AteusBr é um tributo aos visionários que tentaram libertar a humanidade da escravidão religiosa. E o "Livro mestre" dos ateístas.
sexta-feira, maio 04, 2007
( < 1 (ômega menor que 1)
Que seria impossível, alguma coisa crescer para sempre.
Eu contesta a fantasiosa “explicação” de que: “se ômega for menor do que 1, quer dizer que haveria pouca massa para o volume do universo, que então se expandira para sempre”. Pois o fato do mesmo estar ficando maior, mais velho, mais frio, mais lento e menos denso, significaria que o universo, assim como tudo que existe, depois do crescimento, entraria numa vida ativa (decrescente).
Bem como, teria um “prazo de validade” que dependeria de diversos fatores fixos e circunstâncias.
E lembro que é impossível prever o futuro em virtude dos espetaculares fatores que ainda não conhecemos, pois além dos conhecimentos atuais estarem incompletos e poder haver algum erro de origem nas nossas teorias, não estaríamos considerando os fatos desconhecidos e não saberíamos se o valor de ômega irar se agravar ou diminuir.
Enigma Cósmico
Bem como alega que o fato do Universo estar evoluindo e estar ficando cada vês mais lento..
Significaria que em algum momento ele terá que para de se expandir e poderá até se contrair.
Repare que embora pareça que na biosfera, terrestre a energia não pode realmente ser criada ou mesmo destruída...
A nível cosmológico, esta teoria poderia estar errado ou incompleta, pois a Estória de que do nada não se poderia criado um universo inteiro, bem como, de que um universo inteiro, não poderia virar um nada, teria algum erro de origem, já que se a energia (ao nosso nível cósmico) realmente não pudesse ser criada os Big- Bangs, os Astros, os Buracos Negros, a Matéria Escura, as Radiações Fossilizadas, os Detritos, a Antimatéria, as Partículas Exóticas e Matéria Positiva, não existiriam.
Como eles existem, fica provado que foram criados ou que teriam conseguido passar do infinitamente pequeno (ou mesmo do infinitamente grande) para o nosso normal.
Eu lembro que, mesmo que seja quase impossível com o nosso conhecimento atual, encontra uma "massa invisível" ou alguma "partícula exótica" que explique os mistérios e as astronômicas complexidades cosmologicas que ainda não entendemos.
A verdadeira explicação estariam em algum lugar do Universo e seria uma tarefa nossa encontrá-la.
Para entender onde estaria o "erro" dessa confusa questão, observe que,
embora pareça impossível criar um universo do nada.
A nível cosmológico, a Mãe Natureza, já teria feito uma façanha parecida, pois há bilhões de anos, teria criado não um, mas sim, dois universos.
Sendo que um seria de matéria e o outro de Antimatéria.
Por exemplo: se somarmos Menos Um, com Mais Um, o total será Zero
(-1 +1 = 0)
do mesma modo se conseguirmos dividirmos (0) por 2 (0/2)
o resultado será (-1) e (1+) ou seja: Um negativo e Um positivo.
Essa demonstração prova que, embora a "matéria invisível" ainda não tenha sido comprovada, ela deverá corresponder a toda massa negativa do universo.
Até porque, da mesma forma que um Vírus, bilhões de vezes menor, poderia destruir seu hospedeiro...
A Antimatéria, não precisaria ter o mesmo tamanho ou volume da Matéria positiva, mas sim ter uma energia oposta e equivalente a mesma.
O demônio católico seria alguma versão do deus Avatare?
É verdade que em pleno Século XXI, milhões de pessoas ainda acreditam na existência de “anjos”, de “bruxas”, de “seres malignos” ou de “palavras mágicas”?
Se o cristianismo ensina que, só existiria um único deus e um único demônio...
Por que o novo testamento, afirma que belzebu seria o príncipe ou o chefe dos demônios?
O suposto "demônio" católico seria alguma versão do deus Pã ( deus completo), filho de Mercúrio (Hermes) e de Driopéia?
Um ser meio deus, meio animal.
Com torso humano, coberto de pelos negros com cabeça e pés de bode, que recebeu chifres, rabo e pelos.
Que gostava de assustar os homens com suas aparições bruscas.
E que teria dado origem ao termo "Pânico" e "Terror”.
Como as peripécias do deus pagão Pã eram por demais virís para serem atribuídas a um "santo romano", que era necessáriamente um castrado, no corpo ou no espírito.
E os seus ritos eram tão vitais, tão universalmente populares nas provincias, que mesmo depois de seis séculos de tirania romano-alexandrina, ele ainda era conhecido e adorado.
Não podendo fazer dele um santo, fizeram dele o diabo.
O "demônio" católico teria se originado da lenda do deus Avatare, que comandaria o reino do abismo e estaria esperando o momento certo para se apoderar do universo, matar os outros deuses e se tornar o ser supremo?
Além de Avatare ser o antigo deus das trevas e do poder, que pregava a ambição e a conquista.
E o antigo deus da sabedoria que teria se voltado contra Goth (a criadora).
Avatare seria um aspecto "escuro" de Horus, como "Set" ou "Satã”, que terminou gerando o nome “satanás".
Pois na mitologia antiga, Avatare só poderia ser parado pela união de todos os outros deuses.
Outra semelhança entre Jesus e Horus, seria que Horus teria lutado no deserto com Set, por 40 dias e da maneira que Jesus lutou com satã.
Já que a luta em questão, representaria o triunfo da luz sobre a escuridão e o retorno do Sol para aliviar o terror da noite.
Se os “maus espíritos” seriam traiçoeiros, impiedosos e poderosíssimos...
Como simples incensos, primitivos amuletos, ridículas carrancas ou simples palavras, proferidas pelos humanos, conseguiriam afastá-los?
segunda-feira, março 05, 2007
Esgoto “milagroso”?
Pois tanto a crença como a cegueira religiosa, são fantasias e uma “rede de proteção”, dos que no afã de endeusar seus ídolos, fogem da realidade.
Embora fosse verdade que todos os que bebessem a “água sagrada” do Rio Ganges, da Índia, não contraíam a Cólera.
Uma doença infecciosa aguda, contagiosa e epidêmica, (onde o doente tem diarréia abundante, prostração e cãibras).
E o crente também ficasse livre de outros tipos de infecções...
Pois até o fim do Século 19, o fato em questão foi confirmado diversas vezes. Inclusive pelo renomado bacteriologista inglês Ernest.
Cerca de 20 anos após, as ciências experimentais terem reconhecido e comprovado o poder curativo das “águas sagradas” do Rio Ganges.
O cientista Frederick Twort, tendo observando que, sempre que a “água sagrada” do Rio Ganges era fervida o “milagre” não se realizava e as pessoas não ficavam curado...
Acabou descobrindo que um ser vivo, (no caso, um vírus comedor de bactérias, e que costuma ser encontrado em esgotos, mas que é inofensivo aos humanos), chamado de bacteriófagos ou Fagos, que habita o Rio Ganges, era o responsável pela cura dos que se atreviam beber a água poluída do Rio Ganges.
Pois o vírus bacteriófagos ataca o vibrião da cólera e as bactérias infecciosas dos doentes, ocasionando em pouco tempo, a cura dos que bebiam a “água sagrada” do Rio Ganges.
sexta-feira, janeiro 26, 2007
A fraude do “deus vivo”
E não alguma prova da existência de um “ deus vivo”.
Veja o artigo “O corpo que os cristãos destruíram”.
Usando como prova a própria versão bíblica de que, o procurador romano e feroz repressor das rebeliões Pôncio Pilatos, ao receber a notícia de que Jesus havia morrido, tendo se admirado e não acreditado que um homem jovem e com a estatura do nazareno morresse em tão pouco tempo, teria ordenado ao centurião Longinus que confirmasse a veracidade do boato sobre a morte de Jesus.
Sendo verdade que o rude soldado, vendo o crucificado inerte na cruz e sem apresentar qualquer tipo de reação, usou a ordem de Pilatos, para golpear o franco esquerdo de Jesus.
E estando correta a versão de que, Do ferimento feito pelo centurião Longinus teria esguichado sangue no soldado que o perfurou...
Renan vai ao requinte de afirmar que, Jesus não ressuscitou, pelo fato de que o mesmo não teria morrido!
E explica que no sepulcro, o organismo jovem e forte de Jesus, teria se recuperado dos ferimentos sofridos...
Apesar do próprio Jesus ter acreditado e se vangloriado de que ressuscitou.
É evidente que Jesus só teve uma ressurreição mística e não uma ressurreição biológica, pois a contagiosa crença de que Jesus teria ressuscitado é só uma forma oportunista do cristianismo justificar a sua própria existência.
Como Jesus não teve suas pernas quebradas.
Pode se manter apoiado sobre um calço que foi colocado no Stipes (ou seja, na parte vertical da cruz).
Ficou pregado na cruz por menos de 04 horas, (outros sobreviviam por até 72 horas, mesmo não tendo nenhum tipo de apoio).
E João, em 19; 30, não afirmou que Jesus morreu!
Mas sim, que Jesus depois de dizer: Tudo está consumado! Inclinou a cabeça e entregou o seu Espírito...
Só restou aos crentes inventarem que, Jesus tendo cumprido sua missão terrestre, foi poupado por uma “intervenção divina” de ter que ficar muito tempo na cruz.
O evangelho de Tiago desmente a ressurreição de Jesus
Tiago, o meio irmão uterino de Jesus, relatou que,
O supersticioso Pôncio Pilatos tendo sido advertido por sua mulher de que poderia estar fazendo a coisa errada, permitiu que Nicodemos e José de Arimáteia retirassem Jesus da cruz, enquanto o crucificado ainda estaria vivo.
E consentiu que Jesus fosse tratado por alguém que se especializara na arte de curar ferimentos graves.
Além dos historiadores John Dominic Crossan e Flávio Jose desmentirem a versão de que Jesus ressuscitou.
E derruba os esforços que ao longo dos séculos, foram feitos, no sentido de convencer que Jesus teria ressuscitado.
Lembramos que o terrorismo da Lei romana não permitia que houvesse “sobras”, pois elas poderiam se tornar algum objeto de culto ou servir de resistência.
O evangelho apócrifo de Tiago, explica porque até hoje só foi achado um único esqueleto, entre os milhares que foram crucificados (dês que o Rei Dario I, inventou essa maneira cruel e medonha de castigar os condenados).
Vale lembrar que mesmo Nicodemos não tendo se convencido da pretensa divindade de Jesus.
Nunca tendo se tornado um cristão.
E não tendo se entusiasmado com as pregações feitas por mais um esquizofrênico, que também se achava o messias prometido.
Agiu em defesa do sofrido Jesus, sem esperar algum tipo de recompensa material ou religiosa...
Pois esse fariseu rico e inteligente, que foi um membro do Sinédrio, era um homem de costumes morigerados (ou seja, de vida exemplar).
segunda-feira, janeiro 08, 2007
Código de Hamurabi
O Código de Hamurabi tinha 282 artigos e 3.600 linhas de texto; dividia a sociedade em 03 classes: homens livres, subalternos e escravos.
Legislava sobre diversos assuntos como religião, comércio, escravidão, crimes e até empréstimos a juros.
Também se forjou que Moisés descendo o Monte Sinai, trousse as “Tábuas da Lei” ditadas por Jeová.
E que virou os 10 Mandamentos.
A Bíblia transformou os 40 anos de cativeiro babilônico em 400 anos de cativeiro egípcio.
Fez com que a Babilônia fosse transformada no Egito.
E trocou o macabro Nabucodonosor pelo impressionante Faraó Ramsés II, que ao ser coroado, adotou o nome de Useermaatre Setepenre, (que significa “Rê o moldou, Amado de Amón”).
Moises seria uma versão de Nemo o legislador?
Em 598 a.C., Nabucodonosor II invadiu Jerusalém, massacrou os judeus, estuprou as mulheres, destruiu o “Templo Sagrado” e levou os que se encontravam sob a proteção de Jeová, para a Babilônia.
Combater o politeísmo e o culto de imagens que crescia entre os judeus.
Justificar o “Templo sagrado” ter sido arrasado.
Reforçar os supostos poderes do Deus Jeová.
E fazer com que os sofridos anos de escravidão babilônica se transformassem em algo que desse algum sentido as agruras e sofrimentos porque passou o povo, que fizera um pacto com Deus, onde obedecer seria prosperar.
Pois o “povo de Deus” mesmo rogando a ajuda divina com Fé e persistência, foi escravo dos cruéis babilônicos, por cerca de 40 anos, até que Ciro II, o Grande (fundador do império persa), subjugou a Babilônia e permitiu o retorno dos judeus a Palestina...
Os escribas judeus incluíram o Êxodo no Tora, a fim de que o mesmo viesse a ser uma das fonte primárias, dos princípios éticos que sustentam a civilização ocidental.
Pois foi dessa forma ardilosa que no Século VI, a.C. (durante a reforma religiosa), e a fim de suprir uma necessidade da sociedade, que o Gênese foi reescrito.
sexta-feira, dezembro 29, 2006
Provas de que Jesus não seria um descendente de Davi
Pelas antigas Leis judaicas da primogenitura, Jesus jamais poderia ser o prometido messias .
Pois ainda que Adão tivesse gerado Sete; que gerou Enos, que gerou o Cainã, etc, e que tivesse gerado Jose...
E ainda que José descendesse de Davi ou de algum dos fundadores do judaísmo, de acordo com a carne. Como é previsto pelos antigos profetas, em Atos 2:30, Jesus não seria o messias , pois ele foi apenas um filho adotivo de José.
Para realçar que Jesus não foi o esperado messias, mas sim, um perturbado, alegamos que em 3; 23, ao “explicar” a Genealogia de Jesus, Lucas mentiu.
Até porque, Jesus não foi um descendente de Davi, mas sim, um camponês analfabeto, perturbado e filho (bastardo) do soldado romano Pantera.
Tanto o Talmude (séc. II,). O “Atos de Pilatos 11.3”. Como os judeus da época, alegaram que a Maria teria engravidado do soldado Pantera.
E essa versão e confirmada pelo meio irmão de Jesus Tiago, que viveu e morreu afirmando que Jesus seria, um bastardo, um vagabundo e um louco.
Vale lembrar que tanto Tiago como Tomé (o incrédulo), que era pescador e tinha o apelido de Dídimo em aramaico. Traduzido para o grego "Thomé", que significava "gêmeo". E que segundo a tradição, seu nome verdadeiro era Judas, jamais acreditaram em Jesus.
Embora o cristianismo tenha aproveitando o raciocínio mítico dos que estão cegos para a verdade mais profunda da vida.
E tudo tenha feito para parecer que Jesus seria o esperado e previsto “salvador”. Que viria ao mundo com a missão de libertar o povo pobre.
Os Judeus jamais reconheceram Jesus como sendo o “filho de d´us”, o Messias prometido ou alguém capaz de perdoar nossos pecados.
Até hoje os judeus não aceitaram que Jesus teria se elevado acima dos outros humanos.
E não acreditam que Jesus foi um deus, que teria se tornado homem, para se sacrificar e expiar os pecados da humanidade.
Se na época da crucificação a divindade de Jesus tivesse sido provada ou mesmo reconhecida, Jesus não teria sido crucificado.
Apesar dos cristãos atuais considerarem Jesus tão importante, que sua data de nascimento virou a linha do tempo e o marco que divide o calendário cristão em 02 períodos principais.
E tenha sido a partir do nascimento de Jesus que a história humana se definiu, se aprimorou e se racionalizou.
Pois o cristianismo se apropriou de alguns símbolos anímicos da espécie humana.
E usou às ilusões, misticismos e fábulas que comandam a mentalidade mitológica dos humanos, para forjar a lenda de Jesus.
Assim como, alastrou pelo mundo a versão da Igreja.
Nunca houve evidências da divindade de Jesus.
E todos os relatos existentes sobre a fábula de Jesus são exagerados, adulterados ou falsos.
Como exemplo lembramos que foi profetizado que, O novo cristo poria fim a tudo o que impede dos homens de se reunirem sob uma mesma religião.
E que todas as religiões se fundiriam numa mesma crença...
Mas as profecias em questão não se realizaram.
Além de a mitologia ser a mãe das lendas religiosas.
Como no passado o mundo real se fundia com o mundo da magia, da fantasia e das religiões.
Os cristãos teriam aproveitado para transferirem as histórias desse “personagem” do plano mitológico para o mundo real.
Repare que os egiptólogos e os antigos historiadores sírios, judeus, egípcios, romanos e hindus, apesar de muito competentes e detalhistas, ignoraram o êxodo e a suposta vinda de cristo.
Até porque, Jesus teria sido tão insignificante para os seus contemporâneos, que não sobrou um único vestígio arqueológico diretamente associado ao mesmo.
A bem da verdade, lembramos que nos relatos antigos, a figura de João Batista foi bem mais importante do que a de Jesus. Que só se tornou uma ameaça a Roma, depois que foi crucificação.
Jesus foi um bastardo ou o prometido messias ?
A Maria confundiu o soldado Pantera com o Anjo Gabriel e achou que foi escolhida para ser a mãe do “Messias prometido”?
Além de cada individuo ser o seu próprio Salvador, o Pecado Hereditário ser uma imolalidade, e Deus ser imortal...
O “Jesus Cristo” biblico seria um filho bastardo (MaMzer) e desprezado, e não o mitológico Deus “Salvador da Humanidade”... Jesus Cristo é só uma personagem construida com os relatos sobre onde o filho de uma mãe solteira, mística e órfã; que foi estrupada e engravidada por um soldado, que se fez passar pelo Anjo Gabriel...
Segundo o “Atos de Pilatos 11.3”, que recriminou o soldado romano Abdes Tiberius Julius Panthera, natural de Sidon, Fenícia, por ter engravidado uma adolescente judia, virgem, jovem , comprometida e de nome Maria...
O Esoterismo, o escritor Celsus, o escritor Mitra Enoz, o Talmude e o ponto de vista dos judeus.
Yeshu Ben Panthera, foi filho do soldado romano Panthera com uma adolescente judia..
Sendo que ao ficar adulto Yeshu teve discípulos, foi condenado ao apedrejamento, teve o seu cadáver erguido por uma ESTACA, e o cadáver foi mantido sem tocar no chão, por 03 dias, (veja o “Tratado Sanhedrin 43a,” Séc. II).
Para que os Judeus vissem o que acontece com os que tentam corromper a cultura judaica!
E depois de 03 dias o cadáver de Yeshua sumiu "misteriosamente"....
Em aproximadamente 08d.C, o soldado Abdes Tiberius Julius Panthera ao se embebedar e se vangloriar de que,
já teria engravidado uma linda e virgem menina moça judia... Mesmo estando sendo capacitado para servir nas tropas do Governador Octávio Augusto, foi indiciado, expulso da Corporação em que prestava Servico militar, e banido para a Germânia (Alemanha), onde sobreviveu com dificuldades até falecer e ser sepultado no Cemitério da Cidade de Bingen Bruck. Sendo que o Túmulo do ex soldado Panthera (que seria o pai biológico de Jesus Cristo), está bem conservado e já foi visitado por milhares de turistas.
Tanto a expressão "Nazareno", assim como, “Filho de Maria”, no lugar de “Filho de José”, são depreciações, uma kenose (humilhação), e equivalem dizer “Filho de mãe solteira”, pois na época o costume era o de se citar o Pai e não a Mãe. Entre inúmeras outras falcatruas a Bíblia retocou a natividade de Jesus, a fim de fazer parecer que Jesus nasceu em Belém. Tudo fez para identificar Jesus com a profecia sobre a vinda de um Messias, descendente da casa de Davi. Aproveitou os símbolos míticos existentes no Velho Testamento. E se livrou do estorvo de que, a Galiléia era uma província desprezível e infestada pelos Goyn, que seriam os estrangeiros impuros.
Jesus não seria um “Descendente por parte de pai, do Rei David”, ou mesmo um filho carnal do José.
E sim, o fruto de uma relação carnal e criminosa da órfã e jovem Maria com o rude soldado romano Pantera.
Além disso, pelas tradições da primogenitura judaica, o patriarcado passava do pai para o filho homem mais velho. Sendo que o viúvo José, ao casar com a jovem Maria, já tinha tido 04 filhos com Débora que seriam: Matias, Cleofas, Eleazar e Judas.
Apesar de vários textos afirmam que, a Maria era uma adolescente órfão de pai, com cerca de 13 anos, quando concebeu Jesus...
Que o anjo Gabriel teria anunciado que a Maria fora escolhida para ser uma “mãe virgem”. E que a Maria fora fertilizada pelo “espírito santo”...
Já que os ANJOS e os ESPIRITOS não têm sexo, não geram cromossomos, não podem FERTILIZAR UM OVULO FEMININO, e não fornecem o elemento responsável pelo embrião se tornar do sexo masculino...
A versão onde a adúltera Maria voltou da casa, da sua prima Isabel, já grávida de Jesus.
Não passa de mais uma farsa, que foi incorporada ao “livro sagrado” dos Cristãos.
Pois na antiga mitologia judaica, a virgem que iria gerar o Messias hebreu (משיח Māšîªħ, Mashíach, Mashíyach), só poderia ser deflorada pelo sumo sacerdote local.
E assim mesmo, só num ritual que ocorerria uma vez por ano...
Vale lembrar que Zacarias sendo um homem cheio do Espirito Santo, ele seria a unica pessoa que reunia os qualificativos necesários para gerar o Messias.
No meu entender e no dos relatos apócrifos. Jesus seria apenas o fruto de uma relação carnal da Maria com o soldado romano “Pantera”.
E a Maria para não ser morta a pedrada, teria enventado a mentira de que foi fegundada pelo arcanjo Gabriel...
Como Jose gostava muito da Maria, para poupar a noiva adultera de ser morta a pedradas, ele teria casado com a Maria, escondido que a noiva grávida havia cometido um adultério.
E levado tanto a Maria como Jesus para o Egito.
Pois na rígida tradição judaica, as mulheres que engravidassem de forma leviana eram apedrejadas.
O irmão uterino que sempre detestou Jesus
Na época, havia: Tiago “O JUSTO”, que foi o meio irmão uterino de Jesus.
O Tiago filho de Alfeu, um dos doze apóstolos, chamado de “O MENOR”.
E o Tiago filho de Zebedeu, também chamado de Boanerges ou por “O MAIOR”. Que teria evangelizado na Espanha e acabou se transformando em Santiago e por fim em São Tiago.
Sendo que o Tiago venerado no “Santuário de Santiago de Compostela” na Espanha, não seria o Tiago irmão uterino de Jesus, mas sim, Tiago “O MAIOR” um dos irmãos de são João.
E sendo verdade que o meio irmão de Jesus Tiago, cresceu, viveu e morreu afirmando que Jesus seria louco...
Que Jesus seria um bastardo... E que Jesus iria arruinar a vida dos que o seguisse...
É fácil entender porque o Proto evangelho apócrifo de Tiago foi proibido, queimado e repudiado.
Já que tanto o primeiro evangelho apócrifo de Tiago, como o evangelho dos Hebreus, conteria fatos e revelações que desmentem a suposta divindade de Jesus.
E desmistifica a versão da prece “o pai nosso”, (a oração suprema do cristianismo). Onde a Igreja tenta nos convencer, a todo custo, de que após ter retornado à vida, Jesus teria voltado para o céu.
Segundo a versão do irmão uterino de Jesus, Jesus teria sido crucificado, mas não chegou a morrer. E teria ido embora de Jerusalém.
Como prova de que Jesus não se dava bem com o seu pai adotivo e o seu meio irmão Tiago, lembramos que Jesus tentou convencer os seus ouvintes de que, todo aquele que abandonasse sua casa, irmãos, pai, esposa, crianças, terras ou riquezas por ele, receberia cem por um, herdaria a vida eterna e encontraria muitos outros irmãos...
Para provar que Tiago (o meio irmão uterino de Jesus), sempre lhe foi hostil. Não acreditou na alucinação de que Jesus seria o esperado messias .
E foi o adversário que mais conviveu, mais conheceu, mais implicou, mais desprezou, mais odiou e mais se opôs a Jesus.
Lembramos que ao ser crucificado Jesus pediu ao apóstolo João que cuidasse da “virgem Maria” e não aos seus meios irmãos uterinos.
Por se recusar acreditar na divindade de Jesus.
Alegar que Jesus não era um filho natural de José, mas sim um bastardo.
Pregar que os judeus deveriam voltar as suas crenças anteriores.
Afirmar que Jesus era louco.
Negar que Jesus fosse um descendente de Davi, de acordo com a carne.
E negar que Jesus fosse o esperado “messias prometido”.
Em torno de 63d.C. (após a morte de FESTO, o governador da Judéia, nomeado por Nero), Tiago o meio irmão uterino de Jesus, foi lançado do teto do templo para o chão, onde os seguidores de Jesus o apedrejaram até a morte.
O nome “apócrifo”, que acompanha vários relatos antigos sobre Jesus, tem três significados: O Etimológico, que significa oculto ou escondido.
O Doutrinal, que significa não inspirado.
E o mais comum, que significa Falso, até porque os apócrifos foram escritos em grego e não em hebraico.
E teriam sido apresentados quando o cânon do antigo testamento já havia sido encerado.
Na Lista dos livros israelitas, católicos e protestantes, considerados como apócrifos; entre as centenas de livros citamos: Baruque, Epístola de Jeremias, Judite, Tobias, Sabedoria de Salomão, Eclesiástico e Macabeus.
Jesus não foi um filho carnal de José.
E no tempo de Jesus o patriarcado só passasse do pai para o filho mais velho.
È evidente que Jesus não foi um filho carnal de José.
Hegesipo, o mais antigo historiador da Igreja, lembra que caso algum dos “irmãos” de Jesus, mencionados nos evangelhos, fosse o filho mais velho de algum casamento anterior de José e não os meios irmãos carnais mais novos de Jesus...
Pelas tradições da primogenitura judaica, Jesus não poderia ser o herdeiro do trono de Davi.
Quando os irmãos de Jesus aparecem relacionados com Maria, a mãe de Jesus, fica evidente que os evangelistas quiseram nos transmitir que se tratava de uma família composta por mãe e filhos.
Se Lucas quisesse dizer que Jesus foi o único filho de Maria, ele teria usado de modo inequívoco a expressão “unigênito” que significa “filho único gerado”, (como acontece em João 3;16), mas não, Lucas usou, de modo consciente, o termo certo, “primogênito”, indicando que Jesus foi apenas o “primeiro” filho de Maria e não o “único”.
Além de alguns “pais primitivos” da história escrita, como: Hegesipo, Tertuliano, Irineu e posteriormente Eusébio, Helvídio e alguns genealogistas terem defendido que os irmãos de Jesus eram de fato seus irmãos carnais; a maioria esmagadora de ateus, inúmeros protestantes e até alguns teólogos católicos, lembram que o novo testamento, e em especial os evangelhos, mostram sem sombra de dúvida, que Jesus teve sim, irmãos e irmãs.
Um dos que mais colaboraram para que a verdade possa ser conhecida, foi Orígenes, que se baseou em duas obras apócrifas: o “Proto- evangelho de Tiago” e o “evangelho de Pedro” (de meados do Século II).
E não demorou a que Epifânio seguindo os passos de Orígenes abraçasse a idéia de que Jesus teve sim, alguns meios irmãos uterinos.
Provas de que Jesus teve irmãos uterinos
Que os “irmãos” de Jesus seriam seus primos...
Ou que os “irmãos” de Jesus seriam seus discípulos...
As versões em questão, não têm pé e nem cabeça, pois não passam de desculpas, onde se despreza ser impossível que nem mesmo os próprios discípulos de Jesus acreditassem em seus ensinamentos.
A bíblia deixa claro que quando a palavra “irmãos” aparece junto aos termos “pai” ou “mãe”, está se referindo a alguma filiação de sangue.
Também podemos descartar a possibilidade dos “irmãos” de Jesus terem sido algum suposto meio irmão paterno, pois ao casar com Maria, José não era viúvo ou desquitado.
Já que todas as versões a favor de Jesus não ter tido algum irmão uterino...
Têm por finalidade apenas sustentar a perpétua virgindade da “virgem Maria”.
E o mais certo seria que Jesus tenha tido sim alguns meios irmãos, como Tiago (que sempre o odiou, e nunca acreditou na suposta divindade de Jesus).
È evidente que a lenda da perpetua virgindade de Maria, fabricada em 431, durante o Concílio de Éfeso.
E que visa fazer crer que Maria permaneceu pura e virgem...
É totalmente fútil e absurda, pois essa mariolatria, que tem o objetivo de exaltar a “virgem Maria”.
Só passou a fazer parte dos dogmas católicos, muitos séculos depois que Jesus morreu.
Como a suposta “virgem Maria” viveu numa época rústica, onde se casava cedo; era comum ter muitos filhos, os anticoncepcionais ainda não haviam sido inventados e a religião, assim como, o Estado, incentivavam que se tivessem muitos filhos...
Fica evidente que João, ao afirmar em 7;5 que, “Pois nem mesmo os seus irmãos criam nele”, estaria tratando dos irmãos carnais de Jesus e não de supostos discípulos de Jesus...
Em 13;55, quando Mateus narra que: “Não é este o filho do carpinteiro?
Não se chama sua mãe Maria, e seus irmãos Tiago, José, Simão e Judas?”
É mais do que evidente que Mateus estaria falando dos meios irmãos uterinos de Jesus, e não de algum suposto primo, conterrâneo ou discípulo.
Para que não haja mais dúvidas, estamos mostrando os textos mais conhecidos do “novo testamento” que mencionam os irmãos de Jesus.
Marcos 6; 3- 'Não é este o carpinteiro, o filho de Maria, irmão de Tiago, Jose', Judas e Simão?
E não vivem aqui entre nos suas irmãs?
"O texto em questão é claro e muito precioso, porque nos diz até os nomes de alguns irmãos de Jesus”.
Na ocasião que Maria e seus irmãos mandam chamar Jesus, Marcos 3; 31- relatou que: “Chegaram então sua mãe e seus irmãos, e lá de fora, mandaram chamá-lo”.
Em Mateus 12; 47- é relatado que, quando Jesus falava às multidões, “E alguém lhe disse: Tua mãe e teus irmãos estão lá fora e querem te falar.”
Depois do milagre em Caná da Galiléia, e onde se explica que Maria e os irmãos de Jesus aparecem juntos...
É relatado por João 2; 12-que, “Depois disto, desceu ele a Cafarnaum com sua mãe, seus irmãos e seus discípulos; e ali ficaram alguns dias.” Em João 7;10- é relatado que, “Mas, depois que seus irmãos subiram para a festa, ele também subiu, não publicamente, mas em secreto”.
Em Atos 1;14- é relatado que “Todos estes, unânimes, perseveravam na oração com as mulheres; com Maria, a mãe de Jesus e com os irmãos dele.”
Uma farsa que foi incorporada ao cristianismo
Como a virgindade perpétua da Maria.
E a sua fantasiosa assunção não passa de um ardil psicológico dos que se utilizam das versões fabricadas com o objetivo específico de nos levar a mariolatria.
E o sociólogo Mario de Theije, da Universidade de Amsterdã, nos ensinou que: religião é assunto de místicos.
Eu lembro que alguns textos apócrifos dos séculos II e III, afirmam que Jesus é o fruto de uma relação carnal de Maria com o soldado romano “Pantera”.
Lembro que quando concebeu Jesus, a ninfeta órfão de pai, teria cerca de 14 anos.
E lembro que, para defender a noiva já grávida, José casou-se com a Maria.
Pois na tradição judaica, as jovens que engravidavam de forma leviana, eram apedrejadas até morrer.
Para provar que a história de que um anjo teria informado a Maria de que ela seria uma mãe virgem... Não passa de uma farsa, que foi incorporada ao “livro sagrado” dos judeus.
Lembramos que nos 73 livros que formam a bíblia , não existe uma única descrição física da mãe de Jesus; e a versão de que a mãe de Jesus seria do tipo européia, belíssima, virgem, pura, ajuizada e bondosa... Não passa de um blefe, dos que querem nos levar a mariolatria.
Foi só após o século XV, que a Igreja Católica começou a inve$tir na virgem Maria.
Quando se começou catequizar os orientais, os padres perceberam que os chineses e os japoneses estranhavam a idéia de um deus impotente, que fora pregado numa cruz...
E se recusavam adorar um deus homem.
Para conseguir alastra a mitologia de Jesus, a Igreja passou a divulgar várias versões sobre a suposta virgem Maria, até porque, as lendas sobre uma mulher santa, enfrentavam menor resistência e tinham maior aceitação.
È evidente que a fábula de Jesus incorporou vários elementos das lendas de outros deuses. Pois Jesus não passa de um mito, similar aos deuses-homem da Grécia, de Roma, do Egito, da Suméria, da Fenícia, da Índia e de vários outros lugares. Observe que os antigos já teriam alegado que Buda, Krishna, Horos e Mithra, também teriam nascido de alguma suposta virgem.
A lendária “Maria filha do seu filho”, é só uma interpretação rasteira que está na contramão do que foi acordado com o suposto deus dos hebreus.
Pois em Ex 34, 17: deus determinou que, "não farás para ti deuses de metal fundido."
E em Ex XXXVII, 7, deus proibiu os homens de fazer Imagens...
Mas em 783, a fim de que, não houvesse um confronto de suas práticas idólatras com a palavra de deus, a Igreja Romana suprimiu as ordens em tela.
E abriu o caminho para a mariolatria.
O que seria uma grave heresia.
No capítulo 20, do livro do êxodo, está escrito: Não farás para ti imagem esculpida de nada que se assemelhe ao que existe lá em cima, nos céus, ou embaixo na terra, ou nas águas que estão debaixo da terra.
Não te prostrarás diante desses deuses e não os servirás, porque eu, Iahweh teu deus, sou um deus ciumento.
sábado, dezembro 16, 2006
Quebrando o relógio de PALEY
E combateu o argumento de que os seres atuais teriam evoluído de algum ancestral.
Pois Paley se recusou aceitar que as adaptações, as partes “inúteis” dos organismos, as “sobras”, as “falhas de projetos” e as partes parecidas, seria uma prova definitiva de que os seres não foram “projetados” de maneira separada e independente.
Paley argumentou que, caso ele batesse com o pé numa pedra e alguém lhe perguntasse, como a pedra chegou a este local?
Ele bem poderia responder que, a pedra esteve ali desde sempre, sem entender que sua resposta era absurda e irracional.
Mas se em vez de bater com o pé numa pedra, ele encontrasse um relógio e alguém lhe perguntasse como o mesmo havia chegado ali?
Ele dificilmente responderia que o relógio sempre esteve no local onde o encontrou, até porque, pelo o que se saiba, o relógio não poderia ter estado ali desde sempre.
Embora no começo Paley tenha concluído acertadamente que, se a explicação não serviu para o relógio, também não serviria para a pedra ou qualquer outra coisa(...)
Ao ser questionado sobre o surgimento de Deus e a sua natureza intrigante, PALEY em vez de afirmar que a resposta para esta questões seria um mistério tão grande, que somente um enviado do além poderia explicar.
Ou argumentar como Kalam que, Como algo infinito, não poderia ser parte da realidade, a lenda de um ser infinito ou sem início, não passaria de uma fantasia.
Tendo chegado a um beco sem saída, PALEY simplesmente abandonou a verdade e a razão, para invocar a “fé”, o “mistério” e as palavras mágicas, que lhe seriam de grande utilidade.
Tipo: Deus é um ser tão especial, tão fantástico, tão poderoso e tão diferente de tudo que existe, que não poderia ter tido um criador.
Embora no começo Paley, tenha usado a razão e a lógica para defender que “não haveria uma criação sem um criador”.
Que tudo que existe teria um começo.
Que não poderia ter havido um começo sem uma causa.
E que algo deveria ter começado tudo.
Quando a sua premissa de que “tudo teve uma causa”, colidiu com a versão de que “Deus não teve uma causa”;
tendo ficado num “beco sem saída”,
e se defrontado com um problema acima da sua capacidade.
O teólogo inglês, em vez de fornecer uma resposta lógica, científica e real; preferiu se contradizer, recuar para o caminho fácil e mágico da fé e dos milagres.
Se agarrar na fantasia de que o seu Deus virtual, não precisou ter sido criado.
E acreditar que o seu Deus sempre teria existido.
Além da simplificação de Paley ser um “raciocínio circular”.
Conter um erro de origem.
E deixar de fora a verdade.
No que poderíamos chamar de “desistência da apelação”,
Paley trocou o raciocínio lógico, pela saída mágica e fácil de um suposto milagre.
Até porque, que é comum que os místicos, preencham as lacunas do seu saber com dogmas ou fantasias.
Pois os ingênuos, os emocionais ou supersticiosos, que se agarram ao irracional, ao impossível e mesmo ao absurdo.
Terminariam trocando a ciência pela crença em fantasias que mesmo sendo ultrapassadas e ilógicas, ainda seriam apresentadas como sendo a última palavra do conhecimento humano.
Além de Darwin ter provado que não foi necessário um Deus para fabricar um relojoeiro,
se aceitamos um Deus sem causa,
por que o universo e a própria vida, também não poderiam ter surgido sem um criador?
E evidente que graças a evolução e a seleção natural, alguma célula primordial teria conseguiu vir a se tornar um ser humano, sem ter sido criada ou projetado na forma atual, por algum suposto Deus.
Pois não seria verdade que do NADA, nada poderia ser criado nada...
A ciência já teria descoberto que do “Nada” foi criado “Tudo”, (inclusive a matéria, a energia, o espaço e até a ordem).
E para confirmar que o “Tudo” poderia virar o “Nada”.
Assim como do “Nada” poderia emergir o “Tudo”.
Experimente somar a Matéria (+1), com a Antimatéria (-1), (ou seja, -1 com +1), pois o resultado zero.
Provaria que o nada poderia se transformar em 02 elementos.
Sendo um de Matéria e o outro, um equivalente de Antimatéria.
Além da Matéria e da Antimatéria, não poderem coexistir no mesmo tempo/espaço,
quando ambas se encontram, elas se aniquilariam mutuamente,
virando pura “Energia desestruturada” e distribuída por igual.
Pois a soma da Matéria com a Antimatéria resultaria no Nada,
já que a matéria sofreria uma morte térmica.
O fim da proibição de não se poder retratar deus
Lembramos que até 1304, era um sacrilégio e uma idolatria, fazer imagens ou esculturas, que retratassem o que há em cima nos céus, o que há nas águas ou o que há abaixo da terra...
E que o castigo para os rebeldes era muito severo. Pois havia o pacto de não se adorar Ídolos. E os antigos acreditavam que as imagens roubavam a alma dos retratados ou permitia que os retratados fossem vítimas de feitiços...
Através da pintura “adoração dos magos”, o pintor florentino Giotto di Bondone rompeu com o milenar tabu de só se poder representar santos e anjos.
Pois foi o seu “sacrilégio” que fazendo história, sepultou para sempre a proibição medieval e o monopólio de não se poder retratar inúmeras coisas.
Inaugurou o Renascimento italiano. E permitiu que outros artistas, como Leonardo da Vinci e Michelangelo, introduzissem o homem comum nos seus trabalhos.
O místico Giotto di Bondone
Para desmistificar a farsa da “estrela de Belém”, lembramos que em 1304, o pintor Giotto di Bondone (1266-1337), após ver o cometa Halley, tendo ficado deslumbrado.
Não sabendo que se tratava de um acontecimento cíclico (que se repete a cada 75 anos).
Achando que se tratava de alguma mensagem divina que deveria ser divulgada.
Sendo místico. Estando obcecado pelo desejo de espalhar o cristianismo.
E por ter acreditado em Mateus.
Teria criado a bela e fantasiosa “estrela Cadente” em seu afresco “adoração dos magos”, a fim de fazer parecer que o nascimento da criança retratada seria um esperado acontecimento divino.
Mas mesmo o florentino Giotto tendo aberto o caminho para que se fabricassem “santinhos”, medalhas, crucifixos e as inúmeras imagens que até hoje são usadas para “proteger” os que acreditam em ídolos feitos pelo próprio homem.
Todos os relatos bíblicos e cristãos sobre a suposta estrela de Belém são absurdos, inverídicos ou fantasiosos.
E não existe uma única prova arqueológica da suposta existência de Jesus, pois a bíblia é uma seleção canônica, que sob o pretexto de estar agindo pela inspiração divina, teria fabricado e modificado vários fatos da história.
Assim como, deixados de fora muitos relatos que comprometem a crença nesse fantasioso deus humano.
Se a estrela de Belém não é uma farsa, plagiada de outras religiões , por que os evangelhos apócrifos, o evangelho de Marcos, o evangelho de João e o evangelho de Lucas, quando descreveram minuciosamente o suposto nascimento de Jesus, jamais mencionaram à fantasiosa “estrela de Belém”?
E por que todos os outros povos e escritores antigos, jamais reportaram a suposta estrela cristã?
Além da versão inventada por Mateus não se encaixar na Cometologia, lembrarmos que os meteoros (ou “estrelas cadentes”), que podemos ver riscando o céu, são fragmento de matéria vinda do espaço interplanetário, que já tendo penetrado nas camadas mais densas da atmosfera terrestre, antes de se desintegrar, escapar ou chegar ao chão, se aquece, pega fogo e se torna luminoso por apenas alguns segundos.
Já os cometas ou asteróides, embora também sejam fragmentos de matéria vinda do espaço, eles ainda se encontram longe da atmosfera terrestre.
E são astros de luminosidade fraca, com envoltórios gasosos, que giram em torno do Sol em órbitas alongadas.
sexta-feira, dezembro 15, 2006
A fantasiosa “matança dos inocentes”
É evidente que a “Matança dos inocentes” atribuída a Herodes, que foi profetizada por Jeremias no capítulo 31:15.
E que é relatada por Mateus em 2:16.
Seria só um marketing religioso que foi incorporado ao cristianismo.
A versão existente unicamente no evangelho de Mateus, (2;16), onde se afirma que Herodes mandou matar todos os primogênitos de Belém e dos arredores, que fossem do sexo masculino e tivessem menos de 02 anos...
Assim como, a lenda onde em 2:13, Mateus relata que um anjo mandou José levar o menino Jesus e a Maria para o Egito e lá ficar até que Herodes morresse... São falsas!
Pois a “Matança dos inocentes” é só uma ficção que foi infiltrada nos evangelho, com a finalidade de fundir o real com o sobrenatural, glorificar Jesus e nos convencer de que Jesus teria existido.
Segundo o escritor Mitra Enoz, José teria fugido para o Egito afim de se livrar dos que o chamava de “noivo chifrudo” e esconder que Jesus era um filho bastardo da Maria com o soldado romano Pantera... E não se livrar de Herodes.
Que morreu 06 anos antes que Jesus nascesse.
E cerca de 08 anos antes de Jesus nascer, já estaria doente, numa cidade distante.
Não existir uma única prova de que Herodes teria ordenado a matança de milhares de primogênitos do sexo masculino, com menos de 02 anos...
E a “Matança dos inocentes” é só mais uma “Estória da carochinha” que foi introduzida no arsenal de ilusões da bíblia .
A apelativa versão de Mateus, não traduz a realidade dos fatos, pois não passa de um plagio da antiqüíssima lenda hindu, que fala de Krishna, a oitava encarnação do deus Vishnu.
Mateus aproveitou o fato de que no Inverno de 7a.C, Herodes teria mandado matar Alexandre e Aristóbulo, que seriam seus próprios filhos, e que o iriam trair...
Para criar a “Matança dos inocentes”.
Todavia Herodes morreu 06 anos antes que Jesus nascesse.
Sabendo-se que para agradar a sua nova e belíssima esposa, (que era judia); assim como, conquistar a confiança e a simpatia do povo judeu, Herodes o Grande, que nasceu em 47ª.C. e se converteu ao judaísmo, reconstruiu com grande pompa e esplendor o templo de Jerusalém, (a construção mais cara que mandou fazer).
E tudo fez para que os judeus e os romanos vivessem em paz.
Fica evidente que o fantasioso “massacre dos inocentes” não aconteceu.
Até porque, Herodes morreu em Março ou princípios de Abril, do ano 6, antes de Jesus.
Para provar que a lenda do deus Krishna foi plagiada e colocada no evangelho de Mateus, onde se transformou num pedaço importante da estória de Jesus.
Lembramos que os historiadores romanos e Judeus; inclusive Flávius Josephus 33 d.C. a 100d.C. (que relatou todas as façanhas de Herodes, o grande); assim como Filão, o Judeu, 20d.C. a 50d.C.; Plínio, o Jovem, (que viveu entre os anos 62 e 113, e foi sub-pretor da Bitínia), e o geógrafo e naturalista romano Plínio, o Velho 23d.C. a 79d.C., nunca mencionaram a absurda e fantasiosa “matança dos inocentes”.
Se não bastasse que Herodes o grande, (que governou a Palestina), tenha morrido cerca de 06 anos antes da data forjada pela Igreja ocidental, como sendo a data do nascimento de Jesus; Mateus não é uma fonte digna de confiança, pois ele escreveu desordenadamente sobre Jesus, quando ainda se encontrava na Síria.
Fez vários relatos mentirosos ou absurdos sobre Jesus.
Não foi uma testemunha ocular.
E nasceu mais de 50 anos depois do que relatou.
O simples fato de Mateus ter escrito o seu evangelho depois de Marcos (que escreveu em 70 ou 80), reforça a tese de que a “Matança dos inocentes” seria uma fantasia, pois caso a “matança dos inocentes” tivesse acontecido, algum outro escritor canônico ou até mesmo apócrifo, também teria mencionado esse importantíssimo acontecimento.
quinta-feira, dezembro 14, 2006
O Cavalo e o Automóvel
Lembramos que assim que a “Carruagem sem cavalo” começou ser fabricada;
pelo fato dos cavalos custar pouco.
Não precisar de combustível.
Dispensar as estradas.
Não precisar de peças de reposição.
Se alimentar de capim.
Serem queridos.
E dar vários filhotes.
Milhões de indivíduos sentimentais, pouco esclarecidos, que adoravam cavalos ou que não entenderam que o Automóvel se tornaria um sonho de consumo.
Achando que os outrora preciosos animais eram insubstituíveis.
Tudo fizeram para impedir que o progresso, a mudança e os meios de transporte bem mais eficientes e mais modernos roubassem o prestigio e o lugar dos seus queridos parceiros...
Mas como a única coisa eterna no Universo é a mudança.
Apesar da dedicação, do trabalho extra e da oposição dos que acreditaram ser possível deter a marcha do progresso.
Com o passar do tempo, a a urbanização, os benefícios da produção em serie e a morte dos que atravancavam uma mudança inevitável.
Os cavalos terminaram se tornando obsoletos, indesejáveis e um modo de vida ultrapassado.
Pois hoje em dia, apesar do automóvel matar mais do que a guerra...
Tanto na cidade como no interior, quase ninguém trocaria um lindo e moderno Automóvel, um possante e econômico caminhão ou alguma eficiente Motocicleta, por um simples cavalo.
segunda-feira, outubro 23, 2006
Que tal tomarmos juntos a “pílula vermelha”?
Todavia, mesmo a cooperação tendo melhor desempenho do que o egoísmo ou o altruísmo. E nos dias de hoje sendo possível, (com o simples esforço de ler, ouvir ou navegar na Internet), aprender ou partilhar o que sabemos.
O bloco do “eu sozinho” não conseguirá derrotar a insanidade dos que quanto menos sabem, mais interpretam.
E é muito comum que desperdicemos o nosso precioso e limitado tempo com algum suposto “Poder supremo”, massageando o ego um dos outros ou realizando tarefas repetitivas. Até porque, somos uma minoria; só temos uns aos outros; vivemos em mundos diferentes e o ateísmo é a coisa mais rara de todo o universo.
Para superar as dificuldades e realizar algo importante, em matéria de ateísmo, o ideal seria que, usemos a “armadura” da mudança e a “espada” da verdade, para libertar a nossa mente da prisão religiosa em que ela ainda se encontra.
E que tivéssemos algum líder disposto a se sacrificar pelo ateísmo. Pois sem a bravura, o sacrifício e a disposição para lutar de alguém, o ateísmo não florescerá e não se alastrará. Já que faltará quem nos “oriente”, nos ensine, nos incentive, nos sirva de referência, abram os nossos caminhos e nos ensine que viemos ao mundo para fazer escolhas.
Mas como até hoje não apareceu “o predestinado”. O que se alimenta da verdade. O “Neo” que com o seu conhecimento, propósito e uma insaciável curiosidade, libertará os lúcidos da escravidão religiosa e os conduzirá de volta à realidade. (Neo é um acrônimo para One, e significa escolhido),
Impulsionado pela necessidade de alastrar as descobertas interessantes que juntei. Por ser mais um homem de planos e sonhos do que de realizações. E em resposta as desinformações existentes na mídia. Eu resolvi enviar para a lista de discussão da STR os artigos do meu ebook Lampejos de Reflexões Filosóficas. Na esperança de gerar comentários, criar discussões sobre o assunto e de divulgar o que escrevi. Pois procuro alguém que esteja disposto a me ajudar, queira ser meu sócio... E que como eu, tenha consciência de que se nós não nos unirmos e usarmos os fabulosos recursos de que a nossa civilização dispõe, de nada adiantariam os nossos conchavos. E nem mesmos as idéias brilhantes (dos indivíduos solitários), farão diferença. Pois os crentes são irredutíveis e contam com as vantagens da força numérica.
Colegas, meditem com carinho nas palavras deste ateu sem egoísmos e disposto a compartilhar, que convida a todos para que juntos melhoremos, selecionemos, depuremos, aprovemos, divulguemos e tornemos mais fácil de ler o ebook Lampejos de Reflexões Filosóficas.
Uma tarefa que devido às diretrizes, as neuroses, as deficiências mentais, o fanatismo e as angústias que comandam os crentes de coração duro e miolo mole. Não será pequena e nem simples.
Pois eu proponho que os livres de crenças religiosas se juntem, passem da FASE DE SONHAR para a FASE DE FAZER. E que unidos passemos a trabalhar em bloco, cada um usando o seu talento, a sua energia ou mesmo a sua capacidade de criticar, mas sempre tentando ajudar e não apenas querendo aparecer ou abortar o nosso Despertar.
Pois até mesmo na falta de um “líder” poderemos plantar a “semente” que no futuro mudará o que até hoje sempre foi assim.
E para que a mentes de vocês, aceite algumas idéias de tal forma que daqui para frente, alguma passe a fazer parte dos argumentos dos senhores.
Lembro que, sempre que cada um de nós sonha sozinho, o nosso devaneio é apenas mais um sonho... Todavia, se nós sonharmos juntos e fizermos como os diferentes órgãos de um ser vivo, que trabalham unidos e para algum objetivo especifico, os nossos sonhos poderão ser o inicio de uma nova e renovada realidade.
O trabalho em grade que eu pretendo realizar no ebook Lampejos de Reflexões Filosóficas, seria a correção ortográfica (ou mesmo criativa), dos textos. Das incoerências e quando possível, à colocação de imagens relacionadas com os assuntos em tela. Para que depois de corrigido e melhorado, os rascunho que foram divididos em mais de 400 versículos. Volte a ser reunificado, reorganizado, se torne mais bonito, mais abrangente, possibilite que qualquer pessoa entenda o que está sendo contestando. E se alastre pelo planeta.
Abraços a todos do Lisandro
quarta-feira, outubro 04, 2006
Vira essa boca pra-lá
Sempre que a verdade é tão terrível que a mente não suportam conhecê-la. O homem comum, por alguma fraqueza congênita dos indivíduos emocionais, faz de conta que aquilo que o incomoda não existiria ou não poderia sequer ser debatido.
Os místicos já impuseram que, “religião não se discute”. Que não temos a liberdade de expressar certos pensamentos. E que nem mesmo temos o direito de os ter...
Pois a Igreja estabeleceu seu domínio político, intelectual, religioso e material sobre o mundo, usando o estratagema de proibir o conhecimento e de controlar as atividades artísticas literárias e científicas da época.
Todavia, mesmo os dependentes psicológicos sendo uma máquina de repetição inconsciente, programada para passar a vida repetindo as mesmas tarefas. Pois o cérebro dos crentes é um gigantesco arquivo de argumentos (fantasiosos), sobre a vida e a existência desse personagem. E é bastante comum que os crentes, os místicos e os emocionais, se deixem parasitar pela crença em algum deus; pela música, pelo sexo, por alguma superstição, por determinadas bebidas, pelo fumo, por algum vicio, por algum comportamento compulsivo, pela boêmia ou por alguma religião.
O prazo de validade da fantasiosa estória de Jesus, já estaria preste a se esgotar. Já que Jesus é apenas o “deus virtual” dos que não desejam saber a verdade. E se recusam acreditar nos conhecimentos que estão sendo mostrados pela ciência.
Javé seria o autor da bíblia?
Já lhe ocorreu que a bíblia não é a palavra de algum deus ou mesmo uma coleção de escritos inspirados pelo “espírito santo”, mas sim, um produto da atividade humana, repleto de erros, fantasias, absurdos, falsificações e plágios?
Quem escreveu a bíblia não foi deus ou o espírito santo... Mas sim gente de todas as classes, unidos na preocupação de transmitir fé, justiça, amor, fraternidade e fidelidade ao povo, a fim de que não houvesse mais nem opressores nem oprimidos.
Muitos colaboraram para que a bíblia fosse escrita, mas cada um do seu jeito, pois todos foram professores e alunos, uns dos outros.
Como a bíblia poderia ter sido inspirada pelo “espírito santo” (João 17,2), ou ser a palavra de deus... Se ela própria se contradiz. È incoerente. Está repleta de alucinações, falsificações e explicações mágicas. Não está de acordo com alguns fatos. Tem erros grosseiros de geologia e de astronomia. E contem absurdos que faziam parte da ignorância existente na época em que a mesma foi forjada.
Por que os que “escreveram” sobre a orientação do espírito santo, não tiveram noção da magnificência do Universo? Ignoravam as Leis naturais. Tiveram que adaptar os escritos bíblicos a passagem do tempo. Cometeram erros grosseiros. E só puderam contar com os parcos recursos existentes no local e na época em que a bíblia foi inventada?
Caso você defende que a bíblia foi escrita por intermédio do espírito santo... Explique por que, até o Século XIV, todos os que “falaram” em nome de d´us, desconheciam que a Terra gira em volta do Sol. E não sabiam que a Terra não é o centro fixo do universo (o chão, a “terra”), mas apenas uma pálida mancha azul na vastidão de um espaço incomensurável.
Até hoje só ouvimos a suposta versão de deus
O escritor inglês Samuel Butler 1835-1903, nós alertou que a bíblia é uma sinopse terceirizada da versão de deus. Que até agora só ouvimos a versão de uma das partes. E que como só conhecemos um lado da estória... Estamos medindo pelos valores que nos foram impingidos.
Embora os que nos contaram a estória de Jesus por um único lado, acreditem que não estariam fazendo nada errado. E que não estariam sendo desonestos. É evidente que das tolices, fantasias e mentiras inventadas pelos que fabricaram as escrituras sagradas, jamais surgirá à verdade sobre a origem do Universo ou o surgimento da vida, pois os ensinamentos religiosos seriam versões absurdas e fantasiosas de um passado que não evoluiu.
Como a meta dos lúcidos não seria a de ser um simples escravo do senhor, mas, a de ser feliz. Adquirir conhecimentos. Descobrir os segredos da natureza. Decifrar os mistérios da vida. E entender a Evolução. Ao se libertar das superstições e credos zelosamente distorcidos, os desbravadores da mente humana poderiam dar um salto inimaginável, já que bastaria fazer um bom uso das possibilidades que temos, para que nos transformemos no amo e senhor do nosso próprio destino.
Todo conhecimento do mundo estaria na bíblia?
Se a bíblia é “a maior fonte que pode ser pesquisada”. E é o “mais completo arsenal de conhecimentos de todos os tempos”.Explique por que os religiosos ignoravam que a Terra giram ao redor do seu eixo e em volta do Sol? E não sabiam que a Via Láctea está sendo sugada por algum Buraco negro, que por sua vez, também é atraído por um grande atrator.
Por que a bíblia sustentou por mais de 4.000 anos que a estória da criação divina seria verdadeira? Mentiu que toda cronologia, astronomia e geologia existente na bíblia estaria de acordo com os fatos. Mentiu que a bíblia é absolutamente certa. Mentiu que a bíblia não tem nenhum erro. E porque a “profecia” sobre a destruição de Jerusalém, afirmando que ali não ficaria pedra sobre pedra, só foi colocado nos evangelhos, depois do ano 50 d.C.? Ou seja, depois que a tragédia já se tornara um fato.
O cristianismo plagiou outras religiões
Além das “explicações” dadas pelas seitas religiosas serem inconsistentes, absurdas e se aporem aos avanços científicos. Pois a fé e a razão são dois pólos contrários e que se digladiam. As versões religiosas impedem que as massas questionem o que lhes é imposto. Não corresponde à verdade do mundo real. E pode ser contestada, repensada ou substituída por alguma idéia nova; que também poderá estar errada ou incompleta.
Para dar credito as lendas polvilhadas de erros e absurdos. E no intuito de transformar falácias religiosas em pseudas-verdades, usaram-se jargões como: “em nome de Jesus”. “Segundo fulano”. “Conta-se que”. “Dizem que”. E o “sabe-se que”. Pois os “livros sagrados” estão recheados de mentiras e de meias-verdades. Que foram misturadas com fatos reais e com alguns relatos de má fé.
Todavia é comum que os místicos não se importem em desperdiçar seu tempo e recursos, com fantasias onde a realidade é cuidadosamente disfarçada, pois eles necessitam acreditar em explicações mágicas. E jamais questionam os fantasiosos argumentos emocionais que lhes são apresentados, em oposição aos argumentos intelectuais.
A diferença suprema entre as superstições e a ciência seria que a ciência por se basear nas Leis de causa e efeito e saber que tudo tem alguma explicação, não acreditaria em “milagres” ou em estórias sobre seres fantásticos que mudaria as Leis do Universo, segundo os seus caprichos e vontade, apenas para policiar, punir ou recompensar os humanos.
Embora a ciência e a religião tentem explicar o milagre da vida e o que se passa... Entre ambas existe uma contradição fundamental e irreconciliável, pois enquanto as jurássicas religiões não têm nenhum compromisso com a verdade. E afirmam que as palavras do seu fundador seriam sagradas e inquestionáveis. A jovem ciência não aceita uma verdade fechada. Apostar que o conhecimento é um poder universal que se renova. Ensina que, existe explicação para tudo. E acredita que a razão e a ordem reinam no Universo.