existência e ao mundo em que vivemos, face ao abismo insignificante do caos, que vencemos aparecendo, e ao qual nos submetemos morrendo; temos o direito de perguntar, tal como no “Livro sagrado): “Morte, onde está a tua vitória?”
Tudo tem um prazo de validade
Além de no “Adapte-se ou morra” da vida natural nada ser gratuito.
Tudo ter um prazo de validade.
E a natureza só se interessa pelos que podem passar os seus genes adiante.
Não haveria motivos para privilegiar a existência dos que já não conseguem se reproduzir, se tornaram obsoletos, ficaram velhos, perderam as oportunidades de cumprir suas tarefas biológicas ou foram superados pelos concorrentes mais novos.
Pois sem oportunidade, sem felicidade e sem saúde, nossa longevidade não passaria de um estorvo inútil, caro e sem sentido.
Embora a angustia de penetrar numa verdade insuportável, leve os místicos buscarem as bravatas doces e superficiais das versões religiosas.
Quanto mais compreendemos a vida, a Evolução e o Universo, com suas leis físicas, cosmológicas, matemáticas e piramidais; mais absurdo nos parece à fé das multidões, com seus “milagres”, suas explicações mágicas, suas recompensas “após a morte”, seus devaneios, suas versões emocionais, ingênuas, simplistas ou medrosas.
Se não bastasse que a morte seja o nada, a ausência completa de angústias e de desesperos, o fim das aflições, nenhuma existência e nenhuma consciência...
O filósofo grego Epicuro (341-270 a.C.), nos ensinou que, não devemos temer a morte, pois se existimos a morte não existe.
E quando ela existir, nós não mais estaremos aqui.
Logo não haveria motivos para temer algo que só existirá quando não mais existirmos.
Seria lucro morrer?
Apesar da morte ser uma tragédia, a separação final, o complemento da vida, a destruição do ser biológico, o fim de tudo, o descanso eterno, uma passagem para outro nível de energia, onde nossos átomos continuariam existindo, mas sobre outra forma ou algum outro tipo de aglomeração.
E um povoado desconhecido, distante e sem estradas de retorno.
Caso a morte se transforme na “solução final”, significaria que a própria vida já se tornou um infortúnio.
Temos que aceitar que a vida tem um fim.
Que não existe cura para a morte.
Que a morte não é uma fatalidade, mas sim um destino com o qual temos que conviver.
Que um dia a morte chegará para nós e os que amamos.
E que a morte é para sempre.
Pois é inescapável que a natureza não tem interesse em mudar as regras de um jogo em andamento ou de modificar mecanismos que sempre funcionaram bem, apenas para suprimir os medos ou anseios, da única espécie que adquiriu consciência de que um dia terá de morrer.
Além da velhice ser um produto típico da civilização humana, e que só ocorre nos seres protegidos pelo homem.
É necessário que morramos, a fim de que devolvamos ao planeta as substancias que acumulamos. Deixemos de influenciar os que interagem conosco.
E possibilitemos que outros aproveitem ou reformem os nossos trabalhos, idéias, penduricalhos ou bens.
Numa sociedade hierarquizada pela vida, além das mudanças demorarem para acontecer e a influência ou o exemplo dos que mandam ou seduzem, serem tão forte que quase não se dissiparia.
A longevidade dos “especiais” dificultaria que os inexperientes, pouco habilidosos ou mal equipados, substituam os bem sucedidos.
Ainda que a existência de alguém não seja espetaculosa ou cheia de alegrias, a vida continua sendo à base de tudo, pois sem a vida não poderíamos fazer nada e nem sequer existir, já que para poder fazer alguma coisa seria necessário que primeiro estejamos vivo.
Todas as recompensas após a morte seriam fantasias da mente humana, um objetivo distante, absurdo, improvável, sem sentido, de finalidade duvidosa e que contraria as Leis da ciência, pois a crença na vida após a morte, não passa de uma fuga da realidade.
Além de nada valorizar mais um objeto do que a ameaça de perdê-lo para sempre, e os lúcidos afirmarem que “A vida é valiosa, porque ela acaba e não se repete”.
Se a vida não fosse infinita, ela não seria preciosa.
Vale lembrar que a vida não é um bem comunitário que pertenceria á sociedade ou que possa ser regulamentado pelos megalomaníacos “juristas de plantão”, mas sim, um bem único e pessoal.
A lenda de Títon e a deusa da alvorada
Para realçar que a saúde seria o bem mais gratificante, mais essenciais e mais necessário da vida bem vivida, lembramos que a deusa da alvorada Eos, ao esquecer de incluir a saúde no pedido que fez ao Deus Zeus, para que o mesmo concedesse a imortalidade a seu amado Títon, terminou transformando o “presente” numa maldição disfarçada, pois à medida que a velhice, a decadência e a decrepitude, foram desgastando a beleza, as oportunidades e a saúde do Títon...
O mesmo terminou sendo “condenado” vegetar numa carcaça tão velha e decadente, que com o passar do tempo, o outrora belo e magnífico corpo de Títon, teria se transformado uma “prisão perpetua” sem chance de
fuga ou perdão.
Quarta-feira, Maio 14, 2008
Os humanos também são escravos da sua biologia?

Embora o britânico Francis Crick (um dos descobridores do DNA), tenha publicado em 2003, na revista “Nature Neuroscience” um artigo onde afirma que a consciência poderia ser expressa por um pequeno grupo de neurônios...
É evidente que, os que conseguiriam sair do seu “casulo” ou fugir das ciladas da vida, já nasceriam com a capacidade em questão e seriam exceções, pois só o que já nasceram com os mecanismos e a oportunidade que os possibilitaria fazer o que é preciso fazer, conseguiriam enxergar, aprender, mudar ou renascer...
Estimando-se que até para emitir um juízo correto sobre um determinado Dogma ou conclusão, precisamos ser capaz de estudá-lo com isenção, compreender seus argumentos e verificar se o mesmo é ou não fraudulento.
Pois possuir uma resposta pronta e apenas buscar uma confirmação para a mesma denotaria total falta de isenção.
O que seria algo indesejável em uma avaliação justa e honesta, já que, qualquer afirmação só seria verdadeira quando estiver em conformidade com a realidade.
Pelo exposto, fica provado que a busca espiritual dos crentes, seu “monopólio da verdade” e sua “gula por Deus”, se baseariam em crenças absurdas onde as superstições e a idolatria dominaria a razão e o comportamento dos crentes.
Pois o emocional do místico guiaria a sua vida e teria ascendência sobre o comportamento dos crente.
Todavia como alguns humanos se desenvolveram em ambientes onde foram estimulados a progredir, a trabalhar em grupo e a acompanhar a evolução dos seus descendentes...
Com o passar do tempo esses humanos teriam se aperfeiçoando e ficado com o cérebro cada vez mais poderoso.
A ponto de alguns serem a maior força transformadora da Terra.
E o fruto de uma evolução sem fim, que se dividirá em outras e se alastrará pelo cosmo.
Até porque, mesmo o esfomeado cérebro humano ficando com cerca de 30% de todo o oxigênio e nutrientes que ingerimos...
O cérebro humano ainda estaria em evolução e no futuro poderá se tornar bem mais poderoso e sofisticado.
Como exemplo de uma das mais fantasticas evoluções já ocorridas, lembramos que os bebês atuais nascem com cerca de 100.000 neurônios a mais do que os bebês do Século XIX. E que o cérebro de 600 Mililitros do homem das cavernas, evoluiu para os cerca de 1600 Mililitros do moderno homem atual.
Foi saber-se mortal, que nos “despertou” para a tarefa de querer aprender.

E valorizou os que amamos
Como o cérebro humano foi “moldado” pelos medos e pelos fetiches, durante milhões de anos...
E tanto o medo da morte como o sentimento de desproteção do homem místico, foram tão profundo e insuportável, que mesmo quando a angústia era “esquecida” no nível consciente, no inconsciente ela continuava gerando fobias, ansiedades, dúvidas ou medos.
Os antigos precisaram criar expectativas que decem algum sentido a existência humana, exorcizasse os seus terrores, e recompensasse os sofrimentos e privações do dia a dia...
Pois o místico precisava se reconciliaria com as crueldades do destino, acalmar os seus sentimentos de desproteção diante da morte, minimizar os trituramentos provocados pelos indecifráveis mistérios da vida. E acalmar a revolta de ter nascido feio, pouco inteligente, sem saúde, sem sorte ou pobre.
Depois de se refugiar no casulo da magia e da superstição, os crentes fabricaram um “Amigo imaginário” e um suposto “Pai celestial” com supostos poderes sem limite sobre o tempo, a matéria, a energia, a vida e a morte...
Mas cujo principal objetivo se resumiria em cuidar do insignificante Universo humano.
Embora a nível individual já existam alguns ateus corajosos, independentes e super inteligentes...
O conforto emocional que as religiões ainda fornecem aos místicos seria tão grande, que os circuitos cerebrais dos místicos prefere se voltar para o mundo da fantasia, como se algum Deus virtual fosse a única saída que existe para o ser humano.
Pois o homem comum é tão místico, tão inseguro e tão ridículo, que para dar um sentido a sua existência; se reconciliar com as crueldades do destino ou recompensar o azar de ter nascido sem alguma característica desejável, ele prefere acreditar em mentiras açucaradas e caregar sempre consigo algum Kit-Deus.
Todavia, pela lógica darwiniana, os mitos e as religiões seriam apenas algum dos primitivos fatores seletivos que teriam ajudado os humanos se reequilibrar e suportar as suas angústia e obrigações.
Pois para contrabalançar as dificuldades existenciais, mesmos os místicos atuais ainda prefeririam fugir da realidade.
Sábado, Maio 10, 2008
Provas de que Josué não deteve o Sol e a lua.


Como não é o Sol que gira em torno da Terra...
Mas sim a Terra que órbita ao redor do Sol.
E a duração do Dia terrestre, assim como, o Dia de todos os outros planetas do Sistema solar, só depende da velocidade de rotação de cada planeta, do tamanho do planeta e da inclinação do eixo terrestre de cada planeta.
È evidente que, a ridícula e empoeirada lenda existente no “Livro do Reto” ou “LIVRO de JASHER”, onde segundo a Bíblia cristã, Josué, aliás Yehoshua, pois esse é o nome dele, (filho de Num que foi o sucessor de Moises), teria orado ao Deus dos hebreus e conseguido ajuda para derrotar os amorreus...
Não passa de uma mitologia absurda e desconexa.
Ou seja, um delírio sem pé, sem cabeça e sem qualquer fundamento cientifico ou cosmológico.
Pois a mitologia de que, o Deus dos hebreus teria detido o Sol até que o exercito de José tivesse tido tempo de se vingar dos amorreus...
Foi orquestrada por uma Igreja que tendo aterrorizado e dominado a sociedade, tratou o crente como um pateta ignorante e ávido em acreditar nos absurdos religiosos.
Josué, que liderava os judeus na conquista de terras palestinences, com a ajuda do seu Deus, teria ordenado ao Sol que, se detivesse em Gideon e que a Lua se detivesse no vale de Aijalon...
E que Josué conseguiu que os dois astros celestes se mantivessem imóveis por várias horas... Prolongado o Dia, assim como, dado tempo as suas tropas de derrotar os amorreus...
Todavia, já que o Dia terrestre tem sempre a duração de 23 horas, 56 minutos e 04 segundos; pois esse e o tempo que atualmente o planeta Terra gasta para girar de Oeste para Leste, em torno do seu próprio eixo de rotação.
E considerando que não é o Sol que se move em torno da Terra...
Mas sim, o planeta Terra que gira em torno do Sol...
Fica comprovado que, jamais teria acontecido o estapafúrdio e insano relato de que, “O Sol e a Lua teriam se mantido imóveis por várias horas”.
Para sepultar a mitologia existente no livro de Jasher, e que seria típica de uma época atrasada e supersticiosa; onde se inventava absurdos, com a finalidade específica de engrandecer os poderes do suposto Deus Jeová, lembramos que:
01- Não é o Sol que gira em torno da Terra, mas sim, o planeta Terra que gira em torno do Sol.
02- Que todas as descobertas da arqueologia, da antropologia e da astronomia, desmentem essa risível versão religiosa.
03- Que a voz humana não se propagar no vácuo do espaço.
04- E que, seriam precisos mais de 2.000 anos, só para que algo com a velocidade da voz humana percorresse os cerca de 149 milhões de quilômetros que separam a Terra do Sol.
A única conclusão que se pode chegar a respeito da mitologia de Josué ter parado o Sol e a Lua...
Seria a de que, a Bíblia ao relatar versões absurdas e desprovidas de qualquer fundamento, como a da lenda de Josué ter parado o Sol e a Lua...
Estaria prestando um desserviço à humanidade e se transformando num livro risível e infestado de fetiches.
Até porque, basta um pouquinho de bom senso ou de alguma conhecimento astronômico, para comprovar que, a lenda do Josué ter parado o Sol e a Lua... Não tem nenhum fundamento factual, qualquer que seja ele.
Já que a milhenar versão bíblica em tela não é digna de confiança.
A duração do Dia terrestre não depende de algum fantasioso giro do Sol em volta do planeta Terra.
E jamais os brados proferidos por algum velhaco ignorante, teria feito com que o Dia terrestre ficasse bem mais longo...
Por que o restante da Bíblia cristã seria confiável?
A queda das Muralhas de Jericó é uma ficção!

A Tora conta que, para intimidar os pagãos que viviam em Jericó.
Deixar claro que, os judeus estavam ali para guerrear até vencer os que viviam em Jericó.
E provar que os judeus jamais aceitariam os deuses dos pagãos...
Yehoshua mandou que, durante 07 dias e 07 noites, os sacerdotes junto com os soldados e carregando a Arca da Aliança, rodeassem a cidade de Jericó, tocando shofarins (plural de shofar, uma corneta feita com chifre de carneiro),
Todavia como a arqueologia nos oferece uma “janela” com vista para o passado.
E tanto a ciência como os conhecimentos científicos acumulados pelos humanos, comprovam que, no período da “Tomada de Canaã”, Jericó (cidade da Cisjordânia, perto de Jerusalém, na borda setentrional do mar Morto), ainda não tinha muralhas.
Ficou provado que, os relatos sobre a conquista de Jericó, atual Cisjordânia e sobre a chegada dos hebreus aos vales férteis de Canaã, não passam de “Contos da Carochinha”.
Com a missão de engrandecer os supostos poderes do Deus Jeová.
Até porque, quando Josué chegou a Jericó, (por volta do ano 2.400 a.C.) Jericó não passava de uma rústica, atrasadíssima e minúscula aldeia, o que tornaria a conquista fácil, para os soldados de Josué, que eram númerosos, unidos e obedientes.
Além disso, a lenda narrada pelo livro de Josué, (o sexto das Escrituras Hebraicas), e que descreve a queda das muralhas de Jericó, realizada por Josué, com a ajuda divina e ao toque de suas trombetas de chifre de carneiros.
Onde se teria feito desabar as poderosas muralhas de Jericó...
Seria apenas mais uma absurda fantasia religiosa, que não se encaixa na realidade da vida.
Pois as muralhas de Jericó foram construídas séculos depois da época apontada pela Bíblia, como sendo o ano da conquista de Jericó.
Além das lendárias Muralhas de Jericó terem sido destruídas por Terremotos, em aproximadamente 1550 a.C.
E não por supostas trombetas feitas com chifres de carneiros...
Para transformar a lenda de Josué numa mitologia, lembramos que a palavra hebraica TOVOL é uma “muralha” criada no interior humano, ou seja, um adjetivo de BRAVURA e de FORÇA INTERIOR!
E não um Muro que guarnece alguma cidade...
Como os tradutores cristãos do livro de Yehoshua entendem.
A ocupação do “Crescente fértil”

Para que fique bem claro que, a lendária ocupação do “Crescente fértil”, ou seja, dos antigos vales férteis de Cananeus, (que se estendiam do Egito a Mesopotâmia), foi feita de forma lenta e gradual, quando faltou comida.
Por alguma tribo que trocou o comportamento nômade pelo sedentarismo, o pastoreio e a agricultura.
Explicamos que a “invasão” dos vales férteis de Canaã, (feita pelos hebreus), aconteceu aos poucos, como acontece sempre que alguma tribo vai crescendo, vai se expandindo e vai trocando os comportamentos nômades errantes, (sem habitações fixas e onde se desloca constantemente em busca de alimentos), pelo pastoreio e pela agricultura, a fim de produzir cada vez mais.
E não através de algum acontecimento repentino ou feito com alguma suposta ajuda divina.
É interessante lembrar que, a ocupação dos vales férteis de Canaã, teve a finalidade de permitir que os nômades coletores/caçadores, não ficassem mais à mercê da natureza.
E não mais precisassem procurar alimentos e abrigo.
Assim como, parassem de perambular pelo Crescente fértil, tendo que disputar o seu alimento e a sua moradia, com os animais e os seus concorrentes.
Durante a convivência competitiva dos que perseguiam sua caça, disputavam seu alimento com vários tipos de concorrentes, mendigavam sua comida aos deuses e precisavam devorar qualquer tipo de alimento disponível...
Era preciso comer tudo o que fosse comestível, pois não havia excedentes e tanto o clima como os desconhecidos eram adversários que precisavam ser superados.
Todavia, como o que mais tem feito os indivíduos passar fome não seria a incapacidade humana de produzir alimentos, mas sim, o mal aproveitamento dos recursos e das riquezas existentes.
Ao passar de coletor para pastor/agricultor, viver em comunidades numerosas e organizadas.
E substituir a coleta pelo cultivo.
Os antigos deixaram de ser um povo errante, sem Leis e que fazia dos desconhecidos um inimigo.
Pois através de diversos esforços humanos individuais e coletivos, foi possível arranjar recursos suficiente, cultivar, pastorear, inventar a culinária, criar o comércio, fazer política, inventar as religiões, assim como, obter excedentes que depois de acumulados, serviam para suprir diversas necessidades, fabricar coisas e serem usados no escambo.
Moldando a Seleção natural
E fazendo com que o melhoramento Genético de Plantas e Animais trabalha para a Nutriçao dos Humanos

Precisamos partilhar o que sobrou da terra, da água, da energia e dos recursos do planeta em que vivemos.
Mas não por que poderemos ir para o Céu...
Como pregam os místicos.
Mas por que, só temos uns aos outros.
E vivemos num planeta finito e solitário.
Ou seja, num sistema inteiramente autônomo ou biorregenerativo.
Todos estamos conjuntamente errados.
E para que um dia, belo e glorioso, todos estejamos conjuntamente certos; seria necessário que aprendamos a trabalhar em bloco.
A titulo de curiosidade lembramos que, embora a antiqüíssima tática de plantar os melhores exemplares e descartar as variedades menos interessantes.
Tenha possibilitado que se obtivesse uma quantidade maior de alimentos.
E feito com que tantos os animais como os vegetais que degustamos ficassem mais saborosos, mais bonitos, mais produtivos ou mais valorizados.
A conduta em questão não foi uma decisão muito sábia, pois condenou ao desaparecimento inúmeros genes presentes nas variedades “feias” ou “improdutivas”, mas que poderiam ser utilíssimos para conferir resistência às pragas, permitir o cultivo em ambientes difíceis, tolerar os solos menos férteis, assim como, diversificar os exemplares.
Segunda-feira, Maio 05, 2008
Os chimpanzés deveriam ser classificado no gênero dos hominídeos?


Os resultados moleculares de um estudo realizado por uma equipe internacional designada “Chimpanzé Sequencing and Analysis Consortium”, composta por 67 cientistas de 23 instituições de investigação, localizadas nos Estados Unidos, Alemanha, Itália, Israel e Espanha, revelaram:
01- Que os chimpanzés pertencem ao mesmo gênero de primatas simiiformes, hominídeos, ao qual pertence o homem..
E que se distingue por possuir um cérebro maior, uma visão que distingui cores, um útero de câmara única, a tendência de parir uma cria de cada vez e o costume de passar mais tempo com os filhos
Até porque, geneticamente falando, mesmo os humanos atuais são símios levemente remodelados. E partilham cerca de 99,4% da sua seqüência funcional de ADN com os chimpanzés Pan troglodytes.
Sendo que os chimpanzés Pan troglodytes compartilham cerca de 98% do seu DNA com os humanos atuais.
02- Que tirando os humanos, alguns macacos como os chimpanzés, são os únicos animais que cometem crimes premeditados, do tipo assassinato, tortura, mutilações, necrofilia e extuplos do tipo em grupo...
03- Que os chimpanzés conhecem dezenas de plantas medicinais, e usam as plantas tanto como complemento alimentar, emplastro ou como fármaco.
04- Que além da relação entre as mães chimpanzés e os seus filhotes, poderem ser tão intensa e durável quanto à dos humanos.
As mães ensinarem habilidades aos filhos, e serem capazes de corrigir os “erros” de aprendizado dos seus filhos.
Os chimpanzés também fazem fofocas e contam “causos”.
05- Que assim como os humanos, mais de 2% dos chimpanzés também são agressivos, autoritários, dependentes químicos ou homossexuais.
06- Que tirando os humanos, as fêmeas dos macacos são as únicas que aceitam fazem sexo, mesmo não estando no período fértil.
E fazem sexo com muita freqüência.
07- Que os chimpanzés quando se comunicam ativam a mesma área cerebral dos humanos. Pois o comportamento comunicativo do chimpanzé tem muitas características semelhantes à linguagem humana, afirma Jared Taglialatela, do Centro Nacional de Pesquisa de Primatas de Yerkes, em Atlanta (EUA),
08- Em janeiro de 2007, o geneticista holandês Ronald Plasterk, da Universidade de Utrecht.ta, declarou através da revista Nature Genetics, que o cérebro dos chimpanzés tem todas as estruturas ou tecidos que existiram nos cérebros dos primitivos humanos...
09- Pesquisadores japoneses, liderados pelo pesquisador Tetsuro Matsuzawa, da Universidade de Kyoto, ao colocar chimpanzés jovens contra humanos adultos, em dois testes de memória de curto prazo...
Destruíram a crença, de que os "humanos seriam superiores aos chimpanzés em todas as funções cognitivas".
Pois através da publicação científica 'Current Biology', o pesquisador Tetsuro Matsuzawa, afirmou que os chimpanzés jovens têm uma memória muito superior a dos humanos adultos.
E provou que os chimpanzés conseguem recordar os números exibidos numa tela de computador, depois de apenas olhá-los rapidamente...
Veja reportagem sobre a memória extraordinária dos os chimpanzés em: http://www.estadao.com.br/vidae/not_vid89761,0.htm
Se não bastasse que a nanotecnologia, as técnicas de analisar as seqüências do DNA, o aperfeiçoamento dos super computadores, a invenção do "microscópio molecular", que permite enxergar coisas mais de 10 milhões de vezes menor do que uma formiga.
E uma pesquisa realizada em 2007, por cientistas americanos, tenha provado que, o código genético humano varia de um indivíduo para outro muito mais do que se imaginava, podendo algumas variações chegar a 0,9%...
Já não se sustenta a suposição de que, o DNA de todos os seres humanos, inclusive dos homens das cavernas seria 99,9% semelhante em seu conteúdo e identidade.
Leia a reportagem em
http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2006/11/061123_dnadiferencasg.shtml

Vale lembrar que já existiram outros hominídeos como o “Homem de Neandertal” (Homo neanderthalensis), que foi uma espécie fóssil do gênero Homo, que há cerca de 300 000 anos habitou a Europa e partes do Oeste da Ásia.
E que no século XV, para impedir que a simples visão dos homens a quem deram o nome de “Guanches”.
Rotularam de “Fósseis Humanos”.
Classificaram de “Idiotas Patológicos”.
E que consideraram como “gado humano”, implodisse a presunção de que fomos feitos a imagem e a semelhança do Deus cristão.
Numa cruel, fanática e macabra obscuridade de consciência (típica dos que podam a verdade para que a mesma caiba dentro da Bíblia), os navegantes espanhóis se apressaram em exterminar até o último Guanches.

Os Guanches ou Guancho, eram o povo nativo das ilhas Canárias que viviam aparentemente ainda na idade da pedra quando as ilhas foram visitadas pelos espanhóis.
Quarta-feira, Abril 30, 2008
Sobrevivência “fora do corpo” ou simples Efeito G?

E como prova lembra que, quando alguém sofre algum dano cerebral irreversível e comum que o lesado fique com seqüelas.
Já a Reencarnação fica no campo da ilusão ou de alguma fuga da realidade.
Até porque, a Reencarnação é apenas uma 'fantasia da mente' e não algum fenômeno paranormal.
E todos os relatos sobre supostas experiências fora do corpo têm origem em algum tipo específico de atividade biológica.
Embora a Reencarnação seja excitante, prazerosa e pareça real.
As “vidas passadas” e os relatos dos que "passaram" por acontecimentos durante o tempo em que supostamente estariam “mortos”, não passam de desarranjos, comandados pelo cérebro emocional do individuo que esteve numa situação problemática.
Como o esfomeado cérebro humano pode chegar a consumir até a 1/2 do oxigênio que respiramos, fica com uma parte enorme dos nutrientes que são garimpados pelo Aparelho Digestivo.
E nos caso de pancada, perda da comunicação, falta de nutrientes ou alguma perda repentina de oxigênio...
Uma das primeiras células a entrar em curto, é um grupo cuja tarefa é controlar o trabalho do córtex cerebral.
A fim de economizar energia ou só gastar em tarefas indispensáveis como:
A respiração, os batimentos cardíacos, a pressão arterial ou a manutenção dos sinais vitais...
É comum que o cérebro humano desligue as áreas onde estão gravadas as lembranças, diminua a temperatura do corpo ou entre em stand by...
Sendo que o mecanismo em questão faz surgir o “Efeito G”, pois as versões dos que teriam supostamente saído do seu corpo físico...
Não passam de distúrbios neurológicos agravados pelo misticismo.
Pela dêssincronização existente entre as duas metades do cérebro humano.
Ou por algum funcionamento anormal do cérebro, que foi modulado por alguma hiperatividade momentânea.
Hiperatividade temporária do cérebro
Como o Efeito G age sobre as áreas do cérebro que controla o Eu e as sensações.
É comum que o indivíduo afetado pelo Efeito G tenha alucinações, onde ele julga que saiu e voltou para o seu corpo físico.
Veja luzes ou cores de uma forma fora do comum ou super luminosa.
Ou tenha a sensação de que se encontra num túnel, onde as lembranças gravadas em seu cérebro aparecem de forma incomum.
Para mostrar que as experiências de uma vida forra do corpo físico não passam de alucinações.
Lembramos que os relatos dos que se recuperam de alguma descompressão, de alguma hiperatividade temporária do cérebro, de algum “curto circuito neurológico”, de alguma falta momentânea de oxigênio ou de algum envenenamento, são todos acontecimentos normais e não paranormais.
A explicação é que; quando o sistema límbico de algum paciente é envenenado, danificado ou super estimulado, é possível que o individuo passe por alguma experiência de uma suposta “vida fora do seu corpo”.
Todavia, já que a morte cerebral é um acontecimento definitivo e irreversível, é evidente que os que passaram pelo Efeito G não teriam sofrido uma morte cerebral.
E sim, algum tipo específico de falta de oxigênio, de intoxicação, de curto circuito cerebral, de agressão cerebral ou de sobrecarga cerebral.
Até porque, o cérebro só morre de verdade uma única vez.
Apesar do cérebro humano ainda está em evolução.
Pesar de 1/20 a 1/50 do peso total do corpo adulto (cerca de 1,5 quilo), e poder no futuro se tornar ainda mais sofisticado.
A voracidade desse esfomeado é tão grande, que ele chega a consumir 1/2 de todo o oxigênio e nutrientes que ingerimos.
O Sistema Límbico, cérebro intermediário ou cérebro emocional, é um grupo de estruturas que inclui hipotálamo, tálamo, amígdala, hipocampo, os corpos mamilares e o giro do cíngulo.
E assim como existe um cérebro pensante, também existe um cérebro motor, que ouve, enxerga e tem memória.
Todas essas divisões têm de estar em consonância entre si e para que isso aconteça é necessário haver uma espécie de computador central para reuni-las.
Esse computador é o sistema límbico que funciona através de um mecanismo eletroquímico, e através de substâncias chamadas neurotransmissores.

O cérebro primitivo ou arquipálio é o responsável pela autopreservação.
É e nele que nascem os mecanismos de agressão e de comportamento repetitivo.
Assim como, as reações instintivas dos chamados arcos reflexos e os comandos que possibilitam algumas ações involuntárias e o controle de certas funções viscerais como a cardíaca, a pulmonar, a intestinal, etc, que são indispensáveis à preservação da vida.
O cérebro racional (Paleopálio), ou cérebro superior, é a parte cerebral responsável pelas tarefas intelectuais dos novos mamíferos.
Já o Neopálio ou cérebro racional, é formado pelo Neocórtex e alguns grupos neuronais sub-corticais.
Ele é o cérebro dos mamíferos superiores, aí incluindo os primatas e principalmente, o Homo sapiens.
Reproduzindo o Efeito G
Quando alguém relatar alguma EQM, é evidente que se trataria de um engano, até porque, caso o cérebro de algum humano morra, não tem mas volta...
Além de a educação fortalecer a nossa capacidade de recolher e avaliar as informações que recebemos, pois ela possibilita que nossos julgamentos sejam mais acurados.
Em 1999, uma equipe da clínica Rudolf Virchw, provocando desmaios de até 22 segundos de duração em 42 voluntários, constatou que os relatos dos que passaram pela pesquisa eram idênticos aos dos que tiveram experiências extracorporais, onde viram luzes e imagens estranhas ou super coloridas.
Sentiram que teriam saído do seu corpo físico.
Teriam visto a vida passar em retrospecto.
Entraram em algum túnel extremamente claro.
Ou tiveram a sensação de uma paz suprema, completa e total.
Em 2002, uma equipe do Hospital Universitário de Genebra, chefiada pelo neurologista Olaf Blanke, ao estimular eletricamente a região do cérebro chamado “giro angular”.
E constatar que a paciente esquizofrênica teve a sensação de estar fora do seu corpo físico...
Demoliu as suposições transcendentais sobre as Experiências de quase morte.
Pois ficou provado que as explicações sobre as EQM se enceram no cérebro humano.
Todavia como os místicos que passam por uma experiência extraordinária não se preocupam em saber se foi algo real ou o produto de algum desequilíbrio do seu cérebro.
E sempre que confrontado com alguma explicação cientifica, o místico tende a rejeitar a opinião negativa e a confiar tão-somente na sua experiência.
Assim como, se agarraria à Reencarnação e ao absurdo da vida fora da biologia.
Até porque, os místicos teriam dificuldade de lidar com seus sentimentos, medos, frustrações e referências.
É comum que os místicos prefiram acreditar numa dimensão mágica onde as coisas supostamente seriam melhores do que as existentes no mundo real.
E lhes “forneceria” uma satisfação que contornaria os dolorosos processos seletivos que vêm comandando a Evolução dos entes existente em nosso planeta hostil.
Pois embora a sobrevivência da consciência sem o corpo seja um absurdo.
E se trate de uma fuga do mundo real.
Os mecanismos da credulidade humana já teriam levado os místicos a acreditar na “Fonte da juventude”, na “Cidade perdida”, na Transmutação, no “Pergaminho que reviveria”, no “Gênio da garrafa”, na “Fada madrinha”, no “Amuleto que daria sorte”, na “Porção do amor” e a achar que, batendo 03 vezes na madeira se isolaria o Azar...
Além da endorfina liberada pela hipófise causar sensações de bem-estar, è evidente que as EQM não passam de uma falta momentânea de oxigênio. De algum atividade cerebral interrompida.
Ou de alguma sobrecarrega, no cérebro da pessoa propensa a ter alucinações.
Pois quando as alucinações acontecem no momento em que a pessoa é reanimada...
Ela armazene na memória as supostas EQM, e como o senso do místico está "bugado" pela sua crença no sobrenatural...
O individuo termina interpretando as alucinações como sendo uma prova da mitológica “Vida após a morte”.
Quinta-feira, Abril 24, 2008
A lenda de “São Jorge” seria uma falácia?

Como cerca de 99% da população da Turquia não são cristãos, mas sim, muçulmanos pertencentes ao ramo sunita do Islã!
O nome “Jorge”, que tem origem no grego “Geōrgios” significa agricultor ou camponês.
E o “dragão” que supostamente cuspiria fogo e fumaça... Seria um delírio verbal, ou apenas algum enorme “Lagarto do Nilo”, do tipo Varanus niloticus.
Mesmo São Jorge sendo o protetor da Geórgia, da Sérvia, da Inglaterra, da Grécia, dos Países Catalães, de Portugal e das Colheitas.
A litúrgica do “aniversário” de São Jorge tenha sido fixada em 23 de Abril, ou seja, em plena primavera no continente europeu.
Desde o século XIII, a imagem de São Jorge sobre um cavalo branco, libertando uma donzela e vencendo o dragão, seja a mais difundida de todas as lendas populares.
E se afirme que, durante os 07 anos em que foi torturado, por ordem de um Tribunal formado por 07 reis, pelo atrevimento de ter desobedecido 07 vezes as ordens que recebeu para massacrar os cristãos, São Jorge jamais abdicou da sua fé.
A fábula de São Jorge seria apenas uma reciclagem da história do Militar romano, cristão, que foi martirizado por volta do ano 303 e decapitado por Cleciano, por não abdicar das suas crenças religiosas.
Até porque, a fábula de São Jorge, imortalizada por Jacques de Voragine em sua antológica "Lenda Dourada", seria apenas um Avatar ou AKDORGE pois a época das Cruzadas...
Onde se fantasiou que,
Num país chamado Líbia, existiu um dragão que aterrorizava os habitantes que para acalmar o monstro lhe ofereciam periodicamente um cordeiro e uma virgem, que era escolhida por sorteio...
Mas como certo dia à sorteada foi Selene, a encantadora filha do Rei da Líbia.
Para salvar a belíssima e importante donzela de ter uma morte horrível, São Jorge, teria lutado e vencido o dragão.
E que então o povo, assim como, o agradecido rei, teriam se convertido ao cristianismo.
Ao ficarem sabendo que, o soldado Jorge, para que pudesse derrotar o monstro que já havia matado vários aguerridos cavaleiros, antes de atacar o dragão, teria feito o sinal da cruz e invocado a ajuda do único Deus verdadeiro.
Seria apenas uma fábula onde os antigos acreditavam que, quando o Ciclo astrológico de Aquário começasse, um guerreiro garboso, imponente, invencível e de Grande estatura espiritual, viria montado no seu cavalo branco, venceria o dragão da maldade, construiria uma ponte entre o mundo físico e os deuses e guiaria a humanidade na reconstrução de um novo mundo...
C. G. Jung, em sua dissertação sobre as “Imagens psíquicas do inconsciente coletivo”, explica que, os arquétipos, as obras de arte, os fetiches e as lendas, são alegorias ou personificações de alguma época ou acontecimento, onde a mente coletiva se identificou com a atraente figura de algum mito, mártir ou heroi.
É o mesmo nome da “Deusa grega da lua”, que se apaixona por um belo e valente agricultor, e tem com o seu amado 50 filhas...
Assim como, é o nome da cidade onde o dragão teria vivido, na Ásia menor, (atual Turquia),
Como os FETICHES, as LENDAS e os Móbils são arquétipos do inconsciente humano, que vem a tona quando a humanidade enfrenta algum período de tensão, inaugura algum novo ciclo, realiza as mudanças necessárias ou cria renovos de importância crucial.
Aos poucos a imagem do soldado romano, que foi martirizado por volta do ano 303 e decapitado por Cleciano, por apenas ser cristão e não ter abdicado das suas crenças religiosas.
Foi se modificando, foi preenchendo as necessidades dos seguidores, até que se transformou em um personagem puramente arquetípico.
Sexta-feira, Março 14, 2008
O “Dilúvio” teria sido só uma colossal enchente?
E onde estaria a ONISCIÊNCIA do Deus que em Gênesis 6, 7, teria dito:
“Exterminarei da superfície da Terra o homem que criei, e com ele os animais, os répteis e as aves dos céus, porque ME ARREPENDO DE OS HAVER CRIADO”.
Como desde que os humanos aprenderam a divulgar a sua história, nunca houve alguma catástrofe mundial, mas apenas alguns acontecimentos naturais e localizados.
Como por exemplo, a inundação que aconteceu à cerca de 07 mil anos (quando o Mediterrâneo era considerado o “mundo inteiro”).
E que nada teve a ver com algum suposto castigo divino.
Pois é evidente que o relato de um “Dilúvio mundial” e a história da Nau sem rumo, sem leme, sem vela, sem remo, sem motor, sem ancora e sem destino; ter sido a única que conseguiu sobreviver...
Não passa de um “Conto de fada” religioso ou uma presunção não comprovada, que a Bíblia usa para apavorar os crentes e reforçar os poderes do suposto Deus Jeová.
È comum que de períodos em períodos, uma parte do gelo armazenado pelas geleiras se derretam, devido ao aumento da atividade solar ou a variação no ângulo do eixo de rotação da Terra, em relação ao Equador. Todavia, como as populações atingidas pelo degelo glacial, não sabiam que um grande recuo do mar era prenúncio de que breve fatalmente haveria uma inundação gigantesca.
Os místicos terminaram acreditando no “Dilúvio” imortalizado pela Bíblia.
E não enxergar que o relato bíblico de que, o Dilúvio teria começado no dia 17, do segundo mês, do ano 600 da vida de Noé (Gênesis 7; 11), e terminado no dia 01, do primeiro mês, do ano 601 (Gênesis 7; 13), não passou de uma inundação de proporções cataclísmica.
E que só ocorreu nas regiões invadidas pelo degelo das Calotas Polares, que haviam se formado durante o último período glacial.
Pois há cerca de 6.000 anos, o degelo das “Calotas Polares”, tendo rompido a barreira de sedimentos do Estreito de Bósforo, (que liga o mar Negro, ao norte, e o mar de Marmara ao sul), e é o limite natural entre a Europa e a Ásia.
Ocasionou a submersão, de mais de 100 mil quilômetros quadrados das terras habitadas pelos povos antigos.
E ajudou a formar o Mar Negro.
Assim como, o derretimento da Calota Polar Norte Americana teria inundado o Golfo do México e reocupado alguns terrenos habitados pelos povos que viviam à beira-mar.
O derretimento do gelo glacial (que existe no Norte dos atuais Estados Unidos da América), tendo elevado o nível do Estreito de Bering em vários metros, impediu que as levas de migrantes continuassem atravessando o estreito que liga a Ásia com o Continente Americano.
Pois parte da água do mar que virara gelo durante a era glacial, teria se derretido e voltando a imunda o Estreito de Bering, impedindo que se continuasse fazendo a travessia pelos locais onde o nível do mar teria sido tão baixo que teria dado para andar.
Explicação, o que houve foi apenas uma inundação local que virou lenda e foi passando de geração em geração. Pois como o volume total da água existente na Terra é de apenas 1,4 bilhões de km cúbicos.
Seria matematicamente impossível que algum Dilúvio cobri-se toda a Terra.
Até porque, para que todas as montanhas ficassem submersas, seria necessário cobrir com água uma área de 4,1 bilhões de quilômetros. E a coluna de água precisaria ter mais de 8.000 metros de altura.
Provas de que a chuva não aumenta a água terrestre

Apesar do cristianismo relatar que, O Dilúvio aumentou a água existente no planeta Terra, a ponto de encobrir todas as montanhas...
Essa mitologia nunca aconteceu, pois além das nuvens terrestres só acumularem cerca de 0,002% da água existente no planeta Terra.
A chuva, ou seja, do Ciclo de evaporação/precipitação da água terrestre, (Ciclo hidrológico), não aumenta a água existente no planeta Terra.
E apenas precipitar de volta (em forma de chuva), a água que conseguiu se evaporar e ir para as nuvens.
Ainda que chovesse 40.000 dias, o total da água existente no planeta Terra não aumentaria (e nem diminuiria); pois no interminável “Ciclo das águas”, a chuva é só o mais simples e mais comum “ciclo físico da natureza”.
A chuva é apenas a água que tendo transpirado ou evaporado, foi parar nas nuvens.
Onde sendo muito leve flutua, e se junta, até formar gotas maiores com peso suficiente para despencar.
Ou seja, se precipitar em forma de chuva, escoar e tornar a evaporar .
Formando novas nuvens de micro-gotículas de vapor de água em suspensão na atmosfera.
Para que não ajam dúvidas; lembramos que a água terrestre não é uma “fabricação caseira”, mas sim, cosmológica, pois a água é uma das cinco substancias mais comuns do Cosmo.
Sendo que mais de 10% do Universo é algum tipo de água.
Pois a água, (ou óxido de diidrogênio, no formato H2O), é o “solvente” e a “cola universal”, que une as moléculas dos gases, dos líquidos e dos sólidos.
A água surgiu do nada e desapareceu sem deixar vestígios?
Apesar da água terrestre variar e sofrer efeitos físicos, no Ciclo hidrológico conhecido como chuva, (ou seja, no Ciclo de evaporação e de precipitação da água terrestre), não haveria perdas, pois o planeta Terra é um “Sistema fechado”, onde o total da sua água é constante.
E só é modificado o volume da “água doce” disponível.
Pois a água terrestre existe desde do começo.
Veio do espaço extra-atmosférico.
É um presente do Cosmo.
E toda a água atual é a mesma água dos tempos primitivos e imemoriais, pois a “Lei de conservação da energia”, prova que no planeta Terra não é possível criar ou mesmo destruir a energia, mas apenas transformá-la.
Embora o degelo das Geleiras e das Calotas Polares tenha a capacidade de elevar o nível do mar ou de fazer parecer que aumentou a quantidade de água líquida existente no planeta.
O degelo não seria suficiente nem para inundar todo o planeta Terra, que dirá encobrir todas as montanhas.
A água que você acabou de beber, já teria sido algum rio, alguma nuvem, alguma parte do mar ou alguma parte dos seres que já existiram.
Já teria sido arrastada pelas enxurradas dos tempos antigos.
Ou já teria passado pela bexiga de algum dos nossos ancestrais.
Um Calor de 300°C. e uma Pressão atmosférica igual a do mar profundo
Já que para inundar todo o planeta Terra, a ponto de encobrir todas as montanhas mais altas, seria necessário uma descomunal nuvem, com o diâmetro equatorial de 12.000km e mais de 8.000 metros de altura.
Considerando que o vapor d'água tem peso.
E considerando que a pressão atmosférica depende do peso e da quantidade de gases que se encontram na atmosfera.
Chega-se a conclusão de que, na hora do Dilúvio, a Pressão atmosférica ao nível do mar seria tão elevada que esmagaria tudo o que houvesse, inclusive a suposta Arca de Noé.
Como a Condensação (também conhecido com liquefação), ou seja, o fenômeno da passagem de Vapor para o Estado líquido, libera calor.
Caso o Dilúvio tivesse acontecido, a torrencial chuva capaz de em apenas 40 dias encobriu até as montanhas mais altas...
Teria liberado uma energia calorífica tão forte, que cozinharia os “passageiros” da Arca de Noé.
E faria com que todos os Oceanos fervessem.
Os cálculos do geólogo norte americano Arthur Strahler, mostram que o calor liberado pela chuva do Dilúvio seria suficiente para elevar a temperatura atmosférica à mais 400°C.
Provas de que o Dilúvio é uma fraude
Apesar do “Dilúvio” ser mencionado por diversos povos espalhados pelo mundo;
É ridículo que em pleno Século XXI, ainda se acredite no relato arcaico e absurdo fornecido pelo Gênesis 7:11-12, onde é afirmando que, No ano 600 da vida de Noé, no dia 17 do mês de setembro, as “janelas do Céu” se abriram, fazendo cair sobre a Terra, uma copiosa chuva de 40 dias e 40 noites...
Pois não existe evidência geológica ou provas paleontológicas para as afirmações bíblicas de que houve um Dilúvio universal. De que o Dilúvio teria coberto as montanhas mais altas.
De que as montanhas teriam ficado cerca de 07 metros abaixo do nível das águas.
De que tudo teria permanecido submerso por mais de quatro meses.
De que o Deus dos hebreus teria advertido Noé sobre o Dilúvio cerca de 120 anos antes do “castigo divino” acontecer. Ou de que toda carne existente na época teria morrido afogada.
Como as nuvens acumulam menos de 0,002% da água existente no planeta Terra, questionamos:
01-De que forma a chuva do Dilúvio teria aumentado a água terrestre, ao ponto de submergir mesmo os lugares que se encontram a mais de 8.850 metros de altitude; como o pico do Monte Everest, localizado entre a China e o Nepal?
02- De que lugar a água teria vindo? E para onde a água do Dilúvio teria sido drenada?
03- Ao inundar o planeta... A água do Dilúvio teria provocado uma catástrofe que dizimou quase toda a vida terrestre e marinha?
04- O Dilúvio teria reduzido a salinidade dos mares e modificado o delicado equilíbrio que por milhões de anos vinha mantendo a quantidade de sal existente nos mares em cerca de 35 gramas por litro de água?
05- Por que não foram encontrados os incontáveis esqueletos dos afogados? E os vestígios arqueológicos de tudo o que andava, rastejava ou voava?
Além de ser correto que os vestígios não teriam marcas de doenças.
A maioria dos esqueletos seria de jovens. E estariam nos lugares onde o “Dilúvio” os teria depositado.
06- Por que não se achou alguma prova arqueológica ou conclusiva do Dilúvio?
07- Por que culturas bem documentadas como a chinesa, mesmo tendo registros que remontam a mais de 6.000 anos, não relatam nada a respeito do mitológico Dilúvio bíblico?
08- Por que a Bíblia mentiu que, Todas as vezes que o arco-íris brilhar entre as nuvens, serviria para lembrar o acordo feito entre Noé e o suposto Deus Jeová? Se o arco-íris é apenas um fenômeno luminoso resultante da dispersão da luz solar nas gotículas de água em suspensão na atmosfera...
Um fenômeno mais antigo do que Noé, e mais antigo até do que a vida terrestre...
09- Apesar de em 2000, os caçadores de tesouros submersos terem descoberto na Mesopotâmia (onde hoje é o Iraque), uma camada de lama com cerca de 3 cm que separaria os artefatos paleolíticos das antigas construções humanas, e a camada tenha sido chamada de diluviana... A camada em questão não é uma prova do Dilúvio, pois as análises detalhadas da mesma mostraram que a lama encontrada na Mesopotâmia, não possui fósseis dos seres que o Dilúvio supostamente teria matado.
E a lama em questão teria se originado das enchentes naturais dos rios Tigre e Eufrates.
Pois as geleiras ao derreter geram os rios Tigre e Eufrates.
Fotos de satélites provam que há 6.000 anos, a península arábica foi cortada por um rio criado pelo derretimento do gelo que se formou durante o último Período Glacial.
E que a enchente em questão, só aconteceu nas áreas invadidas pelo degelo das Calotas Polares.
O derretimento de parte da calota polar Norte Americana, teria alcançado o Golfo do México.
E o derretimento de parte da calota polar que cobre a parte oeste da Antártica (não sendo muito estável), teria inundado o Mediterrâneo.
10- Já que a Mesopotâmia é uma religião onde as inundações são comuns, quando houve o “Dilúvio”, ou melhor, a grande enchente, os moradores da região que hoje é chamada de Armênia teriam fugido das áreas alagadas para a Síria, o Irã e a Turquia e difundido sua história.
Até porque, várias lendas plagiadas pelos seguidores de Jeová seriam argumentos simplórios, que têm o objetivo de engrandecer e louvar o nome de Jeová.
11- Como Noé conseguiu reproduzir os diversos tipos de ambientes ecológicos, a fim de evitar que os vegetais, animais e micro organismos retirados de seu ambiente natural morressem, se existe os que só sobrevivem em locais quentes, os que precisão de locais frios, os que habitam lugares encharcados, os que habitam locais secos, os que vivem em locais ensolarados e os que precisam de cavernas escuras?
Vale lembrar que embora o planeta Terra esteja repleto de seres exóticos, estranhos ou tão pequenos que não podemos enxerga-los sem a ajuda dos microscópios, todos eles são importantíssimos para o perfeito funcionamento dos ambientes em que vivem.
12. Se só se salvaram os 06 parentes de Noé e um casal de cada animal... Como se explica que a Terra esteja abarrotada de povos das mais variadas raças? E porque a procriação com indivíduos consangüíneos não deu errado?
13-. Quais as provas de que só a Arca de Noé teria se salvado.
E que cada ser que hoje vive, seja algum descendente dos homens, animais ou vegetais que Noé teria transportado?
14- Se Noé só salvou sua esposa, seu filho Sem (de qual supostamente derivariam os semitas), seu filho Cam (que seria o suposto pai de Canaã), seu filho Japhet e suas três noras...
Como surgiu às raças humanas, com características genéticas diferentes?
15-. Como 08 pessoas inexperientes, sem recursos e vivendo numa época onde o trabalho era braçal, conseguiram construir uma imensa arca e reunir, capturar, transportar, alimentar, higienizar e cuidar de todos os seres espalhados pelo mundo, mas que precisariam ter sido salvos?
16- Como Noé e seus ajudantes conseguiram cuidar dos mais de 50.000.000 de espécies que precisariam ser salvos, se mesmo que eles trabalhassem dia e noite sem parar, para garantir a saúde, a alimentação e a higiene dos que transportavam; cada tripulante teria que cuidar de milhares de “passageiros” ao mesmo tempo?
17- O dever de Noé sendo salvar todos os tipos de seres.
Ou seja, sete casais de cada animal bom para a alimentação e um casal de cada animal imundo (que não serviria para comer).
Noé tendo que salvar a todos ou não salvaria ninguém.
E Noé desconhecendo a fauna e a flora que vive nas florestas, nos solo e nos microcosmos.
Como Noé conseguiu salvar os vegetais e animais que ele não conhecia?
Os que não estariam no local de embarque?
Os que só enxergamos com o auxílio de algum microscópio, mas que são importantíssimos para o meio ambiente em que vivem?
E os que vivem nos Trópicos, nas Américas e nas Regiões Glaciais?
18- Os que inventaram a fábula da Arca de Noé conheciam os micróbios?
Saberiam que a quantidade de micro organismos existente é tão fantástica, que supera em milhares de vezes os animais e vegetais somados?
Teriam entendido que também seria necessário salvar os vegetais, os fungos, a biomassa subterrânea, os microorganismos, os insetos, as aves, os répteis, os animais que ele não conheciam.
E os que nem estariam no local de embarque, como por exemplo, os seres tropicais e americanos?
19-. Além de o Dilúvio ter desconsiderado que os vegetais também são seres vivos.
E ter ignorado as implicações de não se salvar os organismos aquáticos que não possuem glândulas de sal ou não sobrevivem num mar poluído.
O Inventário da “Enciclopédia da Vida na Terra” provou que a biodiversidade vegetal e animal, passa dos 35 milhões de espécies (mais de 50 milhões de indivíduos).
Se distribuem em mais de 30 filos.
Que se subdividem em centenas de classes.
Que por sua vez se ramificam em milhões de espécies.
20- Já que a biodiversidade vegetal e animal são entrelaçados.
Cada espécie regula e é regulada por outra espécie de ser vivo.
E as plantas, os insetos, as bactérias, os fungos e os demais seres vivos vivem em estreita Inter-relação com o meio ambiente e as Leis que regulam a vida.
Caso o planeta fosse coberto pela água do Dilúvio e os rios, lagos e mares se transformassem num único oceano salgado e poluído... Seria deflagrando uma onda de morte pelo planeta.
Além disso, só alguns vegetais resistiriam ficar submerso na água salgada, sem respirar e sem fazer fotossíntese, por cerca de 370 dias.
21- Vale lembrar que, além da temperatura no pico do Everest chega a 720 C negativos...
E a pressão atmosférica ser muito reduzida, no ar que envolve o Everest quase não existe oxigênio.
22- Explique por que, na Turquia não existem papagaios, capivaras, cangurus, pingüins e milhares de outros animais endêmicos, se teria sido lá que eles desembarcaram da Arca de Noé?
Jeová não teve competência para criar uma humanidade que o agradasse?

Embora as crendices sejam achismos que mistura o real com o imaginário, neste século que quebrará paradigmas e romperá com a forma fantasiosa de ver as coisas.
Todos os dias, descobrimos que os “acontecimentos” relatados pela Bíblia são desordenados, imprecisos, exagerados ou inverídicos.
Pois além da paleontologia já ter excluiu a possibilidade de que tenha ocorrido à morte repentina de todos os seres que não foram salvos por Noé.
As histórias religiosas terem pouco rigor científico.
Serem cópias das lendas de outras religiões.
Terem objetivos teológicos, políticos ou mesmo mercadológico.
E foram fabricadas pelos que tinham a preocupação de transmitir ensinamentos autistas ou truncados.
Uma vez que a mente dos lúcidos é a mente que tudo pode, tudo compreende e tudo percebe, ela despertará para a consciência de si própria.
E criará o conceito de Justiça, que é um Poder Supremo inexistente na natureza.
E que estaria sendo elaborado por nossa civilização.
Pois com sua consciência ecológica, os lúcidos deterão a destruição do planeta Terra.
Bem diferente do Deus Jeová, que por sua incompetência em fazer uma humanidade que lhe agradasse, teria destruído e afogado a todos.
Além da “Arca de Noé” se apenas uma cópia bem elaborada da estória onde, durante uma inundação, os antigos criadores teriam construiu uma barca e transportado vários animais para um lugar mais seguro...
Seria impossível que o Noé possa ter construído de forma artesanal, uma colossal arca, numa região onde não existiam árvores de grande porte, mas apenas arbustos.
E sem usar ferramentas, pregos ou peças de ferro.
Ainda mas que, a “Arca de Noé” iria precisar de gigantescas vigas com até 150 metros.
E os 08 “amadores” teriam que construir de forma artesanal um imenso barco, com o comprimento de trezentos côvados, cinqüenta côvados de largura e trinta côvados de altura.
O que equivale a 150 metros de comprimento, 23 metros de largura e 40 metros de altura.
Se o Dilúvio afogou todo a vida existente no planeta Terra...
Por que jamais foi encontrado vestígios dos homens, das plantas ou dos animais que supostamente teriam perecido?
Se a Arca de Noé foi construída conforme as instruções existentes na Bíblia, ela não teve capacidade de reproduzir os vários ambientes ecológicos existentes na Terra.
Não conseguiu abrigar todos os vegetais e animais existentes.
E os que servem de “alimento” para outras criações, teriam ficado mais de 375 dias, lado a lado com os seus predadores.
Análise de um Dilúvio absurdo
Para sustentar os absurdos e autoritarismos existentes nas “Sagradas Escrituras”, os teólogos teriam manipulado ou mesmo escondidos vários fatos importantes descobertos pelos geólogos, biólogos e pelos cientistas.
E inclusive usado o ardil de mostrar alguma falha ou imperfeição dos personagens bíblicos, a fim de fazer parecer que seus relatos teriam sido reais, pois um dos objetivos do Gênesis, seria o de contrapor-se e “corrigir” o que era ensinado entre os povos do Oriente Médio antigo, que veneravam centenas de deuses.
Além de o Dilúvio ter vários relatos idênticos ao da milenar lenda da “Epopéia de Utnapishtim”.
Ter objetivos teológicos.
Ser uma tentativa de engrandecer e reforçar os supostos poderes do Deus Jeová.
E misturar lendas com fatos...
Pois ele obedeceria a regra do raciocínio mítico e não as normas da razão da realidade.
Ficou comprovado que durante os 40 anos do cativeiro babilônico, os escribas judeus teriam absolvido a Lenda de Gilgamésh, um híbrido das culturas Suméria e babilônia.
E transformado a Lenda de Gilgamésh no Dilúvio bíblico...
A lenda de Lenda de Gilgamésh foi registrada pela escrita cuneiforme, criada pelos sumérios.
Ela consistia em caracteres em forma de cunha, gravados em tábuas de argila.
No princípio usou-se um sistema pictográfico, mas gradualmente os caracteres foram se transformando num conjunto de sinais silábicos e fonéticos, até chegar a um total de aproximadamente 350.
Todavia nenhum alfabeto jamais se derivou da “Escrita cuneiforme”.
O que Nóe e os animais comeram, nos 375 dias em que teriam ficado dentro da arca?

Já que em Gên 7:11, relata que, Noé entrou na arca no dia 17, do 2.° mês do ano 600.
Em GEN 8:13, está escrito que, No 01 dia, do 01 mês, do ano 601, secaram-se as águas sobre a terra.
Mas Noé e os animais teriam ficados na ARCA 01 ANO e 10 DIAS ou seja, 375 DIAS!
Pois só aos 27 dias, do 02 mês, do ano 601, foi que, Então falou Deus a Noé, dizendo, Sai da arca, tu, e juntamente contigo tua mulher, teus filhos e as mulheres de teus filhos, GEN 8 :14.
RELAÇÃO ÁUREA DE EQUILÍBRIO BIOLÓGICO
Já que a “Relação áurea de equilíbrio biológico” entre presas X predador é sempre piramidal.
E para cada “predador” precisa haver um elevado número de “presas”.
Eu questiono como o Noé teria impedido que todos os seres das incontáveis cadeias alimentares se devorassem uns aos outros?
Mesmo após o Dilúvio ter acabado, os que se nutrem de vegetais ou de animais, teriam que esperar que as suas presas se reproduzissem, para só depois poder se alimentar.
Pois caso algum ser devorasse a sua vítima, a vitima morresse ou a vitima perdesse o seu par, a espécie não mais se propagando, desapareceria.
50 MILHÕES DE ESPÉCIES

Além de ser impossível que os mais de 50 milhões de espécies, que habitam os 05 continentes e as várias ilhas, tenham sidos reunidos por tão pouca gente.
Não podemos esquecer que, a biomassa subterrânea, ou seja, a soma da matéria viva existente sob a terra, supera, em volume e em diversidade, tudo o que existe na superfície do planeta Terra.
Até por que, fato do solo sob os nossos pés abrigar mais vida do que toda a superfície, é um dos fatores que possibilita a existência da vida na superfície do planeta Terra.
Para reunir os vegetais, os animais e os micros organismos espalhados pelo mundo, Noé teria construído algum transporte auxiliar, capaz de percorrer o planeta a uma velocidade incrível...
Ou foram os próprios animais e vegetais, que milagrosamente teriam se apresentado a fim de embarcar?
Se não bastasse que as “perdas” vegetais e animais fossem imensas e só sobrevivessem os que resistissem ao frio, á fome, a água salgada, ao Sol encoberto, ao pouco oxigênio, a pressão atmosférica e ao cansaço.
Já que tudo no planeta está interligado e para que o meio ambiente não termine se envenenando a evolução fez com que o ar, os dejetos e as substâncias rejeitadas por alguns, sejam indispensáveis para outras formas de vida.
Pois o valor de cada ser independe da sua utilidade para o homem.
Os que precisam pousar para descansar e os que respiram pela pele, também morreriam.
Assim como, os insetos que se alimentam de folhas, frutos e néctar.
E morreriam os pássaros que se alimentam de insetos, larvas, sementes, frutos ou folhas, deflagrando uma reação em cadeia letal que precisaria de milhões de anos para ser refeita.
A escalada do monte improvável

Além das “Escrituras Hebraicas” não mencionar o nome do Monte onde a suposta “Arca de Noé” teria repousou. E apenas fantasiar que, “Até as montanhas mais altas teriam ficado submersas”...
O Dilúvio seria apenas uma lenda mitológica aceita pelos que preferem acreditar a ter que investigar, pois o Monte Everest, com seus 8.848 metros de altitude é cerca de 4.600 metros mais alto do que o Monte Ararat, que só tem 4.200metros.
Através dos séculos, a Bíblia modificou o “Gênesis” e afirmou que, o Monte Ararat seria o local onde após o Dilúvio, a Arca de Noé teria tocado terra firme...
Todavia o “Monte Ararat” (persa آرارات; hebraico אררט), localizado no extremo nordeste da Turquia, a 16 km a oeste do Irã e a 32 km ao sul da Armênia, não é uma montanha composta por depósitos sedimentares, mas sim, um vulcão extinto.
Além do Monte Ararat ter a forma de um cone, ser cheio de abismos, ser formado pelo magma que aflorou a superfície.
No Inverno a temperatura do Monte Ararat chegar aos 10 graus negativos; a sensação térmica provocada pela ventania que fustiga este local inóspito dobrar o frio, fazendo com que as partes expostas congelem em minutos.
A neve pode ultrapassar 10 m de espessura.
E à medida que se sobe, aumenta o frio, mas a pressão e o volume do oxigênio existente no ar, vão diminuindo.
Os seres que vivem em locais quentes, ou que têm parte da sua respiração feita através da pele, não suportariam desembarcar numa montanha gelada, íngreme, onde a pressão atmosférica seria fraca e haveria pouco oxigênio.
Pois os “passageiros” da Arca não superariam o “Mal agudo de montanha”.
Ou seja, “O mal de altitude”, que se caracteriza pela dificuldade de respirar num local com pouca pressão e pouco oxigênio, se tem náuseas, se tem tonteiras, se fica com o cérebro inchado, se tem necroses provocada pelo frio e os órgãos entram num processo de falência.
O geólogo inglês Sir Charles Lyell (1797-1875), ao explicar que, as mudanças geológicas são lentas e graduais. Gastam milhões de anos para acontecer.
E que não sucedem catástrofes inexplicáveis como as do Dilúvio bíblico.
Eliminou a fantasia catastrófica do Dilúvio, que teria acontecido próximo de 2.370 a.C. Ou seja, a cerca de 4.400 anos.
E ajudou provar que o Dilúvio não passou de uma inundação descomunal, que só ocorreu num pequeno pedaço do planeta.
Como os cristãos desejam enfeitar e reforçar os supostos poderes do Deus Jeová, eles fabricaram o Dilúvio plagiando e refinando a didática lenda de Utnapishtim.
Será que depois do suposto Dilúvio Noé teria mesmo vivido cerca de trezentos e cinqüenta anos?
Todos os dias da vida de Noé teriam sido cerca de novecentos e cinqüenta anos?
como Noé teria tido saúde e disposição para construir e cuidar da arca, se na época do Dilúvio ele já estaria com 600 anos?
A lenda de Deucalião

Antes do cristianismo surgir, os gregos já relatavam a epopéia do barqueiro Deucalião, o mais justo dos homens.
Até por que a cultura babilônica já contava a história de Utnapishtim.
Argumentamos que a Arca de Noé não seria a primeira ou mesmo a única versão de alguma enchente catastrófica, mas sim, a mais conhecida de todas,
Já que a Bíblia é um aglomerado de mitos e narrações, entulhado de lendas, ficções e fantasias.
E na raiz das lendas que povoam o folclore popular, sempre há alguma explicação lógica ou fato real.
Ainda que o mesmo possa ter erros de interpretação, ou seja, usado para justificar os interesses de determinados grupos.
Eu lembro que muitos séculos antes dos Hebreus, que viviam na cidade de Ur, que ficava na Mesopotâmia, terem emigrado para a Palestina sob a chefia de Abraão ou mesmo, terem criado o “Menorá” (o candelabro de sete braços, o símbolo religioso da religião mosaica e o brasão do Estado de Israel).
Uma antiga lenda grega, conta que,
Júpiter, pai dos deuses, zangado com a maldade, a desobediência e o tumulto da raça humana, resolveu inundar a Terra, a fim de afogar todos os humanos.
Mas escaparam, em uma barca, Deucalião (o mais justo dos homens) e Pirra (a mais virtuosa das mulheres).
Quando o “Dilúvio” de 40 dias e 40 noites terminou, o casal consultou um oráculo sobre o que deveria fazer e o mesmo lhes aconselhou que atirasse para trás os ossos de sua mãe.
A mãe era o planeta Terra e os ossos às pedras que existem espalhadas pelo chão, as pedras lançadas para trás por Deucalião transformaram-se em fortes e intrépidos homens e as que foram lançadas para trás por Pirra, transformaram-se em novas e lindas Mulheres.
A lenda de UTNAPISHTIM

Na “Epopéia de Gilgamésh” encontramos lendas anteriores aos escritos bíblicos, que misturam mitologias com fatos reais. Inclusive a lenda que fala sobre a Epopéia de Utnapishtim (também chamado de Ziazudra ou Atrahaxes), e que relata que o mesmo teria construído um imenso barco e com sua mulher, teriam se tornado os únicos sobreviventes de um “Dilúvio universal”.
A história de Utnapishtim é um dos épicos mais antigos da literatura mundial, pois teve origem na cultura babilônica, uma raiz vital da civilização ocidental, cuja riqueza, charme, imaginação e conteúdo arquétipo, rivalizaria com as histórias da vida moderna.
A lenda de Utnapishtim relata que os humanos faziam tanta algazarra que os deuses resolveram afogá-los.
Na lenda, Utnapishtim é um mortal que venerava o Deus sábio Ea. E que vivia tranqüilo com sua mulher na cidade de Shurrupak, localizada na margem do rio Eufrates, na parte central do Sul da Mesopotâmia (atual Tell Fará). Mas a cidade desse “Noé babilônico”, assim como os humanos foram crescendo...
Um dia, chateado com as brigas, o desrespeito e o tumulto dos humanos, o Deus guerreiro Enlil, sugeriu: “vamos afogar esta plebe que perturba o nosso descanso”!
Como o Deus Anu e seus filhos: Enlil, Ea, Ninurta, Ennugi e Ishtar, também estavam aborrecidos com as algazarras dos humanos, que atrapalhavam seus descansos.
A fim de afogar os humanos, eles concordaram em “abrir as portas do Céu, soltar as águas do mundo” e fazer cair sobre a Terra uma copiosa chuva de 07 dias e 07 noites.
Assim o castigo proposto por Enlil foi aprovado por todos os deuses, que combinaram não avisar nenhum humano sobre o plano maquiavélico de afogá-los.
Mas como o Deus sábio Ea, ficou resmungando alguns detalhes do castigo por muito tempo.
O vento terminou levando o murmuro de Ea até UTNAPISHTIM, que mesmo estando sonolento, acreditou no que ouviu, pois ele sabia por experiência anterior, que determinados deuses eram maus, vingativos ou egoístas.
Sem perda de tempo, Utnapishtim desmanchou sua casa de madeira e com o material que apurou, construiu um imenso barco de 03 andares comprido, largo e alto.
Utnapishtim abandonou as riquezas materiais e levou para o barco apenas sua mulher, muitas provisões e um casal de todas as criaturas existentes no local (tanto das domésticas quanto das selvagens).
Durante 07 dias e 07 noites, a tempestade enviada pelos deuses açoitou o mundo e afogou tudo.
No oitavo dia, a chuva terminou e Utnapishtim que olhou do barco para fora e não avistou nenhuma outra criatura viva chorou.
Mas isso foi só mais algumas gotas de água, na imensidão do Dilúvio.
Vendo que o perigo havia passado, Utnapishtim atracou o barco no topo do Monte Nisir, onde soltou uma pomba e um corvo.
A pomba retornou exausta, mas com um ramo de Oliveira no bico.
Já o corvo não retornou, pois encontrara muita carniça para devorar.
Utnapishtim desceu do barco, se embebedou e discutiu com a esposa que o advertiu sobre as palavras duras que pronunciara, sobre o fato dos deuses terem tratado a humanidade como gado humano.
Apesar de Utnapishtim não sentir amor, ternura, gratidão ou mesmo admiração pelos deuses, mas sim, medo, desprezo, inveja e muita revolta...
Para minimizar suas blasfêmias, Utnapishtim resolveu sacrificando em holocausto um lindo filhote de carneiro que nascera durante o “Dilúvio”.
Quando o cheiro delicioso da carne churrascada se espalhou pelos arredores, logo apareceu Enlil, furioso e esbravejando, “por que um mortal do tipo que só serve para criar confusão escapou, se todos deveriam ter morrido?”
“Será que alguém traiu o acordo e avisou a esse mortal sobre o castigo”?
Para acalmar os ânimos, o Deus sábio Ea, argumentou que a vingança fora pesada demais e que pelo menos o casal em questão não mereceria morrer, pois ninguém os havia avisado e fora o próprio Utnapishtim que pressagiara a enchente.
Com o apaziguamento do Deus sábio Ea, a raiva de Enlil esfriou.
E Enlil acabou concordando que, apesar dos homens terem sido criados para acreditar, adorar e servir aos deuses... Eles não eram escravos sem vontade.
E, além disso, seria bem mais agradável e festivo, que os deuses tivessem alguém que os adorassem de livre e espontânea vontade.
Tendo se convencido de que o “barqueiro do Dilúvio” estaria pré-destinado a ter uma vida diferente e excitante, na tentativa de remediar o mal que os deuses fizeram, Enlil pegou sua espada e tocando com a mesma o ombro de Utnapishtim, que se ajoelhará ao seu lado, fez com que Utnapishtim e sua esposa, se tornassem imortais.
Terra, planeta água!

Embora a Terra tenha mais de um milhão de trilhões de toneladas de água.
E ¾ da área do globo terrestre seja água.
Pois só o mar terrestre ocupa 71% da superfície total do planeta (ou seja, cerca de 361.000.000 Km2), alguns místicos acreditam que no futuro faltará água...
Todavia, mesmo a água doce terrestre, sendo menos de 3% do total da água existente no planeta Terra.
E a maior parte dessa preciosa água, estando sob a forma de gelo ou de lençóis subterrâneos.
É impossível que no tecnológico mundo do futuro falte água.
A maravilha da água terrestre não é o fato dela existir em abundância, mas sim, que possua a capacidade de manter a vida; pois entre os bilhões de astros que vasculhamos, a nossa espaçonave atual é o único local que mantêm a água no estado líquido; numa pressão atmosférica favorável à vida.
E na temperatura adequada. Já que poucos graus para cima ou mesmo para menos, e a vida não poderia ser como a conhecemos.
Cabe lembrar que o terceiro planeta do sistema solar, (pela ordem de afastamento do Sol), tem só 19% de terra firme, pois os outros 81% são alguns tipos de água.
E que a água é uma substância composta e não o "Elemento fundamental" que os antigos “ensinavam”.
Já que para os vulcões entrarem em erupção, eles precisam de água, pois os vulcões só entram em erupção caso consigam água suficiente para liquefazer o que é expelido.
Discordamos que a água terrestre tenha sido fabricada pelos processos evolutivos que a Terra passou.
Ou possa ter sido fabricada pelos vulcões.
E lembramos que até os 80 km de altura, a atmosfera terrestre não possui hidrogênio puro em abundância.
Além disso, o hidrogênio e o oxigênio sendo muito estáveis, eles precisariam de alguma energia que disparasse a reação que os transformaria em água.
É improvável que o hidrogênio terrestre tenha se juntar com o oxigênio existente no ar, para forma a água terrestre, já que a gravidade puxar o oxigênio para baixo, mas impura o hidrogênio para o espaço.
Além disso, a água terrestre surgiu antes dos vegetais e do oxigênio fabricado pelos que fazem fotossíntese.
Pois a água terrestre já foi parte da poeira estrelar.
Veio do espaço, da mesma fonte que produziu à água dos outros astros.
E é um presente do Cosmo.
É alarmante que, apesar das versões que foram transcritas para os livros bíblicos não terem sido escritas por intermédio de cientistas e em tempo real.
Pois inúmeros casos já foram desmentidos.
E a única fonte historiográfica que os escribas possuem, seriam as fontes orais.
As versões ignorantes, reveladas pelos supostos “Livros Sagrados”, por meio de relatos populares, de contos mitológicos, de profetas esquizofrênicos, de lideres inescrupulosos.
Sejam tomadas como uma verdade inquestionável.
E na vida dos dependentes da religião não haja espaço para a duvida, a curiosidade, à vontade de investigar ou para a crítica.
Como os místicos tenderiam repetir os mesmos erros e circular eternamente pelo mesmo labirinto onde tentam, mas fracassam compreender os mistérios da existência.
Ainda que em alguns casos seja possível recuperar a verdade soterrada pela publicidade ou enxergar que os dogmas e os milagres não passam de conversa fiada, que criam expectativas irreais e absurdas.
Onde as crenças dos teístas se sobrepõem à realidade do mundo em que vivemos.
E despreza tudo o que seria contrario as revelações religiosas.
Pois ainda que o crente seja incapaz de esclarecer as dúvidas cientificas, ele jamais admitirá que os seus dogmas ou “Livros Sagrados” possam estar errado.
Quarta-feira, Março 05, 2008
Evidências do Sudário ser um enigma fabricado pelo Da Vinci



A imagem apresentada pelo “Sudário de Turim” corresponde
a jovialidade dos 33 anos que Jesus teria ao ser crucificado...
Ou é idêntica ao auto-retrato do Leonardo da Vinci já envelhecido?
Além da imagem apresentada pelo “Sudário de Turim” ter traços em comuns com o rosto da Mona Lisa e de outros personagens retratados pelo Da Vinci.
Tanto o estilo como os detalhes do Sudário são típicos do Leonardo da Vinci.
E tem características parecidas com o rosto da Nossa Senhora que se encontra no colo de Santa Ana.
JESUS seria MORENO ou tipo JUDEU?
Já que o personagem JESUS deveria ser JOVEM, MORENO e do tipo JUDEU...
E não muito idoso e do tipo europeu...
Pois a aparência européia de Jesus é só uma adaptação artista que foi plagiada pela Igreja...
Fica comprovado que o Sudário de Turim é uma farsa.
E que o retratado pelo Sudário seria o Da Vinci.
03- A estranha POSIÇÃO DO CABELO e das PÁLPEBRAS
Outra indicação deixada pelo Da Vinci, no sentido de mostrar que o Sudário é uma fraude.
Seria o fato de que a posição do cabelo é típica de alguém que estivesse em pé, e não de um cadáver deitado.
Além disso, as pálpebras do suposto defunto estão ABERTAS e não FECHADAS.
04- A imagem existente no Sudário foi construído a partir de 03 PEÇAS DISTINTAS
Outra pista deixada pelo Da Vinci, no sentido de mostrar que o Sudário é uma fraude.
Seria o fato da pintura em tela ter sido feita em 03 etapas.
Pois o Sudário de Turim é uma pintura onde a cabeça, à frente e as costas foram reunidas.
Sendo que as costas é ligeiramente maior do que à frente.
E a cabeça está excessivamente próxima do peito.
05- AS MOEDAS NOS OLHOS
Como o Leonardo Da Vinci era um charadista atrevido, detalhista, culto e exepcionalmente talentoso, ao montar a sua “vingança” ele teria pensado em quase tudo.
E inclusive usado a artimanha de colocar moedas sobre os olhos do suposto crucificado, como um pista, para indicar que o Sudário de Turim é uma zombaria.
Para decifrar a charada criada pelo genial Da Vinci, bastar lembrar que, na cultura judaica não existe a bobeira de colocar moedas nas palpebras dos defuntos...
E que segundo a mitologia grega, os cadáveres teriam que ser queimados e não colocados dentro de em alguma tumba, como éra costume na cultura judaicas.
Pois para os gregos, a almas do defunto só chegaria ao Olimpio, caso o cadáver fosse queimado e a fumaça subisse até o Olimpio, onde poderia se colocar ao lado dos deuses.
Como colocar moedas na boca dos cadáveres, para que ao morrer a alma pudesse pagar o barqueiro Caronte.
Não era um costume da cultura judaica, mas sim, uma bobeira da antiga mitologia grega e romana.
Pois segunto a mitologia grega, para cruzar o Rio Estige ou o Aqueronte, as almas dos defuntos precisariam dos serviços do barqueiro Caronte, que cobrava pela travessia um Óbulo (uma pequena moeda grega de cobre).
Sendo que quando alguém não era enterrado com as moedas, o barqueiro Caronte se recusava transportar a alma do sujeito, e a alma do infeliz ficaria vagando pelo mundo sem rumo, por cerca de 100 anos...
Fica provado que o Sudário de Turim é só um picuinha inventada pelo genial Da Vinci.
06- O DNA da TINTA existente no Sudário e de BOVINO
Como o Leonardo Da Vinci gastou cerca de três anos, para planejar e pintar (de forma microscópica), as pinceladas que juntos com outras artimanhas, deram ao Sudário de Turim a aparência de autenticidade.
E nada foi esquecido ou desprezado pelo detalhista artista.
Para solucionar o enigma do Sudário basta ficar sabendo que, a imagem mostrada nessa pintura não foi produzida por “sangue humano”, e sim, feita por intermédio de “tintas” construídas pelo próprio artista, que inclusive usou como fixador o colágeno bovino (gelatina).
07- QUANTOS CRAVOS foram usados?
Outra prova de que o Sudário é uma fraude seria o fato de que, a forma atual de apresentar Jesus crucificado com 03 cravos, é uma invenção do Leonardo Da Vinci; pois até 1250 d.C. (quando Francisco de Assis se converteu em cristão, após ver a pintura “crucifixo medieval”), Jesus era apresentado, pregado na Cruz, com 04 cravos (ou seja, com 01 cravo em cada pulso e cada tornozelo).
Pois se o Sudário de Turim fosse verdadeiro é não mais uma fraude religiosa.
O crucificado deveria aparecer pregado na Cruz com 04, e não com apenas 03 cravos.
08- JONATHAN
Para reforça a tese de que o “Santo Sudário” é uma farsa.
Basta lembrar que, tanto o sádico Rei Dario I como os romanos, mandavam amarrar os braços dos crucificados à trave horizontal e pregar os pés dos infelizes separadamente, com 01 cravo em cada tornozelo.
E não como é mostrado nos Crucifixos modernos.
Além disso, o fato de ter sido achado na região de Giv’athá-Mivtar, no nordeste de Jerusalém, o esqueleto de um homem que fora crucificado com um prego em cada tornozelo.
E que foi batizado de “Jonathan”, prova que os crucificados não eram pregados com os pés juntos.
E nem com um pé por cima do outro, como é mostrado na moderna mitologia cristã.
09- BAIXO RELEVO e não ALTO RELEVO
Além da cabeça está excessivamente próxima do peito.
A cabeça do Sudário foi feita com o uso do BAIXO RELEVO e não pelo altíssimo relevo que proporcionaria uma cabeça humana, com bem mais de 50 cm de circunferência.
10- PRIMITIVAS TÉCNICAS RETRATISTAS
Já que tanto as costas como a frente do Sudário foram feitas com o uso de primitivas técnicas retratistas.
Fica provado que o Sudário é uma fraude.
11- A VINGANÇA DO GENIAL ARTISTA
Pois dessa forma ele contrabalançaria o fato de não pode se reproduzir.
O cético, desassombrado e genial Da Vinci, (1452-1519), que foi um amante dos enigmas, e que escreveu milhares de páginas sem mencionar Deus ou algum outro suposto “Grande Arquiteto do Universo”.
Não só conseguiu ridicularizar e zombar do cristianismo.
Como se desforrou de não ter podido trabalhar aos domingos.
E se vingou de ter sido forçado renunciar as suas tendências homossexuais, por conta dos dogmas e das imposições religiosas.
Até porque, para um homossexual enrustido e com dislexia, mais super inteligente como o genial Da Vinci, que não recuava nem diante da dissecação ou da vivissecação.
Não haveria vingança maior de que a de fazer com que os preconceituosos e fanáticos místicos adorassem o seu retrato como sendo de algum suposto Deus.
12- Da Vinci PRATICOU em CADÁVERES
O notável conhecimento que Da Vinci adquiriu da anatomia humana, e o fato dele ter praticado a crucificação em cadáveres, possibilitou que o Da Vinci colocasse os estigmas de Jesus no lugar certo da mão...
Pois o Da Vinci descobriu o ponto (entre os ossos carpíamos), que se transpassado por um cravo, poderia sustentar o peso de um corpo pendurado na Cruz.
13- Testes efetuados em cadáveres, pelo grupo STURP,
comprovaram que se as palmas das mãos de Jesus fossem atravessadas por 02 cravos, com mais de 14 centímetros.
Conforme é visto nos crucifixos cristãos, elas não suportariam o peso do corpo.
E em vês de ficar com apenas 02 pequenos orifícios, se rasgariam
PREGADO PELAS MÃOS OU PELOS PUNHOS?
Embora a Bíblia e os retratistas mostrem as supostas “chagas” das mãos de Jesus; como se Jesus tivessem sido pregadas na Cruz com cravos atravessando as palmas das suas mãos...
No “Sudário de Turim” os cravos são mostrados como tendo sidos fixados nos punhos e não mas palmas das mãos.
Até porque, as chagas das mãos de Jesus são uma fraude.
HOMEM VITRUVIANO

Como o Sudário tem as distorções típicas dos pintores, retratistas e escultores, que reproduzem figuras humanas sem o uso de alguma escala.
Através das “PROPORÇÕES MATEMÁTICAS DO CORPO HUMANO”, do “SEGMENTO ÁUREO”, da PROPORÇÃO ÁUREA, do NÚMERO DE OURO, do NÚMERO ÁUREO ou da Constante real algébrica irracional.
Descobertas pelo arquiteto romano Marcus Vitruvius Pollio e divulgado no século XV pelo Leonardo Da Vinci, através do seu “Homem Vitruviano”.
Podemos prova sem qualquer chance de erro ou de dúvida, que o Sudário de Turim é uma pintura e não alguma imagem divina.
Pois além da silhueta do Sudário ser muito longa.
Tanto as medidas do corpo, como a da cabeça e a dos braços são desproporcionais.
E não se ajustam com a Biometria humana do homem adulto.
Para provar através do VALOR CONSTANTE que regula as proporções do corpo humano adulto, que o Sudário de Turim é uma pintura.
Basta observar que as medidas do Sudário não coincidem com as da: “GRANDE ABERTURA”, ou seja, a distancia entre os dedos médios, achando-se os braços abertos em Cruz, que no homem branco adulto é igual à estatura ou ligeiramente maior.
Se dividirmos a altura de um homem adulto pela distancia entre o umbigo e o chão...
O resultado será 1,618, a chamada “PROPORÇÃO DIVINA” descrita por Leonardo da Vinci.
Pois esta proporção, assim como outras, estão presentes na natureza humana.
Todavia as medidas em questão não existe no Sudário de Turim.
Além disso, as outras medidas do Sudário também não combinam com as do homem adulto, pois um palmo humano tem a largura de quatro dedos.
Um pé humano tem a largura de quatro palmos.
Um antebraço humano tem a largura de seis palmos.
A altura do homem comum costuma ser a de quatro antebraços (24 palmos).
Um passo humano é igual a quatro antebraços.
A longitude dos braços estendidos do homem comum é igual à sua altura.
Nos homens adultos, à distância entre o nascimento do cabelo e o queixo é um décimo da sua altura
No homem, à distância do topo da cabeça para o fundo do queixo é um oitavo da sua altura.
À distância do nascimento do cabelo para o topo do peito é um sétimo da altura de um homem.
À distância do topo da cabeça para os mamilos é um quarto da sua altura.
A largura máxima dos ombros é um quarto da sua altura.
À distância do cotovelo para o fim da mão é um quinto da sua altura.
À distância do cotovelo para a axila é um oitavo da sua altura.
A longitude da mão é um décimo da sua altura.
À distância do fundo do queixo para o nariz é um terço da longitude da face.
À distância do nascimento do cabelo para as sobrancelhas é um terço da longitude da face.
A altura da orelha é um terço da longitude da face...
Argumentos que se opõem ao Santo Sudário ser verdadeiro:
01- A LEI ROMANA
Além da Lei romana não permitir que sobrasse resto dos crucificados, suficiente para ser sepultado ou mesmo venerado.
Guardar objetos que se referissem à morte de alguém ter sido impuro, de péssimo agouro e contrário às antigas tradições judaicas.
E jamais ter sido encontrado algum resto físico ou registro arqueológico que sustente a lenda de Jesus Cristo.
Todas as “relíquias”, referências e narrativas que se referem a Jesus são falsas, pois Jesus é só um personagem mitológico, que o Imperador Constantino ajudou criar.
02- No Sudário existe COLÁGENO (gelatina) e não SANGUE HUMANO
Depois de realizar várias experiências patrocinadas pela revista científica francesa "Science et Vie", em junho de 2005, Jacques di Costanzo, do Hospital Universitário de Marselha (sul da França).
Concluiu que o Sudário é uma falsificação.
Pois ao esfregar o óxido férrico misturado com gelatina (colágeno bovino), sobre um tecido, o artista que pintou o Sudário teria produzido marcas semelhantes ao sangue humano.
Além disso, a gelatina (que é um produto de origem animal rico em colágeno), era muito usado pelos pintores da Idade Média, como fixador de pigmentos, quando se tinha que trabalhar com tecidos.
03- OCRE VERMELHO
O cientistas Walter MacCrone, que era especializado em tintas, antes de ser expulso do Comitê de investigação, alegou que, o estilo e os produtos químicos encontrados no Sudário são idênticos aos que eram empregados pelos retratistas do Século XIII.
Pois no “Sudário de Turim” não foi detectado nenhum vestígio de sangue humano ou de ácido lático, mas sim, bilhões de minúsculas partículas do pigmento Ocre vermelho e do corante vermelhão, uma das misturas mais usadas pelos retratistas, que como Leonardo da Vinci, faziam sua própria tinta.
04- CADÊ OS UNGÜENTOS?
Por que no "Sudário de Turim" não foi achado nenhum vestígio dos cerca de 30 quilos de perfume, mirra e aloés, que segundo o Evangelho de João, teriam sido juntados ao cadáver de Jesus?
05- QUEM INSPIROU QUEM?
O Sudário de Turim tem mais de 30 pontos em comuns com o Jesus pantocrator do Sinai, que foi fabricada por um artista e se encontra guardada no Monastério de Santa Catarina no Egito.
Onde Jesus é apresentado alto, de olhos azuis, cabelos longos, com barba e com feições muito próximas do tipo semítico.
06- JESUS era MORENO e não tipo EUROPEU.
Já que a aparência européia de Jesus é apenas um marketing que foi plagiada pela Igreja...
O elo do Jesus europeu com o Sudário de Turim, prova que o Sudário de Turim é uma farsa.
Pois o homem que aparece no "Sudário de Turim" não tem as características somáticas de um judeu, mas sim de um europeu...
07- A imagem que aparece no sudário seria de um IDOSO ou de um JOVEM?
Para que a “mortalha da vez” fosse verdadeira, a imagem de Jesus deveria apresentar o biótipo de um Judeu jovem e não mostrar um idoso de olhos azuis, pele clara, cabelos lisos e longos.
08- JESUS ou outra pessoa?
Não existem provas de que o idoso que aparece no Sudário seja Jesus com 33 anos de idade.
E o “crucificado” poderia ser qualquer um dos mais de 25.000 pessoas que também foram crucificados.
Inclusive algum dos TEMPLÁRIO que faziam viagens a Jerusalém, e teriam sido torturados da mesma forma que Jesus teria sido crucificado...
09- Luigi Gonella, um consultor científico do Cardeal Anastácio Ballestrero de Turim, afirmou que, a Igreja jamais poderá demonstrar que o homem do Sudário seja Jesus.
Pois não existi registro ou arquivo que possa confirmar tal identidade.
10- FIGURA TRIDIMENSIONAL
Quem pintou o “Santo Sudário” desprezou que seria impossível um cadáver produzir impressões perfeitas, não borradas, sem deformações, com detalhes perfeitos do o nariz, dos olhos, do bigode, da boca, da testa, das sobrancelhas, dos cabelos, da barba, da coroa de espinhos, as chicotadas e de todos os ferimentos de alguém que fora envolto num manto.
Sendo impossível representar uma figura tridimensional como o rosto e o nariz, numa superfície plana sem deformar as proporções do mesmo, pois a área das imagens tridimensionais é bem maior do que a área das pinturas bidirecionais.
Fica fácil provar o “Sudário de Turim” é um embuste.
Pois se a imagem da cabeça e a do nariz não fosse algum tipo de “pintura”, mas que sim, a marca deixada pela pressão do nariz sobre o tecido; a área impressa por esses “moldes” tridimensionais teria de ser bem maior do que a que aparece na pintura bidirecional do Sudário .
Outra prova de que o Sudário é uma farsa, é o fato de que, no alto da cabeça não existe marcas de sangue.
11- OUTROS SUDÁRIOS
Até 1349, era venerado o Sudário existente na Catedral de Sanint Etienne de Besançon, que seria um tecido pintado. Sendo que em 1794 o Sudário de Sanint Etienne foi retalhado. E o Sudári de Turim passou a ser o Sudário da Vez.
12- CARBONO 14
Além do místico cientista russo Dimitri Kusnetshov, ter falsificado a experiências onde afirmou que o incêndio de 1532, alterou a composição do carbono 14 do tecido, provocando um “rejuvenescimento” do pano, e, portanto uma datação errada...
O físico Gian Marco Rinaldi, estudando os argumentos dos defensores do Santo Sudário, depois de ironizar que alguns homens não economizem esforços para demonstrar sua fé, explicou que uma temperatura muito alta não mudar a proporção de carbono 14 existente no tecido.
13- 02 LENÇÓIS ou apenas 01 gigantesco SUDÁRIO?
A própria Bíblia fornece elementos que desmascaram a farsa do Sudário, já que tanto Mateus como João, declararam que para envolver o cadáver de Jesus, José de Arimáteia foram usados 02 lençóis de linho, um pouco maior do que o cadáver, que teriam sido fechados à altura da cabeça e dos pés com tirinhas...
E não um único e gigantesco Sudário com cerca de 4,3M.
Cronologia da farsa do Sudário de Turim
ONDE O SUDÁRIO de TURIM esteve por mais de 1400 anos?
Além de ser absurdo e sem sentido que, os cristãos tenham ficado mais de 1400 anos, (ou seja, mais de 70 gerações), sem mostrar o Sudário de Turim para alguém. Mas sempre apresentando diversos outros Sudário falsos como sendo a suposta mortalha que teria coberto o cadaver do personagem Jesus.
Ou que o Sudário de Turim possa ter surgido do nada, mas só depois de 1400 anos, lembramos que:
01- Em 1202, após os cruzados terem saqueado a capela do palácio imperial de Constantinopla e terem destruído o falso Sudário que ali era guardado, teriam aparecido mais de 07 falsificações do “Santo Sudário” em diversas cidades européias, que foram venerados pelos que têm necessidade de acreditar em algum suposto Deus, mas todos os Sudários que até hoje foram apresentados, eram falsos.
02- Em 1388, a medida que a fama de um Sudário milagroso foi crescendo, as altas autoridades do Vaticano foram alertadas do embuste pelo Bispo francês de Troyes, Pierre D‘ Arcis, que se indignou com o fato do falsário cobrar ingressos, para permitir que o povo visse o Sudário que ele havia fabricado...
O Bispo Pierre D‘ Arcis enviou uma carta ao Papa Urbano VI, onde denunciou que o Sudário da época era uma fraude, feita por um habilidoso e conhecido artista, que lhe teria confessado o embuste, e estaria cobrando a entrada dos ingênuos que pretendiam ver a “relíquia”...
Embora nem o PAPA CLEMENTE VII tenha acreditado na autenticidade do Sudário da época.
Pois o Sudário da época era uma “pintura” feita no Século XIV, com propósitos comerciais.
O Papa Clemente VII permitiu que o Sudário fosse exibido ao público, desde que se frisasse que o Sudário exposto seria uma simples “representação”.
04- Após 1514, como o número de crentes que se maravilhavam com o falso Sudário foi aumentando cada vez mais.
E o Vaticano se transformou num “Mercado da salvação” e uma cleptocracia, onde a Indulgência plena era comercializada e se perdoava o pecado dos que contribuíssem para a construção da Basílica de são Pedro.
A igreja acabou destruindo o Sudário de Arcis e colocando no seu lugar o Sudário fabricado pelo Leonardo Da Vinci.
05- Em 1532, um incêndio na capela do Palácio Ducal de Chambéry, capital da Sabóia, danificou o Sudário atual a ponto do mesmo ter que ser reforçado pelas freiras da Ordem de Santa Clara.
Além disso, com o tempo, teria havido a oportunidade e a necessidade de corrigir e adaptar o suposto “Santo Sudário” aos ditames da época, pois existem evidências de que, à medida que a imagem foi desbotando, a Igreja teria retocado o Sudário com uma fina camada de tinta, e de forma a deixá-lo de acordo com as idéias artísticas dominantes.
06- Em 28 de junho de 1898, o fotógrafo profissional Secondo Pia, ao fotografar o Sudário atual, viu surgir à imagem que tanto fascinou os ignorantes...
Mas não existe nenhum milagre ou mistério, no fato da imagem existente no Sudário ter aparecido nítida, pois o negativo de outro negativo, é sempre um positivo.
07- Em 1899 o cônego francês Ulysses Chevalier, um especialista em História medieval, citando a carta do Bispo Pierre D´Arcis, afirmou que o Sudário é uma falsificação.
08- Em 1969, o Cardeal Pellegrino (na época o guardião do Sudário), teria:
Escolhido apenas italianos católicos para “investigas” o Sudário.
Pois dos 40 “PESQUISADORES”, 39 eram católicos
b- Mantido a Comissão investigadora em segredo.
c- Passado anos negado a realização dos estudos.
d- Impedido o acesso dos céticos às amostras para testes.
e- Descoberto e expulso o único ateus que investigava o Sudário.
f- Controlado rigidamente as amostras.
g- E nunca permitiu que os ateus examinassem as amostras diretamente.
Sem totavia conseguir provar que o "Sudário de Turim" é verdadeiro.
09- Em 1978, um grupo internacional de cientistas liderados por John Jackson e Eric Jumper, formou o STURP Shroud of Turin Research Project, Inc. (Que seria o Instituto Politécnico de Zurique na Suíça, a Universalidade Oxford na Inglaterra e a Universidade do Arizona).
Sendo que depois de 120 horas contínuas de coletas de dados, meses de análise e usando as mais sofisticadas técnicas de datação, a base de Rádio-carbono, concluiu sem qualquer dúvida que, o pano do Sudário teria cerca de 600 anos de idade e não os quase 2.000 anos que os crentes querem nos fazer acreditar.
Até porque, o Sudário de Turim não passaria de mais uma das inúmeras fraudes que de vez em quando são perpetradas pelos que teimam em querer nos embromar com suas mitologias religiosas.
10- VELHO mas NEM TANTO
A determinação da dada atribuída ao Sudário teria sido absolutamente confiável, pois a equipe chefiada pelo Dr. Mac Crone, empregou técnicas de análises com Rádio-carbono, Raios-X, Raios infravermelhos e Raios Ultravioletas.
Além disso, os exames feitos pelos laboratórios independentes (do Arizona, Oxford e Zurich), apresentaram resultados coerentes, conclusivos e iguais, já que se chegou a um resultado com cerca de 98,5% de certeza, de que o ano de 1355, teria sido a data da confecção do pano usado no "Sudário de Turim".
11- Em 1978, o físico inglês Toddy Hall, da Universidade Oxford na Inglaterra, alertou que, quem fabricou o Sudário queria que acreditássemos que ele é genuíno.
E escrareceu que, a imagem existente no Sudário não foi formada pelo sangue de algum crucificado, mas por queimaduras superficiais, feitas propocitalmente nas fibras do linho, (elas foram feitas por intermédio de algum Ácido diluído),
12- Ainda em 1978, o renomado botânico e criminologista suíço, Dr Max Frei Sulzer, que fundou e durante vinte e cinco anos foi diretor do serviço científico da Polícia de Zurique, alegou que havia identificado 06 polens, que pertenceriam as plantas que originalmente viviam no horiente, mas que hoje já teriam se espalhado pelo globo terrestre.
13- Em 1981, o famoso microscopista americano Walter McCrone (1916-2002), publicou no Microscope Journal, e depois no livro, 'Icon, Hoax or Relic?' ('Ícone, Falsificação ou Relíquia?
Onde explica que, o estilo e os produtos químicos encontrados no Sudário são idênticos aos que eram empregados pelos retratistas do Século XIII.
Pois no “Sudário de Turim” não foi detectado nenhum vestígio de sangue humano ou de ácido lático, mas sim, bilhões de minúsculas partículas do pigmento Ocre vermelho e do corante vermelhão, uma das misturas mais usadas pelos retratistas, que como Leonardo da Vinci, faziam sua própria tinta.
14- Em 1983, antes de morrer, o Dr Max Frei Sulzer, confessou que, havia feito um Laudo falso sobre a presença de polens pertencentes a seis espécies de plantas palestinas, que supostamente estariam no Sudário.
E esclareceu que, como o linho do Sudário foi fabricado no Egito... Seria natural que no mesmo houvesse polens das plantas que originariamente viviam nessa região...
Resumindo, os polens não serve para provar a autenticidade do Sudário de Turim.
15- Em 1988, uma nova e sofisticada datação química realizada pela técnica do carbono-14, “que havia sido criada por Willard Libby), provou que o Sudário tem menos de 700 anos, e confirmou a análise feita por Walter Mc Crone, de que, no Sudário não foi detectado nenhum vestígio de sangue humano ou de ácido lático, mas sim, bilhões de minúsculas partículas do pigmento Ocre vermelho e do corante vermelhão.
16- Não seria intrigante que a Igreja católica, numa atitude cautelosa (e típica dos que escondem a verdade ou teme ser desmascarado), jamais tenha tido coragem de reconhecer oficialmente o “Sudário de Turim” como sendo autêntico ou legítimo.
Tenha limitado a afirmar que o mesmo é uma surpreendente e misteriosa relíquia, que desde de 1933 não era mostrada ao público.
E não permita que os céticos examinem as amostras?
17- Em 1999, um time de renomados especialistas, liderados por John Nickell, um pesquisador ligado à revista “Skeptical Inquirer”, confirmou que “não há evidência de sangue no Sudário”.
18- Em 2000, a Sociedade Americana de química condecorou o americano Walter Mc Crone (1916-2002), um dos maiores especialistas na área de análise microscópica, que tento examinado as amostras do "Sudário de Turim", coletadas em 1998, concluiu e vem sustentando a posição de que o Sudário seria uma farsa.
19- Além de ser impossível que um cadáver humano deixe uma imagem perfeita e detalhada no linho onde teria sido envolvido.
Para que o Sudário fosse autêntico, a imagem que aparece no Sudário deveria estar borrada, cheia de falhas e invertida, bem como, ter sido estampada pelo lado de dentro do tecido (e não pelo lado de fora), como aconteceu com essa “tela pintada”.
20- O Dr. Vittorino Delfimo, (um especialista em anatomia patológica da Universidade de Bari), além de denunciar que os “estigmas” foram fabricados...
Alegou que o Sudário de Turim é uma falsificação feita por algum artista que envolveu uma estátua de Jesus em tamanho natural, com um linho velho, trazido do oriente e usou o Ácido Sulfúrico diluído, para “queimar” superficialmente o tecido, de forma a fazer parecesse que se trataria do lendário Sudário .
O especialista explicou que o falsário teria feito buracos no tecido, a fim de que o ácido ficando retido nestes locais, produzisse no pano, os supostos estigmas que Jesus trazia ao ser retirado da Cruz.
Mais provas de que o “Santo Sudário” seria uma fraude
Embora a ciência já tenha comprovado que o “Manto Sagrado” é uma farsa.
E que a estória de Jesus Cristo é uma coleção de mitos, de fantasias, de absurdos e de fraudes.
O Sudário fabricado pelo Da Vinci está fadado a usufruir da imortalidade e da celebridade.
Até porque, o Sudário resume em si a ambição humana de ter alguma prova da suposta existência do personagem Jesus Cristo...
Observe que os crentes e a alta cúpula da Igreja católica, por não desejarem a verdade, se recusar aceitar as provas referentes à fraude do Sudário .
Por querer impor as suas crenças a qualquer custo.
E por não valorizar a realidade, mas sim, as versões brilhantes, que amenizam a dura e fria verdade dos fatos.
Já anunciado que, “Autentico ou não, este pedaço chamuscado de tecido, é sem dúvida a mais valiosa relíquia da cristandade!”
E declararam que, “Jamais os cristãos renunciarão ao culto e a veneração dessa relíquia que representa a paixão de Jesus”.
Como os teóricos das religiões omite e evitam os questionamentos que apontariam em sentido contrário a falácia religiosa que no é apresentada como sendo a última “novidades” de uma crença jurássica.
E em pleno Século XXI, a fé, a lenda e as superstições, ainda prevalecem sobre o valor da verdade.
Fazendo com que os místicos acreditem que o “Sudário de Turim” seria a suposta prova material de que um corpo humano entrou na eternidade.
Apesar da “relíquia” que o Vaticano possui, não ser a lendária mortalha que teria sido usado para envolver o corpo crucificado de Jesus, quando o mesmo teria sido retirado da Cruz...
Mas sim, uma das zombarias que o lúcido Leonardo da Vinci praticou contra a Igreja.
Pois Mateus narra em 21:59, que, na noite que Jesus morreu, Nicodemos e um homem de Arimáteia, chamado José, (que não acreditava em Jesus e nem mesmo era judeu), reclamaram o cadáver de Jesus, o envolveram em 02 panos limpos de linho e depois de borrifarem o cadáver com mirra, incenso e perfumes, o sepultaram num túmulo emprestado, que fora cavado na rocha...
A Igreja tentar a todo custo nos convencer de que, o “Santo Sudário” atual, seria um ícone de Jesus e não uma farsa.
Sem se importar com o fato de que o lençol com cerca de 4,3 metros de comprimento por 1,1 metros de largura, que é venerado pelos católicos, têm 98,5% de possibilidade de ter sido fabricado no Século XIV, ou seja, na época em que o Leonardo da Vinci foi o humano mais inteligente de todos.
Pois embora a Igreja fuja da verdade, tenha medo e ódio da ciência e no passado tenha perseguido os cientistas.
Hoje a Igreja usa os mais sofisticados processos de vigilância e de preservação existentes, para garantir o estado físico dessa sua falsa e fantasiosa “relíquia”.
E apesar do mundo está cheio de famintos, de doentes, de pobres, de ignorantes, de sem terra, de sem casa e de sem emprego...
A Igreja (abarrotada de ouro, de documentos que formalizam algum direito creditório, e de inúmeras obras primas, valiosíssimas), insiste em buscar novas riquezas a todo custo.







